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O meu Animé (CLXIV)

por Pedro Silva, em 26.01.17

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Portgas D. Rouge (ポートガス・D・ルージュ) – One Piece

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publicado às 17:01


Hora Garfield (73)

por Pedro Silva, em 25.01.17

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publicado às 18:34


Momento Mafalda (123)

por Pedro Silva, em 24.01.17

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publicado às 12:24


Desemprego não se combate com precariedade

por Pedro Silva, em 23.01.17

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Muito se tem escrito e dito sobre a intenção – forçada – da redução da Taxa Social única (TSU) para as empresas que o actual Governo de António Costa pretende levar a cabo como moeda de troca no que ao aumento do valor do ordenado mínimo diz respeito. Esquecem-se Vieira da Silva, actual Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social do Governo de António costa, os Patrões e a União Geral de Trabalhadores (UGT) e quem muito disse e escreveu sobre a já aqui referida temática que o desemprego não se combate com precariedade.

 

Não tenhamos a mais pequena das ilusões. A tal medida de descida da TSU para as empresas tem somente em vista a descida da taxa de desemprego através da precariedade senão de outra forma como se pode explicar as inúmeras restrições que a tal de “medida” exige para que uma empresa possa ver reduzida sua Taxa Social Única?

 

Lamento mas esta de que a descida da TSU para as empresas tem em vista a melhoria da economia do nosso pequeno país “não cola”. O problema da nossa fraca economia está relacionado com um patronato muito à portuguesa que pensa no curto prazo e que acha que a solução dos seus problemas passa sempre pela redução dos direitos dos trabalhadores. Dito de outra forma; temos um tecido empresarial cujos patrões - ainda - “pensam à mexicana”.

 

Voltando então à “vaca fria” (que é como quem diz, regressar à temática), como é que se pode sequer pensar em combater o desemprego promovendo a precariedade?

 

É verdade que o salário mínimo é um direito que assiste (ou que deveria assistir) a todos os trabalhadores. Assim como é um direito mais do que adquirido a actualização anual do salário mínimo. Mas o receber o ordenado mínimo é precário tendo em consideração que em Portugal cada vez mais temos trabalhadores qualificados. O trabalhador português é desejado no estrangeiro por ser altamente qualificado e relativamente barato. Porquê carga de água o trabalhador português não é devidamente valorizado, estimado e respeitado no nosso país?

 

Para mais desde quando o Estado tem a extrema necessidade de ter de negociar uma obrigação (TSU) para poder exercer um direito (aumento do salário mínimo)? Não faz sentido algum…

 

Não existirão outras áreas fiscais (e não só) onde o Estado português pode – e deve – procurar negociar em Concertação Social com o patronato tendo em vista (finalmente) a real melhoria da economia do nosso país sem ter de “atropelar” o trabalhador?

 

Haver até que há. O que não há é vontade política para tal. Especialmente nestes últimos anos onde se tornou numa religião combater o desemprego através da precariedade.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (23/01/2017)

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publicado às 16:00


Os Sete Magníficos

por Pedro Silva, em 22.01.17

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AcçãoAventuraWestern - (2016) "The Magnificent Seven"

Realizador: Antoine Fuqua

Elenco: Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D'Onofrio

 

Sinopse:  Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo de especialistas para contra-atacar os bandidos.

 

Critica: Ora aqui está um Western à moda antiga. Um bom filme sem no entanto deslumbrar. Claro que os Westerns de Tarantino metem esta produção de Antoine Fuqua “ao bolso” mas mesmo assim há que dizer que há muito que não via um filme deste género tão bem produzido.

 

Antoine Fuqua tentou ser algo arrojado no que ao argumento diz respeito e creio que em parte até que foi bem-sucedido. Conseguiu trazer alguma piada a um filme cuja maior parte do tempo é passada aos tiros, mas ao mesmo tempo não me pareceu que tal “manobra” tenha sido bem conseguida porque a maior parte do filme é dedicada a tiroteios sem fim. Para mais a história que nos vai sendo contada é algo para o “repetitiva”. No aspecto do argumento “Os Sete Magníficos” não está mal, mas bem que poderia estar melhor.

 

Ao entramos no elenco verifico que a “fasquia morna” deste filme se mantêm. Não que os actores e actriz não tenham feito o seu papel. Fizeram e em muitos momentos até o fizeram muito bem. Mas não se destacam. Não encantam. Não criam empatia não obstante a quantidade quase interminável de cenas onde tal é tentado (sem sucesso). Todo o elenco se resume a um mero satisfaz no desempenho dos seus papéis. A culpa de tal está – creio eu – no argumento deste filme que (repito) está mais virado para a troca de balas do que em contar a sua história.

 

Já os cenários e a banda sonora são dois dos aspectos onde a equipa do Realizador Antoine Fuqua se esmerou. A Banda Sonora é das melhores que já vi em cinema até à data e os cenários estão muito bem estudados, trabalhados e enquadrados. É notória a elevada aposta do Realizador nestes dois aspectos e foi muito por causa disto que este conseguiu captar a minha atenção e interesse na sua obra do princípio ao fim.

 

Em suma, Os Sete Magníficos de Antoine Fuqua tem a minha recomendação não obstante este ter alguns “furos” que lhe retiram algum interesse.

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publicado às 19:12



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