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O meu Animé (CXLII)

por Pedro Silva, em 26.05.16

Nene_Sakurada_1.jpg 

Nene Sakurada (桜田ネネ) - Shin-chan

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publicado às 23:55


Hora Garfield (39)

por Pedro Silva, em 25.05.16

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publicado às 17:12


Momento Mafalda (88)

por Pedro Silva, em 24.05.16

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publicado às 23:55


“Comer criancinhas ao pequeno-almoço”

por Pedro Silva, em 23.05.16

Imagem crónica RS.jpg 

Há indícios de que o glifosato do produto Roundup tenha efeitos nocivos sobre a saúde, como o aumento da incidência de certos tipos de cancro e alterações do feto por via placentária, gerando microcefalia . Além disso pode causar danos nos sistemas cardiovascular, gastrointestinal, renal, nervoso e respiratório. Também é uma substância bacteriogênica que impede a reprodução da flora intestinal. A substância também estimula o surgimento do autismo. Fonte: Wikipédia

 

Feita a apresentação do dito cujo químico produzido e comercializado pela Monsanto proponho agora ao leitor(a) que faça o seguinte exercício:

 

A Empresa A fornece água. Sucede porém que a dita empresa utiliza um determinado químico no processo de tratamento das águas que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem uma forte probabilidade de provocar uma série de complicações de saúde graves aos seres humanos que a bebam. Mas a Organização das Nações Unidas (ONU) fez também saber que a utilização do dito químico tem, na sua opinião, uma reduzida possibilidade de provocar doenças irreparáveis a quem beber a dita água.

 

Face ao exposto o leitora(a) beberá a dita água? Ou preferirá consumir a água da concorrência que, embora sendo mais cara, não é tratada pelo tal químico que divide os especialistas da OMS /ONU?

 

Na minha opinião acho que é preferível pagar-se mais caro por algo que não levante dúvidas sobre uma mera possibilidade. Sim, uma mera possibilidade. Não nos esqueçamos de que ambas as instituições internacionais concordam num ponto: a utilização do dito químico é prejudicial pata a saúde. O único ponto de discordância está na probabilidade maior ou menor de a sua utilização ser um risco fatal para a nossa saúde.

 

Ora o que se passa na polémica questão da utilização do pesticida glifosato é a mesma do exercício que expus ao leitor(a). E foi neste sentido que o Bloco de Esquerda (BE) apresentou na Assembleia da República um projecto de lei que proibia o uso do herbicida glifosato em espaços urbanos. Os Bloquistas defenderam esta sua intenção recorrendo à tese do princípio da precaução quando existem dúvidas acerca do risco para a saúde. Tese que, segundo o vimos anteriormente, faz um enorme sentido. O dito projecto de lei foi apresentado e votado na Assembleia da República na passada quarta-feira (18 de Maio) e foi chumbado com os votos contra de PCP (Partido Comunista Português), CDS-PP (Partido do Centro Democrático Social) e PSD (Partido Social Democrata).

 

A Direita votou contra alegando razões econômicas. No entender desta facção política o recurso a outro tipo de pesticida teria custos elevados paras as Autarquias e demais agricultores. O que não surpreende dado que para esta malta p erário público é para se gastar com o que não se deve e nunca com a saúde pública dos portugueses.

 

Já o PCP rejeitou veemente a proposta do BE porque - passo a citar - perante as dúvidas ainda existentes, têm de realizar-se mais estudos, de modo a obter mais informação científica para apoiar uma decisão política. Para além disto os Comunistas apresentaram também um projecto de resolução recomendando ao Governo medidas para controlar os filofármacos e sua aplicação sustentável, nomeadamente através da criação de uma comissão multidisciplinar para acompanhar esta área.

 

Tricando isto por miúdos para que todos entendamos a posição do PCP; como não fomos nós (PCP) quem teve a brilhante ideia de apresentar uma medida que serve os interesses de toda a população portuguesa eis que rejeitamos a proposta do BE e apresentamos a nossa que é “mais bonita e até tem um lacinho”.

 

Durante muitos anos o “povão” tinha a crença de que os Comunistas comiam criancinhas ao pequeno-almoço. Um disparate alimentado pelas forças da Direita num Mundo outrora bipartido em duas ideologias em confronto constante. Hoje a realidade é outra dado que os Comunistas não comem criancinhas ao pequeno-almoço. Comem antes o seu próprio eleitorado por razões meramente mesquinhas e sem sentido.

 

Artigo publicado no Repórter Sombra

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publicado às 20:07


Voltamos a ser os “Andrades”

por Pedro Silva, em 22.05.16

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Imagem de zerozero

 

Quanto ao jogo em si que dizer? Primeiro; não me lembro de ver o Futebol Clube do Porto apresentar uma linha defensiva de tão péssima qualidade. Segundo; é impressionante que, repito, após quase 6 meses a preparar esta Final José Peseiro não tenha conseguido elaborar um esquema de jogo que tire real proveito do plantel que herdou de Julen Lopetegui.

 

Ponto assente: Jogadores profissionais não cometem os disparates que os defesas Azuis e Brancos cometeram nos dois golos Bracarenses. Outro ponto assente: era certo e sabido que Paulo Fonseca ia apresentar um Sporting Clube de Braga defensivo e muito rápido na transição defesa/ataque. Porquê raio não se treinou e preparou a equipa para isto? É preciso ter-se uma tremenda lata para se dizer que o Futebol Clube do Porto dos últimos tempos vinha a evoluir para melhor…

 

Em suma; o Braga tem de ser considerado um justo vencedor porquê o seu Treinador – tão gozado que foi aquando da sua passagem pelo Dragão – soube tirar o melhor proveito do seu Plantel. Já o Futebol Clube do Porto voltou a ser a equipa dos “Andrades”. Luta, joga, faz disparates q.b. e depois atira as culpas da derrota para cima do Árbitro, do Azar e do Infortúnio. Vamos longe vamos.

 

Chave do Jogo: Pode-se dizer que fez uma aparição, ainda que tímida, no minuto 61´ do jogo. Foi nesta altura em que O Futebol Clube do Porto chegou ao golo após um excelente lance de insistência comandado por André Silva. A partir desta altura os Dragões tomaram conta do jogo obrigando os Bracarenses a ter de optar por um futebol super defensivo. Não fosse a excelente organização defensiva dos comandados de PauIo Fonseca e os Dragões poderiam ter iniciado, nesta altura, a reviravolta que todos os Portistas ansiavam.

 

Positivo. André Silva, Danilo Pereira e Maxi Pereira. Os únicos que deram o que tinham e não tinham pelo Futebol Clube do Porto. Três “oásis” num tremendo deserto de ideias. Uma palavra muito especial para André Silva que me faz perguntar a razão pela qual Fernando Santos convocou Éder para disputar o EURO 2016.

 

Negativo. Hector Herrera. Uma coisa que me custa um tudo ou nada a perceber é a razão pela qual Hector Herrera é titular indiscutível nesta equipa do FC Porto. Ainda se fosse um Atleta que lide bem com a pressão dos adversários, que faça bons passes, que organize o meio campo, que remate bem à baliza, que saiba posicionar-se em campo eu ainda era como o outro e até que aceitava esta “teimosia” inexplicável mas não é assim que as coisas são na realidade. Pior que Herrera só mesmo José Peseiro que insiste no erro de querer estar na frente dos destinos técnicos do Futebol Clube do Porto.

 

Em jeito de nota final:

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publicado às 21:48



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