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Via verde para os abusos?

por Pedro Silva, em 05.04.16

Imagem Crónica RS.jpg 

Regresso à temática do atentado em Bruxelas para chamar aqui a vossa atenção para algo que, mais tarde ou mais cedo, poderá vir a ser perigoso para todos nós.

 

Falo da forma como se lidou, e se lidará, com o fenómeno terrorismo na Europa. E aqui há que dizer que a nossa Comunicação Social não sabe como deve agir perante o dito fenómeno. A prova dos nove está na semana anterior. O Daesh fez circular uma mensagem onde ameaça Portugal e os nossos Órgãos de Comunicação Social lá se encarregaram de criar o pânico generalizado. Inclusive chegaram ao ponto de ter feito uma tremenda escandaleira mediática quando alguém deixou uma mala sua no corredor do Aeroporto de Lisboa enquanto tratava de um qualquer assunto.

 

Este tipo de postura da parte de quem tem o único e claro dever de informar é grave. Diria até gravíssimo pois coloca à prova as nossas Autoridades que demonstram a sua força operacional em “fogachos mediáticos” que servem somente para aumentar audiências e vender mais umas quantas tiragens.

 

Mas o problema não se fica por aqui. Toma, inclusive, contornos bem mais complicados e perigosos. Isto porque começa a surgir uma facção no nosso Portugal e na Europa que defende a clara ingerência das Autoridades na nossa esfera privada em nome da segurança colectiva.

 

E este caminho é perigoso. Muito perigoso se tivermos em linha de conta no século passado o Velho Continente estava ainda entregue a Regimes Ditatoriais onde as liberdades individuais só puderam ver a luz do dia após duras e árduas batalhas que custaram a vida de muitos Europeus.

 

A linha que hoje em dia separa o Estado e as Autoridades do Cidadão é muito ténue. Muito ténue porque a internet e as redes sociais como o facebook e twitter criaram uma espécie de limbo onde não se sabe muito bem onde começa a liberdade de uns e começa a de outros.

 

Defender revisões constitucionais e a criação de legislação que permitam a retração das Liberdades de cada um de nós não é p melhor dos caminhos. Se porventura os Estados europeus optarem por esta via estarão a fazer aquilo que os membros do Daesh querem.

 

A problemática do terrorismo made in Daesh – e não só - passa, essencialmente, pela extinção das condições que ajudam a que esta organização se fortaleça.

 

Dito de outra forma; se os Governos Europeus extinguirem os seus guetos onde colocam as pessoas em função da sua etnia, raça e religião, criarem condições para que todos possam aceder em igual modo ao trabalho digno e honesto, fazerem o impossível para que a suas sociedades sejam mais justas, reconhecerem os seus crimes do tempos da colonização e não apoiarem ataques unilaterais a Estados soberanos como aconteceu recentemente no Iraque, Líbia e Síria de certeza que situações como a de Paris e Bruxelas não se repetirão e não teremos a tremenda palhaçada mediática que todos tivemos de assistir após a já aqui falada mensagem da organização terrorista.

 

Isto a não ser que se queria criar na Europa uma via verde para os abusos claro está, até porque tudo o que seja made in USA é bom e recomenda-se!

 

Artigo publicado no Repórter Sombra

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publicado às 18:06


Penoso, penoso, penoso

por Pedro Silva, em 04.04.16

imgS620I172698T20160404210755.jpg 

Imagem de zerozero

 

Antes de mais queria deixar aqui uma nota sobre o horário das transmissões televisivas dos jogos de futebol. Onde é que raio a SPORTTV me vai buscar as 19H de uma Segunda-feira para se transmitir um jogo da nossa Liga? Perfeitamente inadmissível! Não sei porquê carga de água a Liga Portuguesa de Futebol Profissional alinha neste tipo de tratamento discriminatório: sim, discriminatório porque para esta malta existe o adepto assinante da SPORTTV, o Adepto da Rádio e o Adepto do Estádio. Tudo nesta ordem! E os Clubes lá aceitam tal coisa pois há muito que gastaram o dinheiro das transmissões ou não fosse a gestão no mundo do futebol uma espécie de circo sem fim. Adiante.

 

Quanto ao jogo em si que dizer? Bem pouco mais senão que isto parece nunca mais acabar. A equipa do Futebol Clube do Porto precisa de um enorme reset porque esta não sabe mais o que é jogar como uma equipa.

 

Quando fiz a antevisão deste FC Porto x CD Tondela disse que o Dragão nunca se rende, mas pelos vistos o Dragão rende-se mesmo. E fá-lo da pior maneira possível passando uma imagem terrível que deixará marcas por algumas temporadas. Isto a não seu que na próxima época se faça algo de profundo no Clube Azul e Branco mas tendo em consideração o “acomodamento” dos actuais Dirigentes Portistas e a forma como estes anularam a possibilidade de terem concorrência no próximo acto eleitoral não me parece que este exigido reset surja já na próxima temporada.

 

Quanto ao jogo em si que culminou com uma humilhante derrota caseira dos Dragões penso que não há muito mais a acrescentar ao que já venho dizendo.

 

A equipa hoje voltou a “ligar o chip Lopeteguiano”. O FC Porto deixou que o jogo se desenrolasse por si só esperando que uma jogada de rasgo individual resolvesse a contenda a seu favor e quando se apanhou a perder foi “o ai jesus” com ninguém a saber muito bem o que fazer em campo. A única execpção foi Danilo Pereira que, mais uma vez, mostrou estar acima de todos os seus colegas de equipa.

 

Sinceramente não percebo porquê insiste José Peseiro em Aboubakar. O Jogador está em clara baixa de forma e não é opção para ninguém pelo que não lhe faria mal nenhum passar uns tempos pelo banco de suplentes. Acredito que Suk e a sua raça teriam causado muito mais mossa a um organizado Tondela que já em Alvalade tinha mostrado que não era uma equipa fácil.

 

De resto nada mais há a acrescentar a não ser que o Tondela venceu bem. Obviamente que teve a sorte do jogo do seu lado e o Futebol Clube do Porto não teve sorte nenhuma.

 

E já agora, quando um moralizado Jesús Corona falha golos de baliza aberta é porque está na hora de se rever a parceria com a Doyen.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao minuto 59´, altura em que Luís Alberto marcou o único golo da partida, golo que deu a vitória aos Tondelenses. Até esta altura a partida estava algo “insossa” mas a partir daí o CD Tondela passou a pegou nas “rédeas” da partida e acabou a gerir a sua vantagem em pleno Estádio do Dragão.

 

Positivo: Danilo Pereira. Bem que poderia colocar aqui a vitória do CD Tondela mas prefiro destacar o “norte” de Danilo Pereira no meio de um enorme “desnorte” chamado Futebol Clube do Porto.

 

Negativo: Futebol Clube do Porto. Uma equipa que joga em sua casa ante o último classificado que está particamente condenado á descida de divisão tem a obrigação de dar mais. Muito mais se quiser ser encarado como crónico candidato ao Título.

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publicado às 23:54


Caixa de Música: November Rain

por Pedro Silva, em 03.04.16

 

Banda: Guns N' Roses

Álbum: Use Your Illusion I

Ano: 1991

LetraNovember Rain

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publicado às 19:59


O Panda do Kung Fu 3

por Pedro Silva, em 02.04.16

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AnimaçãoAventuraAcção - (2016) "Kung Fu Panda 3"

Realizador: Alessandro Carloni, Jennifer Yuh 

Elenco: Jack Black, Bryan Cranston, Dustin Hoffman, Angelina Jolie

 

Sinopse: Depois de muito tempo desaparecido, o pai de Po reaparece, e juntos vão viajar para um paraíso secreto de pandas onde conhecem vários e hilariantes novos pandas. Mas quando o demoníaco vilão Kai começa a varrer a China derrotando todos os mestres de kung fu, Po tem de fazer o impossível – treinar uma aldeia cheia amigos desajeitados e torná-los no derradeiro grupo de Pandas do Kung Fu.

 

Critica: Digo e volto a dizer, sequelas não são o melhor para qualquer filme. Especialmente nos de animação. Isto porque o que é repetido até à exaustão perde o interesse e piada. Este “O Panda do Kung Fu 3” dos Realizadores Alessandro Carloni, Jennifer Yuh é um bom exemplo disto. Não que o filme não tenha a sua graça e piada mas mais parece que estamos a ver um episódio de uma série do que um filme no verdadeiro sentido do termo. Panda do Kung do Fu teve a sua glória… Agora é banal.

 

Esta nova versão do Panda do Kung Fu não nos traz mesmo nada de novo. Até o argumento é mais do mesmo. O mau, o mau liberta-se da prisão, destrói tudo, derrota todos até aparecer o herói que o volta a colocar na sua prisão. Básico… Demasiado básico até para o público-alvo que se deseja “servir”.

 

Quanto ao elenco… Bem que dizer? Estiveram no seu normal. Como se costuma dizer na “gíria” “não aquecem nem arrefecem”. O normal para este tipo de cinema. Não é por aqui que este filme ganha ou perde qualidade e interesse. Nem sei porquê se contratou “malta de peso” para este tipo de filme… Sinal de que a editora deve ter tido uns quantos dólares a mais para gastar.

 

Por último o grafismo. Tal como nos outros aspectos de que falei atrás também aqui não encontrei nada de “anormal”. Mais do mesmo. Não é mau mas também não é excelente. O mesmo digo da banda sonora.

 

Em suma, para quem gostar do estilo e for fã das aventuras do Panda do Kung Fu esta sequela até que pode ser interessante mas para quem não o for não o aconselho a perder o seu tempo (a não ser que não tenha nada de mais interessante para ver).

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publicado às 23:55


O meu Animé (CXXXV)

por Pedro Silva, em 01.04.16

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"Fish-eyed" Ogin (魚の目 お銀 Uo-no-me Ogin) - Shin-Chan

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publicado às 23:55

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