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Hora Garfield (26)

por Pedro Silva, em 24.02.16

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publicado às 22:44


Momento Mafalda (75)

por Pedro Silva, em 23.02.16

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publicado às 17:34


A Europa fracturada

por Pedro Silva, em 22.02.16

Imagem Crónica RS.jpeg 

A crise das dívidas soberanas fez com que a União Europeia se dividisse entre Credores e Devedores. A compreensão, liberdade e igualdade entre os Estados-membros - princípios fundadores da União - foram postos de lado em nome da estabilidade financeira de alguns.

 

Isto porque o alargamento da União foi feito sem pensar em todos. Basicamente o que sucedeu foi que os mais ricos viram no alargamento a oportunidade de adquirir mão-de-obra qualificada e barata. Esqueceram-se de que no seio da União havia um grupo de Países (Portugal, Espanha, Itália, República da Irlanda, Malta e Grécia) que tinham tido um pseudo crescimento/desenvolvimento que precisava de ser reforçado e organizado pela União Europeia.

 

Agora juntemos a estes factos a gravíssima crise migratória no Centro da Europa. Crise que é provocada pela guerra na Síria. Uma guerra patrocinada directamente por Ingleses e Franceses e pelos Alemães de uma forma indirecta. Diga-se neste ponto que os Refugiados Sírios não querem ser acolhidos nos Países pobres da União. E como se não bastasse, os Países do Leste querem fazer parte do projecto europeu mas não querem a divisão de esforços entre os Estados-membros. Inclusive já se começa a falar na hipótese de construção de muros que impeçam a entrada de Refugiados em países como a Hungria, Eslovénia, Áustria etc. criando, desta forma, ima espécie de zona tampão na Sérvia (um País nada problemático), Macedónia e Grécia. E muitos destes muros serão construídos nas fronteiras de Estados-membros da União Europeia.

 

É neste cenário que surge a última crise Reino Unido/União Europeia onde um lado e outro impõem a sua lógica sem que se haja um meio-termo. Se de um lado os Britânicos ameaçavam (e ainda ameaçam) com o “Brexit”, do outro temos um conjunto de burocratas que impõe a sua intolerância perante tudo e todos. Ambos os lados fazem finca-pé das suas posições porque acima dos interesses da União estão os seus próprios interesses.

 

O problema é que no actual estado de coisas os Britânicos têm todo o direito de jogar o seu jogo. Estes nunca se consideraram verdadeiramente Europeus. Para mais sabem que um eventual “Brexit” será altamente prejudicial para a União Europeia. Para além disto não foram os Britânicos os primeiros a tomar medidas de “estrangeiro rua”. Pouco ou nada se falou na temática, mas há não muito tempo o Governo Belga tomou a decisão de expulsar cidadãos europeus que não conseguiam arranjar emprego na Bélgica mo prazo de seis meses.

 

O espaço Europeu tem graves desequilíbrios que deveriam ter sido tomados em consideração na hora da expansão Europeia para o Leste. E é muito por causa disto que o projecto europeu acabará por ruir mais cedo ou mais tarde.

 

A Europa está fracturada e não se vislumbram sinais de que estas fracturas possam desaparecer. É verdade que as desavenças entre os mais ricos vão sendo serenadas aqui e acolá, mas o problema no seu todo mantêm-se e não é com acordos feitos à pressão como este último celebrado entre Reino Unido e União Europeia que impedirão colapso da Europa unida. Estes apenas contribuem para se adiar o inevitável caso não se faça ima profunda reflexão e se regresse ao princípio fundadores da União do “todos diferentes, todos iguais” em todos os aspectos sem excepçáo alguma.

 

Artigo publicado no Repórter Sombra

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publicado às 17:57


Vitória desconfortável

por Pedro Silva, em 21.02.16

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Imagem de zerozero

 

Sinceramente este é daqueles jogos que não gosto de ver. Claro que tenho todo o prazer em ver o Futebol Clube do Porto a dar a volta a um resultado negativo. Mas gosto que o Clube o faça mostrando segurança e força para tal mas não foi nada disto que vi no Estádio do Dragão.

 

O que vi foi um FC Porto perdido em campo com um meio campo e defesa que metiam água por todos os lados. Passes falhados, fraca movimentação defensiva e erros, muitos erros crassos na hora de impor o seu futebol. Obviamente que Moreirense não desperdiçou a oportunidade de se colocar na frente do marcador… 

 

A primeira parte dos Azuis e Brancos meteu dó e preocupa-me bastante porque os Atletas tem qualidade mas parecem não ter a cabeça no seu devido lugar. Dá a sensação de que estão a jogar porque tem de o fazer… Herrera e Corona são dois bons exemplos disto mesmo. Brahimi idem. André André está muito em baixo de forma e por aí adiante. Em suma, quando o meio campo fica entregue somente a um Jogador (Danilo Pereira) é natural que a linha defensiva tenha imensas dificuldades em travar atacantes móveis e rápidos como os que jogam na equipa de Miguel Leal.

 

Face ao que vi no Estádio até que me atrevo a dizer que os Portistas venceram mais por demérito do seu adversário que não soube segurar uma vantagem de dois a zero do que por mérito próprio. É verdade que Peseiro “mexeu bem” no onze, que se está a melhorar a eficácia nos lances de bola parada mas se do outro lado do campo tivesse estado uma equipa mais capaz de certeza que não estaria aqui a dissecar uma vitória dos Portistas.

 

É muito por causa de jogos como este que digo que não temos o direito de exigir seja o que for a José Peseiro. Não nesta época onde uma grande franja do Plantel Portista parece estar com a cabeça noutro lugar.

 

Chave do Jogo: Surgiu ao minuto 76´. Altura em que o Futebol Clube do Porto passou para a frente no marcador após um bom golo de Evandro. Até esta altura era notório o equilíbrio entre Portistas e Cônegos.

 

Positivo. José Peseiro. Se os Dragões venceram o jogo foi muito por culpa do seu Treinador que soube o que fazer, quendo o fazer. Por vezes é preciso arriscar e mudar a equipa por completo para se ficar com os três pontos da vitória.

 

Negativo. Jesús Corona. Não sei o que passa com o Internacional Mexicano mas há já uns quantos jogos que este anda muito em baixo. Muito da ineficácia Portista no ataque de hoje foi culpa sua.

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publicado às 23:55


Jeruzalem

por Pedro Silva, em 20.02.16

jeruzalem.jpg

Terror - (2015) - "Jeruzalem"

Realizador: Doron Paz, Yoav Paz 

Elenco: Yael Grobglas, Yon Tumarkin, Danielle Jadelyn, Dibi Ben-Yosef

 

Sinopse: Um casal americano decide viajar para Israel para realizar o sonho de ver a cidade de Jerusalém. No entanto, quando eles chegam lá, encontram a cidade em meio a um verdadeiro pesadelo bíblico.

 

Critica: Se há coisa que mais detesto no mundo do cinema são filmes feitos tendo como única e exclusiva base de trabalho o pânico. É basicamente isto que Doron Paz e Yoav Paz fizeram nesta sua fraquinha produção de nome Jeruzalem.

 

Falar em argumento neste filme é o mesmo que contar uma anedota. Começa, desde já, por ser uma “americanada” das grandes. É um filme de terror básico – daqueles que Hollywood se farta de produzir para o seu público menos exigente e muito patriótico. No geral a história até que é interessante só que a forma como se desenvolve é de uma tristeza sem precedentes.

 

Quanto ao elenco. Que dizer senão que fazem o seu papel. Para “americanice” não é preciso nada de muito especial senão meia dúzia de caras bonitas e bem apresentadas. O elenco, no seu geral, interpreta bem o seu papel mas não é nada de especial. Não é por aí que este Jeruzalem perde ou ganha interesse.

 

Já em termos de cenários este filme está excelente. È notório o esforço de que tudo esteja perfeito para que o espectador perceba que tudo se passa na cidade santa com todos os seus problemas e diferenças. Podia era ter uma melhor banda sonora mas como os Realizadores estavam mais preocupados com o “seu” pânico acabaram por se esquecer desta importante parte.

 

Em suma; gostei muito da técnica de filmagem (vemos tudo através de uns óculos da Google) mas o filme não encanta. Tem uma boa base de trabalho que não foi devidamente explorada. Não tem a minha recomendação mas poderá haver quem goste deste tipo de cinema.

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publicado às 23:55



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