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Hora Garfield (21)

por Pedro Silva, em 21.01.16

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publicado às 23:55


Pois é Peseiro… Isto está muito mau

por Pedro Silva, em 20.01.16

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imagem de zerozero

 

Não segui a partida de Famalicão via TV. E não o fiz porque tenho outras coisas bem mais importantes do que ver um jogo treino do Futebol Clube do Porto. Para mais um jogo treino onde os Dragões não jogaram absolutamente nada!

 

E ainda por cima o jogo de Famalicão contava a taç de “Taça da Liga” (a competição mais mentorosa do nosso calendário futebolístico).

 

Contudo o que fui ouvindo via rádio não me agradou. Nem me surpreendeu diga-se desde já. Eu já sabia que os Azuis e Brancos iam apostar, mais uma vez, no raio do “do toca a bola para trás e para os lados porque – já diz o Povo – novos tempos, velhos hábitos. Dito de outra forma, Rui Barros não teve tempo para fazer com que a equipa “desligasse” de vez o chip “pseudo FC Barcelona” que Lopetegui implementou no FC Porto durante um ano e mio (mais coisa, menos coisa).

 

Agora eu não contava, de forma alguma, que o Futebol Clube do Porto fosse perder com o 10.º classificado da Liga 2!

 

Quer dizer, para além de os Portistas apresentarem um futebol intragável (que pelos vistos até já “estraga” o que de bom há na equipa B) estes têm a distinta lata de perder em Famalicão com um lance que roça o ridículo! Quem vir o golo do FC Famalicão vai-se rir a bom rir porque é um “frango” enorme de Helton… Até parece que o Brasileiro quis mostrar ao seu colega Casillas que faz igual, ou pior, do que ele.

 

Enfim… Os próximos tempos não se auguram nada bons no Reino do Dragão. José Peseiro já é um Treinador criticado e olhado de lado pelos adeptos do FC Porto e terá ainda muito trabalho se quiser “endireitar” esta equipa. Pois é Peseiro… Isto está muito mau. Muito mau mesmo!

 

Chave do Jogo: Inexistente. Esta foi mais uma partida atípica decidida por um lance fortuito e caricato. Em momento algum o Famalicão mostrou interesse e evontade em querer vencer o jogo e o mesmo acabou por suceder do lado dos Portistas que estiveram sempre mais interessados em trocar a bola entre si do que em a meter dentro da baliza Famalicense.

 

Positivo: Victor Garcia. O defesa lateral direito Venezuelano que joga no FC Porto B mostrou bom serviço tanto a defender como a atacar. Foi o único dos escolhidos de Rui Barros para este jogo treino que quis mostrar serviço ao novo Treinador.

 

Negativo: Futebol Clube do Porto. É verdade que a tal de “Taça da Liga” (aka Taça dos Treinos) não tem interesse algum dado que se trata de uma competição mentirosa mas o Clube tem uma história que deve ser honrada por todos seja em que jogo for. Os Dragões podiam até ter perdido a partida de Famalicão mas não se esforçaram minimamente para honrar a camisola.

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publicado às 23:55


Momento Mafalda (70)

por Pedro Silva, em 19.01.16

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publicado às 22:30


Festejemos Irmãos

por Pedro Silva, em 18.01.16

Imagem Crónica RS.JPG 

1 –  A 14 de Janeiro de 2011, uma multidão protestava pelas ruas de Túnis, capital da Tunísia, contra o Regime do Presidente Zine El Abidine Ben Ali, o que levou à queda do primeiro líder de um País Árabe por força da pressão popular. Esse movimento seria o epicentro de um terremoto geopolítico que mudou o Mundo Árabe, a chamada Primavera Árabe.

 

No passado dia 14 alguma da nossa Imprensa fez referência ao facto aproveitando para colocar imagens de regozijo pelo sucedido há 6 anos atrás. Mas será que existem mesmo motivos para olharmos para a Primavera Árabe com orgulho e satisfação? Ora vejamos.

 

A Tunísia é hoje em dia uma Democracia. Existem vários Partidos em Tunes, há liberdade de voto e liberdade de expressão. O País continua a ser moderado no que à Religião diz respeito (tal como era durante o Regime de Zine El Abidine) e as Mulheres são respeitas e tem um estilo de vida “à ocidental”. Mas nem tudo são rosas.

 

A corrupção continua em níveis bastante elevados. A Economia Tinosona depende única, exclusivamente, do Turismo o que reduz, e muito, o leque de opções de uma População que tem de lutar todos os dias para poder trabalhar. A taxa de analfabetismo é elevada e, tirando Tunes, o País tem infra estruturas débeis e a assistência social é uma miragem. Para além disto o asno de 2015 mostrou-nos que não é seguro passar férias nas belíssimas praias Tunisinas dado que nunca se sabe quando um maluco de metralhadora em riste se lembra de praticar tiro ao alvo com os Turistas Ocidentais.

 

Temos, então, que os Tunisinos não têm assim tantas razões para festejar a Primavera que criaram. E o resto do Mundo Árabe também não (já lá vamos). O facto de a Comunicação Social Europeia - e não só - não “andarem em cima” do que sucede na Tunísia (como fizeram em 2011) não altera, em nada, a realidade das coisas.

 

2 – À pacífica revolução de Tunes seguiu-se a queda de Muammar al-Gaddafi na Líbia. Gaddafi tinha chegado ao Poder em 1969, sem derramar sangue, através de um Golpe de Estado e acabou deposto pela força das armas após a clara ingerência da NATO num assunto interno Líbio.

 

Após a morte de Muammar al-Gaddafi a Líbia entrou num “pequeno” ciclo de conflitos internos disputados pelas várias trinos que tentaram reclamar para si o controle dos Poços de Petróleo. Contudo estes já tinham caído nas mãos da “Comunidade Internacional” que os receberá como moeda de troca devido à cooperação da NATO no derrube do Regime de Gaddafi.

 

A corrupção continua a ser uma enorme realidade na Líbia, o Povo é, na sua grande maioria, analfabeto e assistência social é também uma enorme miragem do vasto de4serrto que rodeia o Pais. O mais caricato é que a gasolina escasseia num País que é, somente, um dos maiores produtores de petróleo do Mundo inteiro.

 

Mas a Primavera Árabe não se ficou pela “libertada” Líbia…

 

3 – Após o sucedido na Líbia foi a vez da dita cuja passar pelo Egipto onde Hosni Mubarak se perpetuava no Poder como os antigos Faraós. Aqui o cenário foi muito parecido com o Líbio. A única grande diferença foi que a Comunidade Internacional resolveu manter-se à margem de tudo o que ia sucedendo.

 

A Revolução Egipcia “levou tudo à sua frente”. Mataram-se inocentes nas ruas do Cairo, fez-se o possível e impossível para afastar os Jornalistas Internacionais da Capital Egípcia (inclusive os Revoltosos até violaram uma jornalista Norte-americana). Hosni Mubarak acabou por ser deposto e preso. A Democracia entrou em cena e a Irmandade Muçulmana de Mohamed Morsi (um grupo de Radicais Islâmicos) alcança o Poder pela via do voto livre.

 

Eleito Presidente de todo o Egipto Morsi teve como principal preocupação a abolição de toda e qualquer liberdade religiosa no Egipto, apontou armas ao eterno inimigo Israelita e preparou a sua eternização no Poder. Foi neste clima de tensão crescente que mais tarde as Forças Armadas Egipcias entraram em campo para colocar fim ao Regime de Mortsi e instalar algo de muito parecido com o que existiu durante décadas com Hosni Mubarak.

 

Não obstante o Egipto ser hoje uma espécie de Ditadura Militar disfarçada a tolerância voltou a marcar presença nas ruas do Cairo, a liberdade religiosa é, novamente, uma realidade e o Turismo (principal fonte de receita do País) vai de “vento em popa”.

 

4 –  A caminhada da Primavera Árabe culminou na Síria e Iémen. De fora ficaram Estados como o Irão e Turquia onde se faz de conta que existe uma Democracia, mas este “ficar de fora” não estranha a ninguém.

 

O que sucedeu na Síria e Iémen é por demais conhecido. Duas guerras e nascimento do Daesh que reclamou para si parte do Iraque e Síria. No Iémen a Arábia Saudita é “forçada” a entrar no conflito para evitar o avanço territorial do Daesh.

 

Em suma a Primavera Árabe, uma “invenção” do Ocidente, trouxe ao Mundo Guerras, Estados Fascistas, Violações constantes dos Direitos Humanos, Crise de Refugiados, Conflitos Religiosos, terrorismo e por aí adiante.

 

Temos, efectivamente, múltiplas razões para relembrar a dita Primavera com satisfação e um enorme sorriso. Festejemos irmãos. Festejemos por termos feito do Mundo um lugar pior do que quando em certos Países existiam Ditaduras que mantinham a serenidade e compreensão entre os Povos numa Região tão complexa como o Médio Oriente.

 

Artigo publicado no Repórter Sombra

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publicado às 22:03


Pois é… Casillas é o maior!

por Pedro Silva, em 17.01.16

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magem de zerozero

 

Ponto prévio; a época do Futebol Clube do Porto - no que ao campeonato diz respeito - ficou perdida a partir do momento em que se despediu Julen Lopetegui. Repito o que já venho dizendo há muito tempo: não existem soluções mágicas e muito menos se pode exigir seja o que for a Rui Barros e a quem lhe venha a suceder no comando técnico da equipa Portista.

 

Quanto ao jogo de Guimarães já muito pouco a dizer.

 

E há muito pouco a dizer porque quem conhece bem Casillas (como eu) sabe perfeitamente que o Espanhol é um desastre nos cruzamentos e que tem por hábito ter este tipo de “erros crassos” quando a sua situação não lhe agrada (recordo que a saída de Lopetegui do FC Porto não agradou em nada a Iker Casillas).

 

Para além do que escrevi atrás os Dragões mostraram na cidade Berço exactamente os mesmos problemas que mostravam com Lopetegui. Dito de outra forma; muita posse de bola, pouca movimentação, escassez de linhas de passe dado que os Jogadores não se movimentam, Jogadores muito afastados uns dos outros, fraca coordenação entre sectores, complicar na defesa quando se deve jogar simples (bola para fora ás vezes é o melhor a fazer). Eyc., etc., etc.

 

Em suma, mantenho o que disse no primeiro parágrafo. Resta ao Futebol Clube do Porto apostar as “fichas todas” na conquista da Taça de Portugal para amenizar mais uma época abaixo, muito abaixo, do esperado para um Clube como o Futebol Clube do Porto.

 

Um último ponto. Por favor não procurem justificar esta derrota Azul e Branca com o árbitro. A equipa de arbitragem esteve quase sempre bem nas suas decisões e procurou ser sempre coerente nas suas decisões.

 

Chave do Jogo: Inexistente. É verdade que o Vitória Sport Clube estava muito bem “montado” por Sérgio Conceição para “dar que fazer” ao Futebol Clube do Porto mas em momento algum os Vitorianos tiveram um lance que fizesse com que a partida ficasse sob o seu domínio. Venceram porque fizeram por isto mas se Casillas não tivesse sido igual a sim  mesmo o mais provável era estar aqui a dissecar um empate a zero bolas.

 

Positivo: Vitória Sport Clube. A equipa Vitoriana bateu-se muito bem em campo, fez por merecer a vitória se bem que um empate a zero teria sido uma justa recompensa para os comandados de Sérgio Conceição.

 

Negativo: Iker Casillas. Os Dragões podem ter ficado praticamente afastados da conquista do título de Campeão graças a um erro grosseiro daquele que é considerado um dos melhores Guarda-redes do Mundo.

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publicado às 23:02



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