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Momento Mafalda (44)

por Pedro Silva, em 21.07.15

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publicado às 18:13


Da auspiciosa vitória Europeia

por Pedro Silva, em 20.07.15

Já no seu tempo Adolf Hitler dizia que o problema da Europa eram os Judeus. Daí à “Solução Final” foi um saltinho de pardal e não faltou quem alinhasse neste pensamento e fizesse desta “Solução” a única saída para o problema. Foi este o papel de Joseph Goebbels e, pelos vistos, é também este o papel de Michael no que ao problema da Zona euro diz respeito.

 

É que muitas crónicas volvidas e muitas trocas de opiniões com quem defende esta forma de agir da Europa dos Credores e dos Devedores ainda não consegui perceber porquê razão somente a solução do Sr. Wolfgang Schäuble é a única e genuína para a resolução do problema. Porquê carga de água tem a austeridade de ser uma necessidade?

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Excerto do meu último artigo de opinião publicado no Repórter Sombra

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publicado às 16:12


É a Alemanha estúpidos!

por Pedro Silva, em 19.07.15

Eu sei que está toda a gente farta da Grécia, de ouvir notícias sobre a Grécia, de falar da Grécia. O sistema mediático tem este efeito de rápido cansaço e gera também a vontade de passar para outra coisa ou outra causa. Para além disso, tudo parece já estar decidido e não vale a pena chover no molhado. Vale, vale.

 

Depois há a sensação de derrota dos filo-helenos, seja dos políticos pró-Syriza, seja dos admiradores mais dos gregos do que do Syriza. Todos partilham uma sensação incómoda porque mistura sentimentos de traição, humilhação, derrotismo, impotência, tudo coisas pouco amáveis para a auto-estima.

 

Ainda pior é ver a alegria dos que, ao lado de personagens como Dijsselbloem, gozam a sua vingança contra Varoufakis que, de todo não respeitava o holandês pedestre, e contra os gregos que tiveram o arrojo de votar “não”. Digamos que é o clube português dos fans de Dijsselbloem, que festeja a vitória em artigos nos locais certos, nas redes sociais e nos comentários, numa espécie de jogo de futebol contra o clube português dos fans de Varoufakis, no qual, imagine-se a brilhante inteligência, incluem… António Costa.

 

Senhor, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem. O problema é que sabem: querem manter-se no poder e prosseguir um programa de revanche social e política contra os que desde o 25 de Abril lhes roubaram o direito natural de mandar.

 

É por isso que me é inaceitável o argumento salomónico que muitos socialistas usam para se justificar, atribuindo “culpas” ao governo grego e à “Europa”, umas concretas e com alvo, as outras abstractas e genéricas, como se o resultado final se devesse ao modo como os gregos se comportaram nas negociações e não à recusa sempre sistemática dos alemães e do Eurogrupo em negociar fosse o que fosse, com o apoio dedicado dos socialistas. Os gregos podem ter feito todas as asneiras possíveis, que isso não justifica o que se passou. Mesmo os meses que durou isto tudo, não foram os meses necessários para negociar qualquer coisa, mas os meses necessários a colocá-los entre a espada e a parede e por fim vergá-los. Nunca, jamais, em tempo algum, poderia ter sido de outra maneira, porque nunca quem manda desejou que fosse de outra maneira.

 

Muitas das propostas gregas logo de início eram bastante moderadas (recordam-se de como os fans de Dijsselbloem disseram que os gregos tinham vergado como Hollande…), mas a perigosidade evidente de um governo como o do Syriza obter qualquer ganho de causa era inaceitável para governos como o português e o espanhol, e era uma bofetada para os socialistas colaboracionistas. A questão nunca foi conduzir bem ou mal as negociações, mas o facto de, por imposição da Alemanha, se ter sempre decidido que não havia acordo com os esquerdistas do Syriza.

 

Os alemães e os seus acólitos tinham um programa de humilhação, com um acordo que foi afinal escrito pelo Syriza a branco, para eles o reescreverem a preto. O acordo com a Grécia, na realidade um diktat, só tem uma lógica: obrigar os gregos a engolir tudo o disseram que não desejavam. Não tem lógica económica, nem financeira, tem apenas uma lógica política de humilhação. Querias isto? Pois levas com um não-isto. Foi assim que foi feito o chamado acordo.

 

E não me venham com o argumento de “confiança”, por parte de governantes como Merkel, Rajoy e Passos Coelho que apoiaram Samaras e a Nova Democracia até ao fim, sabendo que apoiavam um governo corrupto e oligárquico, coisa que o Syriza nunca foi acusado de ser. Esse governo “confiável” literalmente evaporou centenas de milhares de milhões de euros e permitiu que a Grécia, endividando-se até ao limite, funcionasse como tapete rolante para reciclar a dívida dos bancos franceses e alemães para os contribuintes europeus. E não me falem de “confiança” face a um acordo-diktat em que ninguém acredita, em que ninguém “confia” e que assenta no poder e no cinismo.

 

É uma exibição brutal de poder, que coloca a Grécia a ser governada de Bruxelas e Berlim, por gente que vai decidir os horários das lojas ao domingo, quem pode ter uma farmácia, como funcionam as leitarias e as padarias, e quem pode conduzir ferrys para as ilhas. Mas há mais: são revertidas decisões constitucionais de tribunais gregos e, como em Portugal se fez, mudanças legais para acelerar despejos, expropriações, falências e para retirar aos trabalhadores direitos sindicais e de negociação.

 

Texto de opinião de José Pacheco Pereira publicado no Jornal Público

 

O negrito e o sublinhado que vemos no texto de Pacheco Pereira são da nminha autoria. São extractos da realidade que os "pró Alemanha fora do €" e que acham que a Alemanha é a "Dona disto tudo" pretendem ignorar.

 

Já agora se vos aprouver leiam também o que um antigo Dirigente do FMI disse sobre o último "acordo" Bruxelas/Atenas. Quando um tipo destes mostra ser mais Europeísta que os Europeístas é sinal de que algo está mal... Muito mal!

 

Amanhã voltamos a falar sobre a Grécia/UE.

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publicado às 17:38


FC Porto 2014/15, primeiras impressões

por Pedro Silva, em 18.07.15

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Segui com alguma atenção o MSV Duisburg 0 x FC Porto 2. E como qualquer jogo de preparação deu para que se retirasse notas positivas e negativas. Já conclusões... Isto é impossível nesta altura da época até porque está tudo ainda na fase da criação.

 

Este jogo de preparação deu para perceber que Julen Lopetegui está a tentar corrigir aquele que considerei ter sido um dos seus grandes erros. Acho muito bem que o Basco trabalhe arduamente um sistema alternativo ao habitual 4x3x3. O actual Plantel Azul e Branco têm Jogadores para tal e só mesmo a falta de sensatez e a “embirração” de certos Adeptos pode dizer que este é um caminho errado. Naturalmente que está tudo ainda muito “enferrujado” e tal notou-se na primeira parte onde os Azuis e Brancos apostaram num 4x4x2 com Bueno a apoiar o Ponta de Lança, Imbula e Danilo no melo campo com Varela e Tello nas faixas. Obviamente que estas coisas levam o seu tempo a ficarem como todos desejamos (o FC Porto jogou mal na primeira parte quando apostou no 4x4x2), mas o importante é não desistir da ideia e continuar a apostar nesta estratégia pois irão existir jogos onde vai ser preciso juntar as cartas, baralhar e voltar a dar para se vencer.

 

A nível dos Jogadores destaco pela positiva Imbula, Danilo Pereira, André André (que jogão fez o filho de André), Sérgio Oliveira e Aboubakar. Sou da opinião de que cada um destes Jogadores mostrou ao Treinador que pode continuar a contar com eles pois estarão dispostos a dar tudo por tudo. Alias, considero uma tremenda injustiça a desvalorização de Aboubakar… O Camaronês jogou muito bem de costas para a baliza adversária e foi ele, a par de Brahimi, o principal responsável da vitória Portista.

 

Yacine Brahimi voltou a mostrar que é um Jogador instável. Aprecio imenso as qualidades futebolísticas do Argelino e sou dos primeiros a “dar o corpo as balas” diante dos seus habituais detractores, mas Brahimi tem de ser mais regular pois nos jogos mais complicados rá para ele que “muita gente se vai virar” para que o problema se resolva, e o moço tem capacidade para resolver qualquer problema. Basta que ele queira.

 

Por último uma palavra para Casillas, Maxi e Ádrian. Iker ainda tem os “vícios” de Madrid (joga mal com os pés e a sair dos postes é uma desgraça) e tendo em consideração que o sistema da posse desde a defesa até ao ataque é para se manter será importante que Casillas comece a trabalhar intensamente para melhorar senão vai ser o “ai Jesus” no Dragão. Maxi não mostrou nada de mau nem de positivo (será preciso mais jogo para vermos em que ponto se encontra o Uruguaio). Já Ádrian López continua a demonstrar uma enorme falta de vontade em mostrar o que sabe ao serviço do FC Porto… Se Ádrian não mostrar mais empenho durante este estágio acho que Julen deveria solicitar á SAD Portista a transferência do Atleta pois só faz falta quem quer cá estar.

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publicado às 23:10


Caixa de Música: Until It Sleeps

por Pedro Silva, em 17.07.15

 

Banda: Metallica

Álbum: Load

Ano: 1996

LetraUntil It Sleeps

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publicado às 16:30



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