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Aquela “estrelinha” num dia histórico

por Pedro Silva, em 19.08.18

sangue-frio-de-telles-evitou-despiste-portista.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Hoje é um dia histórico para o nosso futebol. Hoje foi o dia em que o Vídeo-árbitro (VAR) foi isento e coautor de um critério arbitral uniforme. Nunca antes tal tinha sucedido num jogo do futebol Clube do porto na Liga NOS. Digo tal por causa das duas Grandes Penalidades que foram assinaladas por Carlos Xistra. Ambas são o resultado de lances muito parecidos que tiveram a mesma sanção. Claro que agora “os do costume” vão fazer o habitual ruído, mas “estes” só incomodam quem lhe dà importância. Adiante. Vamos ao jogo em si.

 

Quanto ao jogo jogado (aquilo que realmente interessa), fosse o futebol uam ciência exacta e o empat e teria sido o resultado mais justo. O tal de “Belenenses SAD” - não vou aqui chamar o tal “Clube” pelo seu real nome porque estou de férias e não me apetece estar aqui a “discutir política”) – jogou muito e bem. Foi uma equipa que não teve, em momento algum, medo de fazer frente à equipa portista. Procurou ter a posse da bola e com esta incomodou a defesa de uma equipa azul e branca que não conseguiu impor o seu futebol. A certa altura dizia para mim mesmo que somente um lance de bbola parada poderia ditar a desejada vantagem portista, e assim foi quando Alex telles marca de forma preciosa um livre lateral que Diogo Leite aproveitou da melhor maneira poss´+ivel. Mas nem assim este “Belenenses” baixou os braços. Pelo contrário. Os comandados de Silas foram para a frente e deram sempre muito que fazer a um meio campo e defesa azul e branca que teve sempre muitas dificuldades em explanar o seu futebol no relvado do Estádio do Jamor. Só o segundo golo dos Dragões marcado no inicio da segunda parte graças a um tremendo disparate de um atleta dos “Azuis” do Jamor é que “deitou por terra” todo a boa exibição que este “Belenenses” vinha fazendo até ao momento. Não fosse a asneira de um defensor portista no lance do penálti e acredito plenamente que o FC Porto se ia limitar a gerir o esforço até ao apito final de Carlos Xistra…

 

E é precisamente este último o ponto que me preocupou e que me faz pensar que a goleada na jornada inaugural não foi mais do que fruto de algum sorte (e de algum mérito). É preciso ter-se em linha de conta que hoje o Futebol Clube do Porto teve imensas dificuldades perante uma equipa que estava preparada para fazer frente ao Dragão. O “Belenenses SAD” esteve completamente à vontade na luta pela posse da bola no meio campo. O que não se percebe se tivermos em linha de conta que o meio campo azul e branco é composto por atletas que tem como função o controle da posse da bola e o impedir que o adversário desenvolva as saus jogadas. Bem sei que Héctor Herrera é, para muitos, o elo mais fraco dste meio campo, mas hoje este não me pareceu ter sido a razão de tão complicado desafio. Estou antes em crer que a responsabilidade por este suadíssima e. em certa medida, sortuda vitória portista no Jamor se deveu. Em grande parte, à inoperância de Sérgio Conceição que aquando do 2 a 1 a favor dos azuis e brancos deveria ter aproveitado para reforçar o seu meio campo com a entrada de Oliver Torres para, desta forma, impedir que os pupilos de Silas pudessem acreditar na conquista do seu objectivo de empatar com o Futebol Clube do Porto naquilo que apelidam de “casa”. Nem sempre o recurso ao programa que é trabalhado durante a semana nos treinos é o melhor caminho. Sérgio Conceição já deveria saber de tal…

 

Contudo, o mais importante é que se venceu hoje diante de um adversário de valor. Tal permite que o FC Porto continue a liderar a Liga NOS com a concorrência por perto. Mas não se pode voltar dar o flanco como hoje…  O VAR e o profissionalismo de quem apita os jogos dos Dragões não vai estar sempre presente.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. Duas assistências para golo e autor do golo da vitória portista. Penso que estes são argumentos – mais do que – válidos para dar o MVP a Alex. Contudo sou da opinião que este a defender esteve um pouco abaixo do normal (como a maioria dos seus colegas de equipa, diga-se desde já).

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum “Belenenses SAD” e FC Porto foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória final pendesse, em definitivo, para o seu lado.

 

Arbitragem: No lance da primeira grande penalidade, Carlos Xistra nada assinalou à primeira vista, mas não teve problemas em recorrer ao vídeo-árbitro (VAR) para ter uma segunda leitura do lance. O mesmo sucedeu na segunda. Foi ver o lance e assinalou penálti a favor dos dragões. Em análise muito geral, arbitragem positiva do juiz da partida.

 

Positivo: Iker Casillas. Velhos são – e continuam a ser – os trapos. Numa defesa que andou quase sempre aos papéis, Casillas foi o que mais fez para manter a baliza portista em branco com uam série de defsas fora de série.

 

Negativo: Felipe. Ao que parece a convocatória para a selecção do seu país fez-lhe mal. Muita desconcentração e disparates q.b. durante toda a partida. Não fosse Iker o dono da baliza…

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publicado às 23:49


Under the Sun

por Pedro Silva, em 18.08.18

Under_the_Sun_(2015_film).jpg 

"V paprscích slunce"

Documentário - (2015)

Realizador: Vitaliy Manskiy

Elenco: Lee Zin-Mi, Yu-Yong, Hye-Yong, Oh-Gyong

 

Sinopse: O filme segue por um ano a vida de uma família de Pyongyang, Coreia do Norte enquanto a filha do casal, Zin-mi, se prepara para fazer parte do Korean Children's Union no Dia da Estrela Brilhante (aniversário de Kim Jong-il). O filme se inicia com estas palavras: O roteiro deste filme foi-nos atribuído pelo lado norte-coreano. Eles também, gentilmente, nos forneceram um serviço de escolta 24 horas por dia, escolheram nossos locais de filmagem e examinaram todas as imagens que filmamos...

 

Critica: Confesso que decidi ver esta produção cinematográfica por mera curiosidade. Mas fi-lo com alguma desconfiança. Muita até. Não pelo facto de ser uma produção sul-coreana (já assisti a uma do mesmo país sobre a Guerra das Coerias que está excelente), mas sim porque isto de se dizer que os malucos fanáticos da Península da Coreia são somente os do Norte é um erro crasso. E este filme é a prova de tal.

 

Apelidar este “Under the Sun” de “documentário” é, a meu ver, algo forçado. Isto porque o seu argumento mais parece o de uma qualquer retórica de propaganda anti Coreia do Norte. Para mais o argumento deste filme é, nada mais senão, um conjunto de recortes que redundam num tremendo corta e cola de má qualidade. No final acabamos por não perceber absolutamente nada da história nem a razão da crítica que se pretende fazer ao regime da Coreia do Norte. Uma coisa é procurar tudo o que há de negativo sobre determinada matéria e expô-la sem fundamento ou sentido lógico algum. A isto chama-se propaganda. Outra bem diferente é procurar retratar determinada coisa procurando, sempre que possível, fundamentar, explicar e mostrar o lado bom e mau desta mesma coisa. A isto se chama de documentário. Agora que se pegue nesta minha pequena observação e se faça um desenho não muito complicado para que o Realizador Vitaliy Manskiy perceba a diferença.

 

O elenco segue na mesma direcção desastrosa do argumento desta produção cinematográfica. Os intervenientes desta pobreza franciscana em forma de filme são o espelho do que não se deve fazer em cinema. Com portamento altamente artificiais. Fica a dúvida de se as pessoas que vivem na Coreia do Norte são mesmo assim. Criticar e chamar à atenção para um problema sério é uma coisa que exige qualidade e, sobretudo, muita seriedade da parte de quem faz parte da mensagem que se quer fazer passar.

 

Os cenários até que não são mesmo nada desinteressantes. Bem filmados e muito bem enquadrados embora não fugam muito áquilo que já todos conhecemos sempre que o tema é Coreia do Norte. A banda sonora é que poderia estar bem melhor… Até parece que estamos num funeral… Diz que é uma espécie de “documentário”, mas os documentários no verdadeiro sentido do termo tem uma banda sonora.

 

Em suma, “Under the Sun” de Vitaliy Manskiy é o tipo de cinema que tem de tudo para poder ser um bom filme, mas acaba por ser um tremendo fiasco que fará, com toda a certeza, o gosto fanático e limitado de quem olha parcialmente para o conflito coreano

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publicado às 17:07


Caixa de Música: Respect

por Pedro Silva, em 17.08.18

 

Artista: Aretha Franklin

Álbum: Otis Blue

Ano: 1965

LetraRespect

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publicado às 16:40


O meu Animé (CCXL)

por Pedro Silva, em 16.08.18

Shu.png 

Shu (シュウ) – One Piece

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publicado às 22:57


Cantinho Calvin & Hobbes (33)

por Pedro Silva, em 15.08.18

calvin&harodotira33.gif

 

p.s. Sarin, não me esqueci dos comentários e preocupação. Efectivamente durante a vaga de calor até que estive bem. O problema veio depois quando um tal de vento resolveu aparecer em força... Vento + terreno seco = problemas alergicos a dobrar. Agora já estou bem. Obrigado por tudo!

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publicado às 17:19



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