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Viral

por Pedro Silva, em 05.11.16

Viral.jpg 

DramaTerrorFicção Científica - (2016) "Viral"

Realizador: Henry Joost, Ariel Schulman

Elenco: Sofia Black-D'Elia, Analeigh Tipton, Travis Tope, Michael Kelly

 

Sinopse: Emma (Sofia Black-D'Elia) e sua irmã levam uma vida normal em um pequena cidade, ao menos até um vírus começar a se espalhar. Com a cidade em quarentena, os pais das garotas ficam presos do outro lado da barreira. Elas passam a viver de fast food e festas, mas, quando o vírus começa a atingir pessoas que elas conhecem, as duas se unem com o vizinho Evan (Travis Tope), paixão secreta de Emma, e fazem um barricada em sua casa. Porém pode ser tarde, pois o vírus já está entre eles.

 

Crítica: “Viral” é, sem sombra de qualquer dúvida, mais do mesmo no que aos filmes apocalípticos mas acaba pro ser muito satisfatório porque os seus intervenientes são pessoas comuns que se cem “apanhas” no meio de um turbilhão que acaba por destruir tudo aquilo que conhecem. Obviamente que a crítica disfarçada à sociedade norte-americana (e não só) traz um certo brilho a este “Viral “ de Henry Joost e Ariel Schulman.

 

Como já aqui o disse, “Viral” é mais do mesmo. E assim porque o seu argumento não nos traz novidade alguma. O que acaba por ser bom dado que invenções em filmes/séries da temática já abundam e aborrecem. O argumento não é nada mau e até que tem momentos em que prende por completo a nossa atenção, mas em certos pontos está “altamente americanizado” até porque me custa a crer que em situações de alto risco os jovens adultos tenham o tipo de comportamento que vamos vendo neste “Viral”. Repito; o argumento está bom mas longe de ser algo que nos “fique na retina”.

 

Quanto ao elenco sou da opinião de que todos tiveram um desempenho normal. Dentro do que é exigido para este tipo de filmes pois claro. A dupla de realizadores procurou actores e actrizes “normais” para fazerem o papel de pessoas normais e o resultado até que foi bastante positivo. Existe aqui e acolá um ou outro exagero, mas convêm não esquecer que falamos de um filme que tem dentro de si uma crítica feroz à sociedade.

 

Já os cenários e banda sonora desiludem um pouco. Claro que os filmes deste género não exigem um trabalho muito profundo em termos de cenários, mas o mesmo não sucede na banda sonora. A banda sonora é um elemento fulcral neste tipo de cinema e “Viral” passa muito ao lado no que a este aspecto diz respeito. Exigia-se algo mais, muito mais, a Henry Joost e Ariel Schulman em termos de cenários e banda sonora.

 

Concluindo; “Viral” tem a minha recomendação não obstante estar longe de ser um filme brilhante.

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publicado às 23:32



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