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Campeão de Inverno, mas…

por Pedro Silva, em 07.01.18

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imagem retirada de zerozero

 

Finalizada que está a primeira volta da Liga NOS, eis que o Futebol Clube do Porto é o líder isolado da classificação. Podemos e devemos, apelidar a equipa portista de “Campeão de Inverno” mas se a equipa azul e branca quiser ser a campeã nacional terá de evitar jogar como jogou na primeira parte da partida de hoje diante do Vitória Sport Clube.

 

Pensava eu que esta coisa de “os jogos estão ganhos e como tal não precisamos de correr muito” não se aplicava a este Porto de Sérgio Conceição. Pois enganei-me por completo, pois foi precisamente esta a postura seguida hoje pelo FC Porto na primeira parte. Não admirou, portanto, que o Vitória se tivesse adiantado no marcador perante o olhar inquieto, mas nada surpreso, de todo o público presente no Estádio do Dragão. Claro que compreendo - e até que aceito - o facto indesmentível de que os jogadores não são máquinas, mas estes são, acima de tudo, profissionais. Para mais estes profissionais já deveriam saber que em Portugal somente Benfica e Sporting têm os jogos ganhos à partida (e quando tal não sucede, eis que surgem sempre as habituais “forças de desbloqueio”).

 

Ora tudo isto para dizer que este FC Porto de Sérgio Conceição está (ainda?) muito longe de ser aquele FC Porto de José Mourinho que dominava de tal forma o seu adversário que sofrer um golo inaugural não era sinónimo de preocupação. È importante manter sempre o “pé no acelerador” e os níveis de concentração no máximo pois não vai aparecer sempre um Brahimi inspirado e uma dupla de guerreiros incansáveis de nome Aboubakar e Marega. E nem vou aqui fazer menção ao segundo golo sofrido…

 

À parte de tudo isto há que ressalvar a capacidade de luta e a Fé que os Dragões demonstram em campo. Tal é, sem sombra de dúvida, o cunho pessoal de Sérgio Conceição que marca a diferença - para melhor – relativamente ao FC Porto de Nuno dado que esta “garra” faz com que se criem mais oportunidades de golo, mas a verdade que lhe falta (ainda) velocidade de execução. Vamos a ver o que vai acontecer até ao final da pressente temporada.

 

Uma palavra final para dizer o quanto aprecio este Guimarães de Pedro Martins. É uma equipa que tem as suas limitações é um facto, mas esta hoje demonstrou que está muito bem trabalhada não obstante a qualidade média baixa do seu plantel. Não foi somente por demérito que os portistas se apanharam a perder na primeira parte. Há que dar mérito a este Vitória e perguntar a Pedro Martins por que razão este Vitória Sport Clube não consegue fazer o mesmo nos jogos em que defronta os outros “Grandes”.

 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. Quando tudo parecia estar complicado para as aspirações azuis e brancas, Brahimi pegou na bola e fez magia. Magia esta que desbloqueou o jogo a favor do Dragões dado que redundou num tremendo golo. Yacine Brahimi é, muito por culpa deste lance, o MVP desta partida.  

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 62´ para resolver a “contenda” a favor do Futebol Clube do Porto. Foi nesta altura que Brahimi marcou o segundo golo do FC Porto e colocou um ponto final em toda e qualquer resistência vitoriana. Resistência que, sublinhe-se, até ao momento vinha sendo eficaz e difícil de digerir por todos os portistas presentes no Estádio do Dragão.

 

Arbitragem: Vários lances do primeiro tempo suscitaram dúvidas e levaram a boa dose de protestos. Grande parte deles são difíceis de deliberar, mas um agarrão de Jubal a Marega na grande área parece evidente. Má prestação da parte da equipa de arbitragem liderada por Artur Soares Dias.

 

Positivo: Acreditar até ao fim. Os jogos ganham-se se as equipas trabalharem para isto. Não obstante o “adormecimento” inicial, esta equipa do Futebol Clube do Porto mostrou – mais uma vez – que é capaz de lutar até ao limite das suas forças pela vitória final. Um aspecto que é de louvar nesta equipa de Sérgio Conceição.

 

Negativo: Velocidade de circulação (mais uma vez). Diante de equipas organizadas e de qualidade mediana é extremamente importante que se aposte na velocidade de circulação de bola para, dessa forma, criar espaços que permitam tentar o golo. Mais ima vez, a melhorar Sérgio Conceição.

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publicado às 23:55


Abou e mais 10

por Pedro Silva, em 30.12.17

imgS620I211667T20171230221755.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Mais um jogo treino que acabou por correr bem a este Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição. Foi uma vitória de um treinador que parece estar mesmo apostado em dar tudo por tudo na competição mais mentirosa do calendário futebolístico português. Contudo a verdade seja dita que a cara de quem vence é muito diferente (para melhor) da cara de quem perde. Que tal sirva para uma boa abordagem aos próximos jogos. A começar em Santa Maria da Feira onde a equipa local costuma ter uma especial tendência para se “esfarrapar toda” sempre que defronta a equipa portista.

 

Quanto ao jogo jogado, não há muito a dizer senão que acabou por ser mais do mesmo. È um facto que gostei de ver a eficácia que a equipa azul e branca demonstrou nos lances de bola parada, mas também é verdade que me desagradou imenso a forma como esta mesma equipa azul e branca sofreu dois golos. Bem que poderia apontar o dedo à nova dupla de centrais que é muito semelhante e “macia”, mas não o vou fazer dado que ainda é escasso o tempo em que Reyes e Marcano jogam juntos. Para mais o jogo de hoje, repito, era um mero treino mais competitivo do que o habitual.

 

E pouco mais há a dizer senão que é um mimo ter o Aboubakar em alta no que à sua moral diz respeito. Espero que tal se mantenha por muito tempo pois aproxima-se aquele momento crucial em que toda uma época se decide.

 

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Entrou, viu e venceu. Esta é a melhor forma de descrever a actuação de um jogador que embora só tenha jogado na segunda parte do jogo acabou por ser o melhor de todos dado que foi muito por sua culpa que os portistas se apuparam para a fase seguinte da Taça dos Treinos. Aboubakar está a atravessar o melhor momento de forma da temporada. A manter Abou!

 

Chave do Jogo: Apareceu precisamente no intervalo da partida para resolver a questão a favor do FC Porto. Isto porque foi nesta altura que Sérgio Conceição fez entrar em campo Aboubakar e Corona para os lugares de Brahimi e Maxi. O mexicano e o camaronês precisaram somente de quatro minutos em campo para resolver uma partida que estava a ficar difícil para as aspirações portistas.

 

Arbitragem: Esteve bem na condução do jogo, foi coerente no critério largo que apresentou na primeira parte, embora tenha mudado um pouco na última meia hora, sendo mais rigoroso no aspecto disciplinar. Alguns amarelos do Paços e a expulsão de Herrera entram nessa interpretação. Numa semana complicada para o Benfica, era expectável que os Dragões fossem hoje “brindados” com uma arbitragem “estranha”.

 

Positivo: As mudanças de Sérgio. Com o jogo a complicar-se por culpa própria exigia-se a tomada de uma posição por parte do treinador. Sérgio Conceição fez isto e com resultados muito positivos.

 

Negativo: Equipa que está a vencer por dois a zero não pode – nunca! – deixar-se empatar. Isto do “relaxar” antes do fim do jogo é algo que não pode estar presente na mente dos jogadores portistas sob pena de no futuro as coisas correrem mal nos jogos a sério.

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publicado às 22:53


“Meio” Porto chegou e bastou

por Pedro Silva, em 14.12.17

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imagem retirada de zerozero

 

Jogo com pouca - ou nenhuma - história que os azuis e brancos souberam tornar fácil não obstante o “nome” do adversário. É o que se me apraz dizer acerca de mais uma goleada portista (desta vez a contar para os oitavos-de-final da Taça de Portugal).

 

Defrontar o Vitória SC (Vitória de Guimarães) nunca é uma tarefa fácil. Mesmo quando se joga em casa como foi o caso do Futebol Clube do Porto que recebeu os vimaranenses no seu Estádio do Dragão, mas o actual Guimarães está longe de ser aquele Guimarães aguerrido que luta sempre até ao fim por um dos pouquíssimos lugares europeus da nossa Liga. Claro que a juntar a isto há o (não menos importante) facto de os Dragões não terem nunca virado a “cara à luta” mesmo quando já se encontravam a vencer no minuto 12' da partida.

 

Esta foi uma partida que correu de feição a Sérgio Conceição. O técnico portista fez descansar algumas das suas “pedras nucleares” (Brahimi e Ricardo Pereira) e ainda teve a oportunidade de dar tempo de jogo a quem dele precisa como é o caso de Óliver, Reyes e Corona. Com tudo isto a moral no Dragão está em alta. E ainda bem que tal é assim pois na próxima Segunda-feira o FC Porto vai “fechar” o calendário competitivo de 2017 diante de um fortíssimo e muito bem orientado CS Marítimo.

 

Uma última nota para aqui levantar a seguinte questão. O que será que Pedro Martins vê de bom no guardião Miguel Silva? O moço até que se posiciona bem na baliza mas é muito fraquinho em todos os outros aspectos. Espacialmente nos lances de bola pelo ar… Em Guimarães as coisas não devem estar mesmo muito famosas no que à tesouraria diz respeito.

 

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Hoje o internacional camaronês lutou contra a frágil defesa vimaranense, criou espaços para os seus colegas de equipa, procurou fazer assistências para golo e até visou na partida. Vincent Aboubakar está efectivamente em grande forma!

 

Chave do Jogo: O golo inaugural do FC Porto marcado no minuto 12. Este golo acabou por ser o factor determinante de tudo o que viria a suceder até ao fim do jogo. Tal como no jogo anterior diante do Vitória FC.

 

Arbitragem: Boa arbitragem da parte de Carlos Xistra e restante equipa. Boa decisão no lance da grande penalidade cometida por Victor García. A esse momento seguiram-se, ao longo do encontro, outras decisões menos marcantes, mas globalmente correctas. Um lance entre Hélder e Marcano suscita algumas dúvidas, mas o jogador vitoriano pareceu ter forçado a queda.

 

Positivo: Querer sempre mais, Este FC Porto de Sérgio Conceição bem que pode ser acusado de ser um tudo ou nada “vertiginoso”, mas é sempre importante para a moral da equipa e dos adeptos quando este FC Porto procura fazer sempre mais e mais mesmo quando já está a vencer por uma boa margem de golos.

 

Negativo: Horário dos jogos. Não cabe na cabeça de ninguém marcar-se uma partida dos oitavos-de-final da segunda competição mais importante de Portugal para as 20h15 de uma Quinta-feira (dia de trabalho para muito boa gente). Haja mais respeito pelos adeptos dado que quem não trabalha não pode pagar a entrada nos Estádios e a transmissão televisiva dos jogos.

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publicado às 23:55


Para o Coentrão com amor

por Pedro Silva, em 10.12.17

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imagem retirada de zerozero

 

Após a vitória do Sporting Clube de Portugal no Estádio do Bessa, Fábio Coentrão, atleta do Real Madrid CF que está emprestado ao Sporting, veio para a Praça Pública dar uma de vidente- Ora segundo o Vidente Coentrão o Futebol Clube do Porto ia perder em Setúbal diante ad equipa local. Era um felling, dizia o entendido nestas coisas da adivinhação. Ora como sucede com qualquer outro vidente, Coentrão enganou-se no seu desej… (perdão) na sua previsão. Isto porque os Dragões ganharam em Setúbal e até que foram capazes de produzi um resultado tal que coloca o Sporting CP numa posição na tabela classificativa que nem deveria ser o seu dado que têm sido muitos e manifestos os “empurrõezinhos” para a frente que “amigos do apito” tem dado aos leões. Mas eu se fosse ao Coentrão voltava a tentar adivinhar o resultado final dos próximos jogos do FC Porto dado que tal façanha “coentriana” parece dar ênfase e força a este Futebol Clube do Porto.

 

Colocando de lado as patetices “coentrianas”, vamos então ao jogo do Bonfim.

 

Foi uma partida que se realizou em condições atmosféricas terríveis e num relvado que até que se aguentou razoavelmente bem não obstante a enorme quantidade de chuva e vento que se fez sentir durante os 90 e poucos minutos. Estes goram dois males que, à partida, deveriam ter prejudicado ambas as equipas. Contudo o Vitória FC (ou Vitória de Setúbal, como é mais conhecido) parece ter-se ressentido das más condições climatéricas e da ridícula estratégia que José Couceiro escolheu para este jogo. Couceiro já deveria saber que isto de se jogar com um autocarro na defesa/bola para a frente e Edinho que resolva funciona quando os minutos passam e a equipa adversária não marca. E tal também não funciona quando tudo se desmorona após o primeiro golo sofrido… O José que pense bem nisto em vez de vir para a Comunicação Social queixar-se de uma falta que mais ninguém viu (a não ser os “isentos” comendadores da SportTv e a cambada do “Benfiquistão”). Salvo alguma “prova” em contrário, o primeiro golo de Aboubakar é (perdoem-me a expressão) “limpinho, limpinho”. O resto é música.

 

E realmente o resto do jogo é mesmo música. Após o primeiro golo o Futebol Clube do Porto consegue assentar o seu jogo e o Vitória simplesmente desaparece. Mérito dos portistas que souberam aproveitar um lance de boal parada para se colocar em vantagem, mas era perfeitamente escusado terem passado por dificuldade até este tal golo. E também não percebo porquê razão se deixou de rematar de longe à baliza dos sadinos. Espacialmente depois de ter visto Danilo Pereira a fazer tal coisa com uma eficácia quase sublime (faltou ter entrado na baliza).

 

E mais não há para dizer de uma partida que Sérgio Conceição aproveitou – e bem - para gerir o esforço dos seus jogadores dado que na próxima Quinta-feira há que medir forças com o outro Vitória (este de Guimarães) em mais uma eliminatória da Taça de Portugal.

 

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar e Moussa Marega. Dois “tanques” que espalharam o “terror” na defesa sadina. Nem as condições climatéricas adversas os conseguiram parar. Os 5 golos que marcaram foram o corolário de uma excelente exibição a todos os níveis.

 
Chave do Jogo: O golo inaugural do FC Porto marcado no minuto 31. Este golo acabou por ser o factor determinante de tudo o que viria a suceder até ao fim do jogo. Tal como no jogo anterior diante do AS Mónaco.

 

Arbitragem: Tiago Martins apareceu muitas vezes na partida, e isso não costuma ser um bom sinal. No lance do penálti portista, errou ao não expulsar Vasco Fernandes quando o próprio pensava que a partida para si já tinha acabado, mesmo depois de ver as imagens. Até admira o VAR ter funcionado num jogo do Futebol Clube do Porto. A ver se tal volta a suceder mas em situações bem mais complicadas do que esta.

 

Positivo: A vontade de vencer. Não sei se hoje o FC Porto entrou “picado” pelas declarações de Fábio Coentrão ou se este sabia que tinha de vencer para voltar a liderar isolado a Liga NOS, mas confesso que gostei de ver esta vontade de vencer.

 

Negativo: Tremedeira inicial (outra vez). Já aqui falei nisto e volto a tocar no assunto pois no futuro tal não pode (nem deve) acontecer numa equipa como o FC Porto. Tanto passe falhado no início da primeira parte diante de um adversário que pouco pressionava é incompreensível.

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publicado às 23:55


Começar a tremer e acabar a golear

por Pedro Silva, em 06.12.17

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imagem retirada de zerozero

 

Após o amargo empate caseiro diante do Benfica (com as culpas a serem repartidas entre a má gestão de Sérgio Conceição e a péssima arbitragem de Jorge Sousa & companhia), este embate diante do campeão francês era vital. Era vital não só porque este poderia valer um apuramento dos azuis e brancos para os oitavos de final da Liga dos Campeões, mas porque era preciso renovar a moral para o que aí vem nesta importante recta final até ao Natal no que ao campeonato português diz respeito. E a verdade seja dita que não obstante os disparates da primeira parte e um ou outro desacerto da parte dos Dragões, o Futebol Clube do Porto cumpriu com a sua obrigação, renovando, desta forma, uma moral que poderia ter ficado severamente abalada caso não os portistas não tivesse derrotado (de goleada) este “tenrinho” AS Mónaco de Leonardo Jardim.

 

Não haverá muito a dizer sobre esta goleada portista senão que foi merecida mas que, repito, dispensava alguns dos disparates que os jogadores de azul e branco cometeram. Especialmente na primeira parte onde parecia ser tremendamente difícil construir jogo a partir da defesa sem que os passes saíssem transviados. E tal aconteceu por mais do que uma vez sem que os monegascos fizessem muita pressão. Se tal acontecer na fase seguinte da Champions diante dos possíveis adversários do FC Porto vai ser a “morte do artista”… Mas até lá “ainda muita água vai correr por debaixo da ponte”.

 

Facto consumado. Venha de lá esta deslocação a Setúbal para se vencer mais uma jornada de uma Liga NOS que está – outra vez! – a ser forçosamente inquinada a favor do SL Benfica e Sporting CP. É por isto muito importante que Sérgio Conceição, jogadores, dirigentes e adeptos do Futebol Clube do Porto não se deixem levar por esta saborosa goleada diante do AS Mónaco. Manter os pés bem assentes na Terra e procurar melhorar aquilo que hoje não correu bem exige-se. E não é preciso repetir-se o porquê.

 

Um aparte, o SL Benfica foi a ÙNICA equipa participante na actual edição da UEFA Champions League que não conseguiu fazer um único ponto na fase de grupos. Um banho de realidade que mostra (outra vez) que se não fossem certas “coisas” o campeão nacional de futebol português deveria ter sido aquela equipa que fez por isto e não a que tem sido levada ao “colinho”.

 

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Excelente jogo do camaronês. Excelente a atacar, fantástico a jogar de costas para a baliza, muito certinho no apoio aos seus colegas de ataque e letal na hora de rematar à baliza.

 
Chave do Jogo: O golo inaugural do FC Porto marcado no minuto 9. Este golo acabou por ser o factor determinante de tudo o que viria a suceder até ao fim do jogo.

 

Arbitragem: Jonas Eriksson terá sido algo rigoroso demais neste jogo. Especialmente na expulsão de Felipe, O brasileiro não merecia ter sido expulso com o cartão vermelho directo. Por explicar fica também a razão pela qual este assinalou uma Grande Penalidade a favor do Mónaco. Arbitragem muito mediana que acabou por não ter influência directa no resultado final.

 

Positivo: Yacine Brahimi. Esta noite o argelino andou muito próximo do sue verdadeiro “eu”. Foi importante na manobra ofensiva dos Dragões e apenas pecou por não ter sido regular durante os 90 e poucos minutos em que esteve em campo.

 

Negativo: Tremedeira inicial. Já aqui falei nisto e volto a tocar no assunto pois no futuro tal não pode (nem deve) acontecer numa equipa como o FC Porto. Tanto passe falhado no início da primeira parte diante de um adversário que pouco pressionava é incompreensível.

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publicado às 22:57


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