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O Renascido

por Pedro Silva, em 31.01.16

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AventuraDramaThriller - (2016) - "The Revenant"

Realizador: Alejandro González Iñárritu 

Elenco: Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Leonardo DiCaprio, Will Poulter

 

Sinopse: Numa expedição pelo desconhecido território americano, o lendário explorador Hugh Glass é brutalmente atacado por um urso e deixado como morto pelos seus companheiros de caça. Na luta pela sobrevivência, Glass resiste a um sofrimento inimaginável, bem como à traição de John Fitzgerald, um dos seus companheiros de expedição. Guiado pela sede de vingança e o amor da sua família, Glass terá de enfrentar um inverno rigoroso numa busca incessante pela sobrevivência e redenção.

 

Critica: Muito bom sem no entanto ter entrado para a minha galeria de excelência. O filme em si é básico, muito básico mesmo, mas está filmado de uma forma ímpar e é muito por este facto que dou um muito bom a esta produção de Alejandro González Iñárritu 

 

O Renascido tem tudo para ser um filme enorme, mas o seu calcanhar de Aquiles está no argumento. O argumento é a “pedra de toque” de qualquer filme e neste não está grande coisa porque é simples, demasiado simples. Chega mesmo a ser vulgar. Basicamente a história é algo que já vimos em muitos filmes do género com menor qualidade. É uma pena que assim seja dado que, repito, este “O Renascido” tem tudo para ser uma produção de excelência.

 

Por seu turno o elenco apresenta-nos um desempenho de excelência com Di Caprio a mostrar todo o seu potencial. Com tão fraco argumento só mesmo o brilho e desempenho dos seus actores poderia elevar a fasquia desta produção de Iñárritu. 

 

Por último temos os cenários que são muito diversificados e excelentemente explorados. Em muitos momentos existe uma simbiose quase que automática entre Di Caprio e o espectacdor. É quase comos e estivéssemos a viver o que a personagem vive e isto é arte. Arte cinematográfica no seu melhor. A juntar a isto temos uma banda sonora envolvente e profunda… Basicamente tudo isto é Alejandro González Iñárritu  no seu melhor.

 

Obviamente que recomendo este filme mas aviso desde já que o mesmo é algo de exigente para com o seu espectador.

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publicado às 19:13


A Criança nº 44

por Pedro Silva, em 26.09.15

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Drama, Thriller (2015) - “Child 44”

Realizador: Daniel Espinosa

Elenco:  Tom Hardy, Gary Oldman, Noomi Rapace

 

Sinopse: No início dos anos 50 do século XX, a União Soviética continua debaixo do medo e da paranóia instilados pelo ditador Joseph Stalin. É neste cenário que Leo Demidov (Tom Hardy), antigo herói da segunda guerra mundial e agente da polícia secreta do estado, se vê perante uma estranha série de mortes. Alguém anda a assassinar crianças com requintes de malvadez um pouco por toda a zona oeste da URSS.

 

Critica: Este é dos poucos filmes que conseguiram entrar na minha galeria de excelência. “A Criança n.º 44” tem como grande trunfo a sua base de trabalho, base que foi inteligentemente bem aproveitada e devidamente explorada pelo Realizador  Daniel Espinosa e sua equipa.

 

O argumento é excelente. Nada maçudo, cativante, carregado de diálogos com cabeça, tronco e membros que se encontram muito bem enquadrados no espaço e tempo e, repito, com uma base de trabalho bem explorada. Torna-se um prazer assistir a este filme e nem se dá pelo tempo passar não obstante o filme ser um tudo ou nada longo. Para mais este excelente argumento passa com muita facilidade a mensagem que o Realizador pretende que o seu público capte.

 

Relativamente ao elenco, na minha opinião Tom Hardy e Gary Oldman fazem aquilo que na gíria se designa de “papelaço” pois encarnam na perfeição as suas personagens e, com isto, cativam a atenção do espectador que acaba pro sentir simpatia/antipatia pelas ditas personagens tal como deseja o Realizador. Neste aspecto somente Noomi Rapacedeixa algo a desejar pois em certos momentos parece que a actriz está açgo distante de tudo o que se está a passar.

 

Em termos de cenários digo que foram muito bem trabalhados e explorados. Diversificados q.v. ajudam a que nos enquadremos no espirito da época e “absorvamos” com mais facilidade e emoção a história que nos vai sendo contada.

 

Concluindo; trata-se de um filme que recomendo vivamente a que assistam, e assistam e assistam. Vale a pena o esfoço!

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publicado às 19:05


Mad Max: Estrada da Fúria

por Pedro Silva, em 28.06.15

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Acção, Aventura (2015) - "Mad Max: Fury Road"

Realizador: George Miller 

Elenco: Tom Hardy, Charlize Theron, Nicholas Hoult, Hugh Keays-Byrne

 

Sinopse: Perseguido pelo seu turbulento passado, Mad Max acredita que a melhor forma de sobreviver é não depender de mais ninguém para além de si próprio. Ainda assim, acaba por se juntar a um grupo de rebeldes que atravessa a Wasteland, numa máquina de guerra conduzida por uma Imperatriz de elite, Furiosa. Este bando está em fuga de uma Cidadela tiranizada por Immortan Joe, a quem algo insubstituível foi roubado. Exasperado com a sua perda, o Senhor da Guerra reúne o seu letal gang e inicia uma impiedosa perseguição aos rebeldes e a mais implacável Guerra na Estrada de sempre.

 

Crítica: Começo pela nota como de costume: satisfaz. Mad Max: Estrada da Fúria do Realizador George Miller  está bem melhor do que os anteriores da saga Mad Max (mau era se tal não fosse uma realidade), mas o filme continua a ser mais do mesmo. Não se crie a ilusão de que se vai ver algo de muito diferente e com algum conteúdo.

 

Já aqui o disse e repito, este novo Mad Max de novo tem apenas os actores e melhores efeitos especiais que tornam esta produção de George Miller  mais “apetecível”, de resto em termos de argumento este praticamente não existe. Basicamente é tudo mais do mesmo se bem que este “mais do mesmo” foi mais bem trabalhado o que me leva a dizer que a “reciclagem” que o seu realizador levou a cabo até que foi bem-sucedida.

 

Quanto ao elenco pouco ou mesmo nada há a dizer. Trata-se de um filme onde a nossa atenção é atraída quase que forçosamente para o que se vai passando pelo que não se dá pelo trabalho dos actores. Dentro do exigido até que estiveram bem, mas longe de terem estado brilhantes. Não haverá, de certeza, neste Mad Max um sucessor de Mel Gibson.

 

Por últimos os cenários são de uma pobreza franciscana. Bem sei que é preciso passar a mensagem de apocalispe, mas também não precisam de exagerar. É areia a mais para o meu gosto.

 

Em jeito de conclusão; recomendo este Mad Max: Estrada da Fúria aos fãs da saga e a quem não tiver nada mais interessante e com mais conteúdo para ver.

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publicado às 22:55


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