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Chegar, ver, marcar, relaxar e pressionar

por Pedro Silva, em 11.01.18

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imagem retirada de zerozero

 

Chegar, ver, marcar, relaxar e pressionar. Penso que esta é a melhor forma de descrever a prestação de hoje do Futebol Clube do Porto em Moreira de Cônegos diante ad equipa local. O único ponto de interesse desta partida foi, somente, o facto de esta ter dito respeito aos quartos-de-final da Taça de Portugal. Tudo o resto pareceu-me demasiado previsível.

 

Em certos momentos este jogo chegou mesmo a aborrecer-me. E a culpa foi de uma dupla de mexicanos que cedo “teceu” o “par de meias” que os azuis e brancos irão utilizar em dois dos muitos clássicos que vão ter de realizar diante do Sporting Clube de Portugal. Mas atenção. O mérito deste “aborrecimento” não é só da dupla Héctor Herrera/Miguel Layún. Há também que dar mérito ao Moreirense Futebol Clube por ter mostrado ser de uma fraqueza tal em termos de qualidade. Atente-se, a título complementar, que a única oportunidade em que os da casa conseguiram marcar o seu “golito” foi quando os atletas do FC Porto se deixaram “embriagar” pela arrogância de um 2 a 0 a seu favor. Aliás, logo após este golo o Moreirense voltou a desparecer do seu Comendador Joaquim de Almeida Freitas, fruto da pressão constante da equipa liderada por Sérgio Conceição.

 

Não havendo muito mais a acrescentar a esta naturalíssima vitória portista por terras minhotas, gostaria somente de deixar aqui uma questão que me parece pertinente.

 

Porquê razão o Vídeo Árbitro (o tal de VAR) nunca funciona nos jogos dos Dragões?

 

Ainda hoje os azuis e brancos fartaram-se de levar “pancadaria velha” sem que os infractores tivessem sido devidamente punidos. Já quando os atletas do Futebol Clube do Porto olhavam de lado para um seu colega da equipa adversária eis que eram logo admoestados pela equipa de arbitragem. Mistério…

 

MVP (Most Valuable Player): Miguel Layún. Layún realizou hoje uma excelente exibição num estádio que não é lá muito propício a extremos dada a sua pequenez em termos de dimensão do relvado. O internacional mexicano jogou e fez jogar. Marcou um bonito golo e mostrou a Sérgio Conceição (e não só) que pode contar com ele na posição de extremo.

  

Chave do Jogo: Surgiu na altura em que o Moreirense FC marcou o seu único golo da partida. Tal fez soar os alarmes da casa portista que depressa “alinhou a suas tropas” no sentido de não permitir que o seu adversário conseguisse sequer sonhar com o prolongamento.

 

Arbitragem: Arbitragem sem sobressaltos e a dar boa conta do recado. Apenas se critica o facto de Manuel Oliveira ter permitiu o abuso do poderio físico aos da casa.

 

Positivo: Espírito de grupo. Se há coisa que ficou bem patente no jogo de hoje é que esta equipa do FC Porto segue à risca o lema de “um por todos e todos por um”.

 

Negativo: Moreirense FC. Fraquinho, fraquinho, fraquinho, Com toda a certeza na Segunda Liga do nosso futebol existirão equipas com muito melhor qualidade do que este Moreirense FC.

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publicado às 23:55


Se era para fazer o frete

por Pedro Silva, em 21.05.17

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imagem retirada de zerozero

 

Não me vou alongar muito na análise ao Moreirense FC 3 x FC Porto 1. Isto porque o título deste texto é elucidativo sobre o que aconteceu em campo. Uma defesa como a do Futebol Clube do Porto não pode – nem deve – sofrer golos daqueles. Será que os atletas do FC Porto nunca ouviram falar nas “compensações”? Se um companheiro da defesa vai marcar um outro atleta da equipa adversária, cabe a um jogador do FC Porto ocupar o espaço deixado vazio pelo defesa para se evitar sofrer um golo como o terceiro do Moreirense FC. É assim tão complicado?

 

Pois para os jogadores do actual plantel do Futebol Clube do Porto tudo parece ser complicado. Tal ficou bem patente nos três golos da equipa minhota… Três disparates defensivos que redundaram em três golos inadmissíveis. Se isto continuar assim bem que se pode ir buscar o José Mourinho que isto nunca mais lá vai. E mais, se era para se fazer o frete, mais valia ter-se entrado em campo com os jogadores da equipa B. Se calhar até que teriam deito melhor figura.

 

Quanto a Nuno Espírito Santo (NES), este percebeu tarde demais que nunca deveria ter dado ouvidos à “sapiência” futebolística dos adeptos que o criticam por tudo e por nada. Eu sempre disse que o melhor sistema táctico para o actual FC Porto é o 4x4x2. E a prova está neste jogo de Moreira de Cônegos onde os azuis e brancos só começaram “a jogar à bola” quando NES retirou do campo Otávio e Herrera para fazer entrar André Silva e Corona. Dito de outra forma; a equipa portista joga muito melhor num 4x4x2 do que num 4x3x3 onde praticamente só se vê Brahimi a brincar com a bola e a correr para cima dos adversários para perder a posse do esférico o mais rapidamente possível. O que não, percebi foi a razão da entrada de Rui Pedro em campo por troca com Tiquinho Soares… Gestão de esforço nesta altura do campeonato NES?

 

Depois do que vi hoje em Moreira de Cônegos espero bem que Pinto da Costa e restante Direcção do FC Porto já tenham definido a próxima época. Se ainda não o fizeram o mais provável é na próxima época ficarmos – mais uma vez - em branco

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. De todos os que estiveram em campo, Alex foi aquele que mais procurou dar a volta ao rumo dos acontecimentos antes de ter sido “levado na onda”. Bem a atacar e exímio a defender, Alex foi um “oásis” num tremendo “deserto de ideias” que hoje se apelidou de Futebol Clube do Porto.

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 83', altura em que o Moreirense marcou o seu terceiro golo e colocou um ponto final no jogo. Até esta altura a partida estava longe de estar decidida muito por força da reacção dos portistas que fora entretanto promovida pelas “mexidas” tardias do seu treinador.

 

Arbitragem: Não terá sido por causa de Fábio Veríssimo e dos seus assistentes que o Futebol Clube do Porto perdeu o jogo de hoje. Contudo os Dragões terão algumas razões de queixa porque terá ficado por marcar uma grande penalidade contra o Moreirense por falta de Caué sobre Otávio ainda na primeira parte e quando os azuis e brancos pressionavam a equipa cónega foram vários os momentos em que Fábio Veríssimo pactuou com as famosas “demoras de tempo” que cortam o ritmo do jogo a quem ataca.

 

Positivo: As alterações de NES ao intervalo. A mudança de um confuso 4x3x3 para um eficiente 4x4x2 foram o único factor positivo a apontar à equipa portista em todo o jogo.

 

Negativo: “Fazer o frete”. Os jogadores do Futebol Clube do Porto são profissionais bem renumerados. Independentemente de o jogo de hoje não contar para nada, a sua obrigação era a de ter feito algo mais pelo Clube.

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publicado às 22:51


Tinha de correr mal (II)

por Pedro Silva, em 03.01.17

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imagem retirada de zerozero

 

Resumo o meu comentário a este triste jogo a dois únicos pontos:

 

- Nuno Espírito Santo (NES) disse n o treino aberto do passado domingo - salvo erro - que há que lutar contra tudo e contra todos (penso ter sido mais ou menos isto aquilo que NES disse), mas quem aposta em Héctor Herrera e em André André num jogo onde só a vitória poderia não bastar para se passar à fase seguinte da dita prova denominada de “Taça da Liga” é pouco. Manifestamente pouco. Para mais isto de se andar uma primeira parte a passar a bola para trás e para os lados a um ritmo lento (a roçar o lentíssimo) na vã esperança de que Yacine Brahimi tivesse uma jogada de génio que resolvesse a contenda a favor do Futebol Clube do Porto é caricato (para não dizer ridículo) pois bastaria um lance de desconcentração da parte dos azuis e brancos para que o ultra defensivo Moreirense marcasse o seu golo. Golo que acabou por ser o da vitória da equipa cónega.

 

- Começa a ser demais a quantidade de jogos em que o Futebol Clube do Porto é prejudicado por chicos-espertos que tem o condão de poder apitar uma partida de futebol. Não terá sido somente (repito: não terá sido somente) por causa da cegueira selectiva de Luís Godinho e seus pares que os Dragões perderam em Moreira de Cônegos, mas há que ser justo e dizer que o amigo Luís fez aquele jeitinho aos comandados de Augusto Inácio que estiveram sempre mais interessados em fazer o impossível para que não se jogasse futebol. Como se não bastasse Luís amigalhaço Godinho teve ainda a ideia peregrina de expulsar Danilo Pereira. 2016 terminou com o cartão amarelo mais estapafúrdio de sempre. 2017 começa com o cartão vermelho mais estapafúrdio de sempre.

 

Agora que cada um retire as suas conclusões. Eu continuo a defender que a prestação do FC Porto nesta tal de “Taça” não interessa para nada, mas era escusado ter-se aumentado a pressão a que os azuis e brancos vão ser submetidos em Paços de Ferreira. Para além de que era sempre importante manter e melhorar a sempre importante “dinâmica de vitória”.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. O defesa lateral esquerdo do FC Porto acabou por ser o menos mau da equipa portista. Alex esteve sempre bem a defender e a atacar e foi dos poucos (juntamente com Maxi) que procurou lutar contra o rumo dos acontecimentos.

 

Chave do Jogo: Surgiu no minuto 49´, altura em que Francisco Geraldes marca o único e decisivo golo da partida. A partir daí a equipa do Moreirense limitou-se a “levar a água ao seu moinho” gerindo tempo e esforço diante de uma equipa portista que (por culpa própria e do amigo Luís) nunca se encontrou.

 

Arbitragem: Luís Godinho e a sua equipa de arbitragem foram hoje tudo aquilo que uma equipa de arbitragem não pode ser em campo. Ficaram duas grandes penalidades por marcar a favor do Futebol Clube do Porto e ainda se está para se perceber a expulsão de Danilo Pereira. Para além disto pactuou com o anti jogo do Moreirense FC. Apesar de tudo ajuizou bem o lance que ditou a expulsão de Yacine Brahimi do FC Porto. Má arbitragem com influência directa no resultado final (mais uma).

 

Positivo: Inexistente.

 

Negativo: A apatia portista. É verdade que as arbitragens têm sido habilidosas e que há que “lutar contra tudo e contra todos”, mas cabe ao FC Porto mostrar em campo aquilo que diz aos seus adeptos. Coisa que hoje não fez (obviamente).

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publicado às 23:55


Julen, Julen...

por Pedro Silva, em 25.09.15

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imagem de zerozero

 

Este é daqueles jogos em que me custa um tudo ou nada analisar. Não por não ter visto a 1.ª parte por inteiro mas sim porque o empate de hoje teve como principal culpado Julen Lopetegui contudo se o clube Portista conseguiu estar na frente do resultado foi muito por culpa do Basco que soube “mexer” na equipa quando esta andava completamente perdida em campo.

 

Ante um Moreirense defensivo e a pensar somente no “pontinho” seria o jogo ideal para que Ruben Neves tivesse jogado em vez de Herrera pois se há coisa que faltou ao Futebol Clube do Porto foi eficácia e velocidade no passe. Isto porque Julen insiste, repito, na posse pela posse e na rotatividade da equipa. Ora apresentar um onze com um meio campo pesado a pensar no “choque” é pouco, manifestamente pouco para se derrotar uma equipa pequena como o Moreirense. Foi assim que os Azuis e Brancos empataram na Madeira ante o Marítimo e foi assim que empataram em Moreira de Cónegos. Já vai sendo tempo de Julen perceber que a Liga Portuguesa é assim mesmo, fechada, fechadinha a tentar roubar o pontinho aos ditos “grandes”.

 

O que também não se percebe é o facto de os Dragões apostarem na posse e controlo do esférico quando estão empatados e/ou a perder e deixam de o fazer quando se apanha a perder. Será falta de treino? Não teria sido uma boa ideia colocar Rúben Neves em campo quando Corona marcou o segundo golo? E porque não Imbula para ajudar a d3efsa dado que Marcano não estava em campo e os Portistas estavam a jogar com três defesas?

 

Continua ser constrangedor o fraco aproveitamento dos Dragões nos lances de bola parada. E quando falo aqui em lances de bola parada refiro-me a livres laterais e cantos onde o aproveitamento é zero. Será que este importante aspecto de jogo não é treinado no Olival? E já agora, qual o mal de se ir à linha e cruzar quando a equipa adversária se fecha a sete chaves na sua defesa?

 

Mas lá está, há jogos que custam a analisar dado que os acertos e asneiras se equivalem. O problema é que após uma saborosa vitória sobre o SL Benfica é complicado “encaixar” este resultado… Para mais amanhã a liderança da Liga poderá mudar de mãos!

 

Chave do Jogo: Ao minuto 50 Julen Lopetegui faz entrar em campo Tello para o lugar de Herrera e Jesús Corona passa a jogar pelo meio no apoio ao ponta de lança Osvaldo com Varela e Tello em ambas as faixas atacantes dos Azuis e Brancos. Esta foi a melhor jogada que Julen Lopetegui durante todo o jogo pois foi a partir deste momento que os Azuis e Brancos “pegaram” no jogo dado que a equipa de Miguel leal não contava com o Mexicano Corona no meio do ataque Portista. O golo de Corona não foi estranho a esta “mexida”.

 

Positivo: Neste aspecto apenas posso destacar um facto: o grande jogo de Maicon. O Brasileiro marcou um grande golo e foi o “patrão” de uma defesa que estava completamente perdida e com a “cabeça noutro lugar”. Se há Atleta que merecia uma vitória hoje era Maicon, o único Atleta dos Porristas que esteve ao seu nível.

 

Negativo: Um deles já aqui dei nota e volto a referir-me a ele como um dos pontos negativos deste jogo – a defesa Portista - mas existe um outro que parece ter passado ao lado de muito boa gente: o relvado do Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas que não se encontrava nas melhores condições. Não era o típico “batatal” das equipas Lusas ditas pequenas, mas estava em mau estado e não permitiu uma boa circulação de bola, para além de que acabou pro ser o principal responsável pela lesão de Jogadores do FC Porto e Morei4ense FC.

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publicado às 23:25


Imperou a normalidade

por Pedro Silva, em 07.02.15

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Numa jornada muito importante, mas longe de ser decisiva, o Futebol Clube do Porto realizou um jogo perfeitamente normal em Moreira de Cônegos e, a meu ver, até mostrou algumas melhorias. Principalmente a nível defensivo.

 

Ao contrário de muito boa gente, e até do Treinador do Moreirense, não creio que o Mercado de Inverno tenha enfraquecido a equipa Minhota. É verdade que saíram Atletas importantes e de qualidade, mas bem vistas as coisas não me pareceu que o Moreirense tivesse jogado de uma forma muito diferente daquilo que fez no Dragão aquando da primeira volta do Campeonato. Miguel Leal projectou a sua equipa para a conquista de um empate e não o conseguiu pois o Dragão cumpriu com sua obrigação e venceu com naturalidade. Estar a encontrar justificação para o injustificável é o jogo típico dos que vêm no Futebol Clube do Porto um alvo a abater e infelizmente muitos destes “Snipers” habitam na nossa Comunicação Social.

 

Ainda sobre o Moreirense penso que o seu Treinador quis jogar com o facto de Julen Lopetegui preferir um futebol de posse pela posse e não deu grande importância ao fraco estado do relvado do seu Estádio. E deu-se mal pois ainda na primeira parte ficou sem dois dos seus melhores Jogadores que saíram lesionados.

 

Quanto ao FC Porto, confesso que me agradou em alguns aspectos. Foi notória durante a partida a intenção de Lopetegui em que a equipa Azul e Branca variasse o seu estilo de jogo. Os extremos trocavam várias vezes de posição e a equipa tanto optava pela posse da bola como se servia dos passes rápidos em profundidade para o ataque. Desta forma os Jogadores mexem-se em campo e criam linhas de passe e os result6ados positivos surgem. Coisa que não sucede quando lhes dá para o “toca para trás e para os lados” de que Julen tanto gosta.

 

A nível defensivo tenho de reconhecer que os Azuis e Brancos estiveram ao sue nível. A defesa “não meteu água” apesar de num momento ou outro ter passado por alguns apertos por estar mal posicionada em campo e insistir nos atrasos irracionais para o Guarda-redes. Espero que estas melhoras sejam para continuar e apenas lamento que venham tão tarde.

 

Uma nota final sobre Tello. O Espanhol cada vez mais me faz lembrar Mariano González. O rapaz tem técnica, velocidade e muita garra, mas quando lhe colocam uma bola nos pés e uma baliza pela frente o moço não acerta uma. Bem dizia eu que não era coisa boa o FC Barcelona ter emprestado o Jogador por duas Temporadas.

 

E pronto, agora é esperar pelo resultado do jogo entre Benfica e Sporting. Um deles vai perder pontos para o FC Porto, se bem que eu prefiro de longe que seja o SL Benfica a perder. Mas o que eu preferia mesmo era que o Dragão não tivesse de andar atrás do azar alheio para vencer o Campeonato.

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publicado às 23:51


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