Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


imgS620I215206T20180218193546.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Comecemos pelos “discos pedidos” antes de entramos no FC Porto 5 x Rio Ave FC 0 da 23.º jornada da Liga NOS. Na minha opinião fica mal a Sérgio Conceição (SC) deixar-se levar pela “letra” dos adeptos. Ao voltar a colocar José Sá no banco de suplentes, SC atendeu ao pedido de muitos adeptos que viram em José Sá a única e exclusiva razão pela qual os Dragões sofreram aquela que ficou na história como a maior derrota caseira do clube nas competições europeias. E SC fez mal ao ter seguido a “massa” porque quem tiver visto o 5 a 0 da passada quarta-feira a favor do Liverpool com olhos de ver e dois dedos de testa facilmente percebe que se tivesse sido Iker Casillas o guarda-redes desta fatal partida, o resultado final teria sido de 4 a 0 a favor da equipa inglesa. SC meteu “água” diante do Liverpool dado que não soube, de forma alguma, preparar a sua equipa para fazer face a um Liverpool FC que sabia muito bem como “dar a volta” ao Futebol Clube do Porto. Ao ter aceitado as exigências dos “exigentes” adeptos, SC perdeu, em definitivo, mais um elemento de um plantel que é curto por mera opção. A ver vamos se porventura esta coisa dos “discos pedidos” se fica por aqui ou se vamos ter mais disto lá para a frente sempre que alguma coisa corra mal. Passemos então ao jogo de hoje.

 

Que dizer de um jogo normal onde o habitual sistema de jogo portista acabou pro ser mais forte do que a audácia ofensiva da equipa vila-condense? Pouco. Muito pouco. O que há para dizer é que o Rio Ave não mereceu ter perdido por tantos golos se bem que a equipa de Miguel Cardoso tenha tentado fazer aquilo que não se deve fazer diante da equipa “corre-corre até à exaustão” de SC. Especialmente nos lances de bola parada como os cantos. E foi por muito por causa desta insensatez que os azuis e brancos conseguiram vencer hoje. Claro que há que dizer que os atletas do Rio Ave FC têm muita vontade de fazer, mas já a capacidade para o fazer é outra história. Parece-me que a de Vila do Conde ficou um tudo ou nada abalada pela polémica dos jogos comprados… Polémica esta dal qual mais ninguém ousou falar depois de o SL Benfica ter sido “apanhado” no meio da dita.

 

Penso que teria sido um tudo ou nada importante que hoje a equipa de SC tivesse “tirado um pouco o pé do acelerador”. Espacialmente tendo em consideração que na próxima quarta-feira há que disputar a segunda parte de um jogo que a equipa portista está a perder ao intervalo. Mas pedir a esta equipa que faça gestão de esforço é o mesmo que pedir a um penedo que saia do caminho. Parece que este FC Porto não sabe fazer outra coisa senão correr até à exaustão. Nunca ouviram falar de posse de bola e de se juntar linhas para se retirar espaço de manobra ao adversário?

 

E já agora, Diogo Dalot na posição de defesa lateral esquerdo? Não me lixem o juízo!

 

Mas pronto, o mais importante esta feito. Em princípio o choque da Champions não afectou a equipa que mostrou que continua focada naquilo que é o objectivo principal da época: conquista do campeonato. Espero que tal se mantenha assim numa fase que está longe de ser fácil no que ao calendário competitivo diz respeito.

 

MVP (Most Valuable Player): Maxi Pereira. “Velhos são os trapos” e Maxi é a prova disto mesmo. O defesa lateral direito uruguaio deu sempre tudo o que tinha e não tinha ao Futebol Clube do Porto mesmo quando já tinhas as “pilhas gastas” Excelente a fazer todo o corredor lateral direito defensivo e ofensivo da equipa portista.

 

Chave do Jogo: Esta apareceu na partida com o golo de Marcelo na própria baliza. A partir do minuto 34´ ficou definido que a haver um vencedor este seria o Futebol Clube do Porto.

 

Arbitragem: Lance duvidoso aos 14 minutos quando Tarantini faz falta sobre Soares à entrada da área. Talvez pudesse ter sido mostrado o vermelho directo ao médio do Rio Ave. Tirando isto até que se pode dizer Carlos Xistra fez um bom trabalho. E há que realçar a primeira vez que o VAR decide (e bem) um lance duvidoso a favor do FC Porto!

 

Positivo: Seguir em frente. Depois da copiosa derrota caseira diante do Liverpool não há nada como golear o adversário quês e segue. Melhor forma de se recuperar a moral do que está é impossível.

 

Negativo: Correr, correr e correr. A vencer por três bolas a zero é perfeitamente descabido continuar-se a correr como se a partida estivesse empatada a zero. Um campeonato é uma maratona e não uma prova dos cem metros.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:30


Pois é. Isto é a Champions!

por Pedro Silva, em 14.02.18

imgS620I214988T20180214214409.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Pois é meu caro Sérgio Conceição. Isto é a Champions. E na Champions das duas, uma; ou jogas como deve ser ou levas uma pancada tal que não sabes de onde vieste. Optaste por jogar diante do Liverpool da mesma forma que jogas contra o Tondela, Chaves, Moreirense, Portimonense e outras equipas do nosso campeonato que derrotaste com sorte, e pagaste um preço bem elevado. Entraste para a história do Futebol Clube do Porto como o treinador que obteve a pior derrota caseira de sempre da história do clube azul e branco na Liga dos Campeões. Bravo Sérgio! Bravo para ti e para aqueles que teimam em fazer dos meus avisos semanais uma espécie de “patetice”.

 

No jogo diante do Chaves do passado domingo eu tinha aqui feito referência a um aspecto negativo deste FC Porto: a incapacidade de “matar” o jogo. Logo fui ripostado por um comentário que desvalorizou a situação. Agora que todos vimos o Liverpool FC (equipa cuja matriz de jogo é muito ofensiva) a jogar e a esmagar o FC Porto no Estádio do Dragão será que ainda querem insistir na tese de que este FC Porto de Sérgio Conceição não tem uma clara e manifesta incapacidade de controlar os seus jogos?

 

E não. Não vou embarcar nesta do siga para a frente que eles eram mais fortes. Também não vou massacrar a equipa técnica e jogadores do Futebol Clube do Porto, mas há que retirar sérias ilações de tudo o que aconteceu hoje em campo. Especialmente se tivermos em linha de conta que num passado não muito distante foi um resultado parecido com este que determinou o princípio do fim do FC Porto de Julen Lopetegui.

 

O aspecto psicológico é agora, mais do que nunca, importante.

 

E é também importante que Sérgio Conceição perceba – de uma vez por todas - que os jogos não se ganham jogando sempre ao ataque. Por vezes há que aproximar os sectores da equipa para que se criem linhas de passe. Especialmente quando a equipa adversária pressiona muito a linha defensiva, como fez hoje o Liverpool. E há também que começar a perceber que o futebol é, muitas vezes, um jogo que se joga em velocidade e não devagar, devagarinho até que alguém se lembre de ter a felicidade de criar um lance para golo. Já agora, para finalizar este capítulo, acrescente-se ainda que estes “problemas” de que aqui falei já marcaram presença em vários jogos dos Dragões em que Danilo Pereira alinhou como titular. Por isto deixem de lado a tese de que o que faltou hoje ao FC Porto foi a presença de Danilo.

 

Duas notas finais.

 

Uma para quem vai fazer de José Sá o “diabo” que deve ser crucificado por toda a nação Portista. É um facto que o guardião português foi muito mal batido no primeiro golo da equipa inglesa, mas é também verdade que este não teve culpa alguma nos outros quatro.  

 

A outra nota é tão-somente para realçar que o Futebol Clube do Porto de Nuno Espírito Santo fez muito melhor figura nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões diante de uma equipa que veio a ser a finalista da prova na época passada. Jogou com dez nas duas mãos e na altura teve ao seu dispor um plantel com menos opções. Mas lá está, o NES é uma besta. Já o Sérgio é bestial.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Até ao intervalo o brasileiro era o melhor em campo da equipa portista. Eram dele que vinham quase todos os lances que fizeram com que os Dragões ameaçassem a baliza inglesa. Otávio chegou, inclusive, a quase marcar o golo inaugural da partida. Golo que poderia ter ditado um desfecho diferente para os portistas. Acabou por ter substituído ao intervalo por uma questão de gestão de esforço (Sérgio Conceição dixit) e a equipa ressentiu-se disto.

 

Chave do Jogo: Apareceu ao intervalo aquando da substituição de Otávio por Corona. Com a saída do brasileiro deixou de haver no meio campo portista quem fizesse com que a bola chegasse em condições jogáveis aos extremos. Aproveitando-se de tal, o Liverpool limitou-se a gerir o jogo a seu belo prazer dado que os azuis e brancos simplesmente desapareceram no que ao aspecto ofensivo dizia respeito.

 

Arbitragem: Arbitragem regular, sem erros graves a apontar.

 

Positivo: Inexistente.

 

Negativo: Incapacidade portista (mais uma vez). É certo e sabido que a sorte também faz parte do futebol, mas este importante factor nem sempre marca presença. Convinha que o FC Porto percebesse isto (e outras coisas) de vez.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:28


Em vantagem ao intervalo

por Pedro Silva, em 07.02.18

imgS620I214559T20180207222153.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Jogo muito agradável de se seguir entre aquelas que neste momento são as duas melhores do nosso campeonato. Alias, acredito que Futebol Clube do Porto e Sporting Clube de Portugal serão as duas melhores equipas da Liga NOS até ao final da presente temporada. Hoje tal ficou bem vincado dado que ambas brindaram os adeptos com um jogo muito bom. Acrescente-se que este foi um jogo que dizia respeito à primeira de duas mãos de uma das meias-finais da Taça de Portugal.

 

Num jogo equilibrado caberia a certos jogadores tentarem fazer pender a vitória para o lado da sua equipa. Do lado da equipa de Alvalade tivemos dois fantásticos atletas que tentaram fazer tal papel sem resultado prático no resultado final. Gélson Martins e Bruno Fernandes foram, de longe, os melhores da equipa de Jorge Jesus. Do lado dos azuis e brancos este papel coube a Sérgio Oliveira e foi precisamente do médio portista que veio a “chave” que abriu a porta da baliza leonina através de um cruzamento fantástico para a cabeça de Tiquinho Soares.

 

Em suma; este foi um jogo onde um Futebol Clube do Porto liderado por um fantástico Sérgio Oliveira - e uma certa sorte nos minutos finais – conseguiu, no global, ser ligeiramente superior a um Sporting Clube do Portugal que se deixou embalar pela história de ser uma equipa “à italiana”.

 

Nada está decidido. Ainda há uma importante deslocação ao Estádio de Alvalade para se saber, em definitivo, quem será o finalista da Taça de Portugal, e até finais de Abril muita coisa vai acontecer. Uma das coisa que espero que aconteça é por esta altura Sérgio Conceição já saber gerir melhor as substituições em jogos deste calibre. E espero também que a falta de concentração que a defesa portista evidenciou na recta final do jogo tenha desvanecido de vez.

 

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. O médio internacional português voltou a mostrar que está a atravessar um excelente momento de forma e que ganha com isto é Sérgio Conceição que vê neste a “pedra chave” que pareceu ter perdido com a lesão de Danilo Pereira. A vitória portista em pleno Estádio do Dragão “nasceu” dos pés de Sérgio Oliveira que fez um cruzamento com “régua e esquadro” para a cabeça de Soares. Sérgio Oliveira foi hoje o “patrão” que levou a equipa azul e branca à vitória sobre o rival de Lisboa.

 

Chave do Jogo: Inexistente. O jogo foi, quase sempre, muito equilibrado não obstante alguma ascendência portista. Nenhuma das equipas em campo foi capaz de criar um lance que fizesse com que a sua vitória fosse evidente e definitiva.

 

Arbitragem: Arbitragem defensiva, sem querer correr riscos e sem falhas de grande dimensão. Trabalho positivo de João Pinheiro e dos seus auxiliares.

 

Positivo: Jogar futebol e nada mais. Se retiramos de cena as palermices de Fábio Coentrão, eis que se pode dizer que hoje tivemos aquilo que todo e qualquer adepto de futebol gosta de ver: uma excelente partida de futebol.

 

Negativo: Fábio Coentrão. Jogou pouco e esteve sempre muito mais preocupado em arranjar confusão Será que Coentrão padece de algum complexo de inferioridade sempre que defronta do FC Porto?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:36

imgS620I214312T20180203222938.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Confesso que gostei de ver esta partida de futebol. O Futebol Clube do Porto procurou sempre impor a sua – natural - força em campo diante de um Sporting Clube de Braga que não quis, nunca, aceitar submeter-se à natural força do Dragão. Questiono a razão pela qual a equipa bracarense não faz o mesmo diante do Benfica. Mistério? Nem por isto, mas não vou enveredar por este caminho pois já todos sabemos o que está por detrás desta “maleita” bracarense.

 

Como disse anteriormente, gostei muito de ver este FC Porto 3 x SC Braga 1 da jornada 21 da Liga NOS. Jogos destes fazem valer a pena investir tempo, esforço e dinheiro. Mas o que me agradou muito mais foi o facto de Sérgio Conceição ter sabido (finalmente) gerir os reforços de inverno. Depois de ter feito aquilo quês e pode apelidar de enorme trapalhada na jornada anterior diante do Moreirense, Sérgio percebeu que isto de se “atirar” Paulinho e Majeed Waris “às feras” não é o melhor caminho por muita qualidade que os dois atletas possam ter. Os reforços de inverno têm de passar por um período de adaptação (período este que pode ser maior ou menor consoante o atleta em questão). Conceição tem a obrigação de saber isto. Daí não se perceber a patetice seguida em Moreira de Cónegos que custou dois pontos ao Dragão na corrida pelo título. A reforçar isto mesmo temos a forma quase que natural como o Futebol Clube do Porto bateu hoje este bravo SC Braga de Abel Ferreira.

 

E é precisamente esta forma natural que é a razão da actual euforia da nação azul e branca. Embora compreenda e, inclusive, eu partilhe alguma desta euforia, sinto-me na obrigação de chamar a atenção para o facto de que este FC Porto continuar sofrer golos. Basta um cruzamento para a área e lá temos a equipa adversária a marcar o seu golo. Hoje tal poderia muito bem ter custado dois pontos aos portistas. A sorte da equipa de Sérgio é que hoje José Sá estava numa de “fazer de Casillas” e a na segunda parte fez a “mancha” que impediu que Paulinho tivesse empatado a partida a duas bolas. Quase de seguida lá surgiu a dupla Brahimi/Alex que colocou na cabeça de Aboubakar o result6ado final do jogo e a partida – quase- que ficou resolvida. É precisamente esse “quase” que me preocupa… Esta dificuldade que os Dragões têm de colocar um ponto final nas suas partidas diante de adversários de qualidade média/alta pode vir a ser um amargo de boca nos próximos jogos.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. Três assistências, três golos. Melhor só mesmo o facto de Brahimi ter feito uma exibição que “destruiu” por completo o lado direto da defesa do Braga. Gostei de ver Alex Telles com a bola dominada, levantar a cabeça e só depois fazer os cruzamentos. Sinal de que o brasileiro está a procurar evoluir. Espero que tal forma de estar em campo tenha vindo para ficar.

 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas cosnegu9oram criar um lance que fizesse pender o desfecho da partida para o seu lado.

 

Arbitragem: Hugo Miguel teve uma arbitragem sem erros graves. Haverá quem fale em dois lances na área da equipa visitante que poderiam redundar na marcação do castigo máximo, contudo tenho de ver melhor os lances antes de opinar. O que não percebo é ausência do VAR nos jogos em que existem lances de dúvida a favor da equipa portista.

 

Positivo: Sérgio Oliveira. O médio portista foi hoje o “patrão” que o meio campo portista necessitou. Excelente a pautar todo o ritmo do jogo, Sérgio Oliveira viu a sua grande exibição ser coroada com um golo. Hoje Òliver Torres poderá ter perdido em definitivo a batalha pela “batuta de maestro” do meio campo portista.

 

Negativo: Héctor Herrera. Definitivamente a posição 6 não é a “praia” do mexicano. Muito faltoso e sempre com tremendas dificuldades em “estancar” o ataque da equipa adversária. Isto para não falar nos disparates que cometeu a nível do passe (o habitual em Herrera).

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:20


Eis a liderança isolada (outra vez)

por Pedro Silva, em 19.01.18

imgS620I213151T20180119222226.jpg 

imagem retirada de zerozero

 

Antes de passar ao jogo propiamente dito, gostaria somente de saber qual a razão pela qual este Clube Desportivo de Tondela orientado por um benfiquista fanático que dá pelo nome de Pepa não tem o mesmo excelente desempenho defensivo que todos vimos hoje no Estádio do Dragão diante do SL Benfica? E que dizer do guardião Cláudio Ramos? Este sempre que defronta o Futebol Clube do Porto faz aquilo que no mundo da bola se designa por “jogo da vida dele”. Coincidências? Não sei, mas esta dupla faceta deste CD Tondela já comeca a ser recorrente e não haverá quem possa afirmar o contrário. Quem o fizer estará, sem sombra de dúvida, a ser maldosamente facioso. Dito isto, passemos então ao jogo em si.

 

O jogo acabou por ser o esperado. Dito de outra forma; o CD Tondela seguiu à risca o “guião de equipa pequena” e veio ao Dragão apenas com um único propósito: empatar. Se por acaso o golo tondelense surgisse por intermédio de uma jogada de sorte óptimo. Não admirou, portanto, que os portistas tivessem dominado a toda a linha. Mas atenção, não se pense que estou a criticar esta forma de estar da equipa beirã. Cada um joga com as armas que tem ao dispor e o defender - muito - bem é a melhor arma que este CD Tondela tem, daí que este use e abuse da dita. E não tivesse havido aquele erro defensivo que Moussa Marega aproveitou e não sei se estaria aqui a comentar mais uma vitória deste Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição.

 

O FC Porto de hoje também não pode ser alvo de críticas. Os azuis e brancos tudo fizeram para vencer. Sérgio Conceição quase que estragou tudo lá com as suas nada lógicas substituições. A verdade é que a haver um vencedor hoje, este teria de ser o Futebol Clube do Porto. Se tal não tivesse sucedido não se poderia acusar a equipa portista de não ter dado tudo em campo.

 

Por tudo isto digo, sem qualquer tipo de hesitação, que o empate a zero teria sido o resultado mais justo. Felizmente os “Deuses da Bola” estiveram do lado dos portistas e os três pontos ficaram no Dragão.

 

O FC Porto volta a liderar isoladamente a Liga NOS após o triste episódio do Estoril. Episódio que alguns dos Mídias portugueses tentam desvalorizar numa clara e insana tentativa de fazer passar a imagem de que os Dragões querem fazer batota. Felizmente a actual jornada veio demonstrar que a liderança portista é mais do que justa e merecida. Derrotar este CD Tondela na sua máxima força não é algo que todas as equipas do nosso campeonato consigam fazer.

 

E já agora um aparte; a dupla de centrais Marcano/Felipe é, de longe, a melhor deste FC Porto de Sérgio Conceição. É verdade que Felipe exagera em certos lances, mas por vezes a dureza é um “mal necessário” num central de qualidade. Isto para não falar aqui da qualidade do futebol aéreo do brasileiro e da fantástica capacidade de posicionamento de Marcano. Diego Reyes tem muito que melhorar se quiser tirar o lugar a Felipe ou Marcano.

 

MVP (Most Valuable Player): Danilo Pereira. O médio internacional português foi hoje a “encarnação” da vontade de vencer do FC Porto. Nos momentos em que a equipa portista parecia apática, eis que surgia Danilo a defender como ninguém e a puxar a equipa para o ataque. Uma excelente exibição a fazer lembrar o grande Danilo dos bons tempos.

 

Chave do Jogo: Esta apareceu com o golo de Marega. O CD Tondela nunca teve capacidade para dar a volta aquela que viria a ser uma afortunada vitória do FC Porto

 

Arbitragem: Algumas decisões da equipa liderada por Luís Godinho levaram a grandes protestos no Dragão, mas os lances capitais parecem ser bem ajuizados, ou no mínimo pode ser dado o benefício da dúvida: Osorio não tem intenção no toque com o braço na grande área e há posição irregular no lance do golo anulado aos portistas. Boa arbitragem por parte de  Luís Godinho e restante equipa de arbitragem. E já agora, o VAR (Vídeo Árbitro) sempre funciona. Pena que só funcione quando é para decidir a desfavor da equipa portista.

 

Positivo: Brahimi à Brahimi. Hoje o argelino mostrou aquilo que é capaz de fazer. É verdade que esteve longe de ser brilhante, mas Brahimi correu, fintou, driblou e criou imensas oportunidades de golo que só não foram devidamente aproveitadas por aselhice dos seus colegas de equipa ou por culpa da eficácia defensiva da equipa tondelense.

 

Negativo: Substituições de Sérgio Conceição. Tira avançado, mete médio para depois voltar a  meter um avançado em campo. Mas o que foi isto Sérgio? Substituições “à vontade do freguês”? Felizmente a brincadeira não correu mal, mas contra equipas mais fortes tal pode muito bem vir a ser “a morte do artista”.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:55


Mais sobre mim

foto do autor


gatos no telhado


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Calendário

Fevereiro 2018

D S T Q Q S S
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728

Mandela 1918 - 2013


No a l'opressió d'Espanya!


Catalunya lliure!


Frase do Ano


Portugal é uma Democracia

13769388_930276537084514_2206584325834026150_n

CR7 (Bola de Ouro 2017)


Publicidade




Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D