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Rogue One: Uma História de Star Wars

por Pedro Silva, em 03.12.17

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"Rogue One: A Star Wars Story"

AcçãoAventuraFicção Científica - (2016)

Realizador: Gareth Edwards

Elenco: Donnie Yen, Felicity Jones, Diego Luna, Alan Tudyk

 

Sinopse: Rogue One: Uma História de Star Wars decorre antes dos eventos de Star Wars: Uma Nova Esperança e conta a história de uns heróis improváveis que se unem para roubar os planos da temida Estrela da Morte.

 

Critica: É possível fazer-se uma história da exaustivamente explorada saga da Guerra das Estrelas sem se inventar muito, recorrer a clichés sem fim e, essencialmente, fazer-se algo de interessante e emocionante que faça sentido? É. Gareth Edwards e este seu “Rogue One: Uma História de Star Wars” são aprova de tal. Uma lição para a Disney que pretende fazer omeletes com ovos que já foram utilizados vezes sem conta.

 

Simples, prático, cativante, divertido e lógico. É assim que descrevo o argumento deste “Rogue One: Uma História de Star Wars”. Gareth Edwards aproveitou e explorou muito bem uma “brecha” na história da primeira saga Guerra das Estrelas e acabou por complementar a história sem grande alarido. Basicamente é isto que se exige a um filme que explora algo que já tem mesmo muito que possa ser explorado sem que se repita mais do mesmo até à exaustão.

 

Quanto ao elenco não posso dizer que tenha ficado “encantado” com o seu desempenho no geral. Fizeram o que se lhes exigia e isto para mim chega e basta pois não falamos, de certeza, de uma produção candidata a vencer qualquer uma das famosas estatuetas de ouro.

 

Os cenários e efeitos especiais, embora um ou outro possa ter sido quase que replicado da primeira história, estão muito bons e mostram, mais uma vez, que é possível fazer-se uma história do Star Wars sem se fazer algo de muito parecido com o que já vimos em produções cinematográficas (e não só) anteriores. Quase quês e me atrevo a dizer que este é um filme da Guerra das Estrelas que me agradou bastante em termos de cenários e banda sonora.

 

Em suma; “Rogue One: Uma História de Star Wars” é um filme muito interessante que em muitos aspectos acaba por ser melhor do que “aquilo” que a Disney produziu há uns tempos atrás. Tem a minha óbvia recomendação.

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publicado às 22:01


Homem-Aranha: Regresso a Casa

por Pedro Silva, em 19.11.17

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"Spider-Man: Homecoming"

AventuraAcçãoFicção Científica - (2017)

Realizador: Jon Watts

Elenco: Robert Downey Jr., Michael Keaton, Tom Holland

 

Sinopse: Entusiasmado com a sua recente experiência com os Vingadores, Peter regressa a casa, onde vive com a tia May, sob o olhar vigilante no seu novo mentor, Tony Stark. Peter procura reintegra-se na sua rotina diária, sempre focado no desejo de provar que não é apenas o super-herói simpático que vive nas redondezas, e, assim sendo, quando Vulture surge como o novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter fica ameaçado…

 

Critica: Começo lançando um apelo ao mundo cinematográfico de Hollywood. Não criem mais filmes do Homem Aranha. Ou seguem a versão original dos comics com as devidas e necessárias adaptações, ou então não façam nada que ponha - ainda mais - em causa a já de si abaladíssima indústria cinematográfica. Ninguém merece isto. Especialmente quem trabalha no mundo do cinema e gosta daquilo que faz.

 

O argumento de “Homem-Aranha: Regresso a Casa” é uma aberração! Uma deturpação cruel do Homem Aranha que vai contra tudo o que sabemos sobre o super herói. Este “Homem-Aranha: Regresso a Casa” é, simplesmente, contra natura. Ainda se estivéssemos a falar de um filme de animação a coisa até que se compreendia pois muitas vezes os comics também inventam para vender mais, mas falamos de um filme que em tão pouco tempo já foi refeito sei lá quantas vezes. E cada que o refazem fica pior!

 

Jon Watts até que tem nas suas mãos uma história excelente e um filme muito bem filmado que conta com um bom elenco, mas deturpa por completo aquilo que conhecemos do Homem Aranha. É mau demais para ser verdade.

 

Espero, sinceramente, que o filme sobre os Vingadores não tenha sido produzido sob a mesma perspectiva cinematográfica que Jon Watts utilizou no “Homem-Aranha: Regresso a Casa”.

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publicado às 23:48


Mulher-Maravilha

por Pedro Silva, em 29.10.17

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"Wonder Woman"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: Patty Jenkins

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright

 

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

 

Critica: Confesso que gosto de assistir a filmes de super heróis da BD. Até á data, tirando um ou outro, tenho tido a infelicidade de ter visto filmes deste género cuja qualidade deixa muito a desejar porque os seus Realizadores “fugiram” muito da BD. Algumas destas produções tornaram-se de tal forma enormes em termos de tempo de visualização que a coisa só lá ia se após um determinado “corte”. Falo, por exemplo, do “Esquadrão Suicida” que tem tudo para ser brilhante mas que peca por ter sido “severamente cortado” numa certa altura da sua história. Este “Mulher-Maravilha” de Patty Jenkins é o primeiro filme de adaptação da BD que, a meu ver, está muito bem produzido. Não é brilhante, mas este até que está muito interessante dado que não deixa de lado nenhum dos importantes pormenores da BD nem se “estica” muito no espaço temporal dado que a história escolhida foi muito bem gerida.

 

O argumento de “Mulher-Maravilha” está bom se tivermos em linha de conta que se trata de uma adaptação da BD. Sem desvios nem invenções extraordinárias. È basicamente assim que deve ser um argumento de um filme que tem por base a famosa BD. Pessoalmente até que gostei do dito. Mas isto sou que eu gosto da temática e pano de fundo em que a história decorre.

 

Relativamente ao elenco não vou dizer muito porque não há nada para se dizer. Tendo em consideração o tipo de filme, tenho de dizer que vi coisas positivas no trabalho de Gal Gadot e companhia. Mas daí a dizer-se que está ali algo que mereça um óscar vai uma enorme diferença.

 

Os cenários e banda sonora estão muito bons. Quando eu aqui disse que este “Mulher-Maravilha” é uma excelente adaptação da BD referia-me, quase que em exclusivo, a estes dois importantes pormenores. Valeu a pena o esforço da equipa de Patty Jenkins mo que a estes dois aspectos diz respeito.

 

Em suma; embora não seja brilhante este “Mulher-Maravilha” tem a minha recomendação. Espero é que não o destruam fazendo sequelas.

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publicado às 21:13


Kingsman: Serviços Secretos

por Pedro Silva, em 15.10.17

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"Kingsman: The Secret Service"

ComédiaAventuraAcção - (2014)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Samuel L. Jackson, Adrian Quinton, Colin Firth, Mark Strong, Jonno

 

Sinopse: Baseado no aclamado comic book «The secret Service», o filme conta a história dos Kingsman – uma organização super secreta de espiões – que recruta um vulgar, mas promissor, rapaz para um programa de treino ultra competitivo da sua agência, assim como uma ameaça global que surge de um desvirtuado génio das tecnologias.

 

Critica: Vi este Kingsman: Serviços Secretos a conselho de alguém que me disse ser melhor ver o primeiro da saga antes de ver o que está em exibição nos cinemas, e confesso que, no geral, foi uma aposta ganha. Não se trata de um filme brilhante, mas até que está engaçado não obstante este Kingsman: Serviços Secretos ser uma espécie de mistura de Missão Impossível com Vingadores e James Bond (e esta última parte era perfeitamente dispensável).

 

Dificilmente poderei afirmar que o argumento desta produção de Matthew Vaughn é excelente. Especialmente porque falamos de algo que tenta ser original sem o ser na realidade, mas também não posso classificar o dito como mau. É um argumento que até que é bom tendo em consideração o tipo de cinema que é. Este tem partes muito interessantes e outras enfadonhas. Especialmente quando o Realizador se lembrou de fazer a sua personagem “dar uma de James Bond”. Em suma, é um argumento que até que entretêm e se adequa - quase na perfeição - ao filme que é sem no entanto ser brilhante.

 

Relativamente ao elenco confesso que em custa um tudo ou nada escrever seja o que for.
Tirando a muito mediana prestação de Samuel L. Jackson, tudo o reste é banal. Perfeitamente banal e adequado a um filme que se centra mais no desempenho físico dos seus actores e actrizes do que propiamente na interpretação de um papel no verdadeiro sentido do termo.

 

Os cenários e banda sonora, embora nada originais, são a melhor parte deste Kingsman: Serviços Secretos- Especialmente a bandoa sonora que (a meu ver) está excelente e foi bem aplicada aos vários momentos da história. Só é mesmo pena a falta de originalidade de alguns cenários que remetem para a tristeza de espírito com que somos brindados em todos os filmes do James Bond.

Concluindo, Kingsman: Serviços Secretos tem a minha recomendação. Agora vamos a ver o que me reserva a sua sequela.

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publicado às 20:48

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"Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: Joachim Rønning, Espen Sandberg

Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Brenton Thwaites

 

Sinopse: Esta emocionante aventura encontra o Capitão Jack Sparrow numa maré de azar. Os ventos da má sorte começam a soprar ainda com mais força quando os fantasmas dos marinheiros mortos, liderados pelo terrível Capitão Salazar, escapam do Triângulo do Diabo, empenhados em matar todos os piratas - especialmente Jack. A única esperança de sobrevivência de Jack Sparrow, encontra-se no Tridente de Poseidon, mas para o encontrar tem de criar uma aliança com Carina Smyth...

 

Critica: Eu sempre disse que as sequelas são um problema. Especialmente quando alguém se aproveita de algo original para criar uma série interminável de mais do mesmo. “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” é, efectivamente, mais do mesmo. Perdeu a graça ver as aventuras do famoso Capitão Jack Sparrow porque estas já se parecem – em demasia – com as que teve de enfrentar num passado não muito distante. Para se fazer um filme apelativo não basta aproveitar as personagens, mudar o nome e estilo do “mau da fita”. Não é desta forma que se aproveitam os milhões da Disney meus caros Joachim Rønning e Espen Sandberg.

 

“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” tem, (pasme-se) um argumento. Só que é um argumento um tudo ou nada parecido com os anteriores. E acreditem que estou a ser muito simpático quando afirmo tal coisa sobre o tal de “argumento”. É que aquilo que a dupla de Realizadores Joachim Rønning e Espen Sandberg conseguiu criar é - nada mais, nada menos - do que uma história onde um morto vivo quer vingar-se do Capitão Jack Sparrow. Onde é que eu já vi isto com uma espécie de crustáceo holandês gigante?

 

Passemos ao elenco. Quer dizer? Que Johnny Depp tem jeito para o disfarce. O homem até que interpreta bem o seu papel, mas voltamos ao problema do argumento: mais do mesmo Johnny? Citando Homer Simpson: boooooooring. O mesmo se aplica ao restante elenco e sua interpretação digna de um qualquer teatro infantil.

 

Os cenários, efeitos especiais e banda sonora até que não estão maus. Em muitos aspectos estes até que roçam o bom, mas padecem do mesmo problema do argumento. São chatos como tudo e contribuem para que “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” seja por mim considerado um filme chato e repetido.

 

Em suma; “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” tem a minha recomendação somente para quem for um fã incondicional da saga e gostar de ver coisas repetidas até à exaustão.

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publicado às 23:53


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