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Kingsman: Serviços Secretos

por Pedro Silva, em 15.10.17

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"Kingsman: The Secret Service"

ComédiaAventuraAcção - (2014)

Realizador: Matthew Vaughn

Elenco: Samuel L. Jackson, Adrian Quinton, Colin Firth, Mark Strong, Jonno

 

Sinopse: Baseado no aclamado comic book «The secret Service», o filme conta a história dos Kingsman – uma organização super secreta de espiões – que recruta um vulgar, mas promissor, rapaz para um programa de treino ultra competitivo da sua agência, assim como uma ameaça global que surge de um desvirtuado génio das tecnologias.

 

Critica: Vi este Kingsman: Serviços Secretos a conselho de alguém que me disse ser melhor ver o primeiro da saga antes de ver o que está em exibição nos cinemas, e confesso que, no geral, foi uma aposta ganha. Não se trata de um filme brilhante, mas até que está engaçado não obstante este Kingsman: Serviços Secretos ser uma espécie de mistura de Missão Impossível com Vingadores e James Bond (e esta última parte era perfeitamente dispensável).

 

Dificilmente poderei afirmar que o argumento desta produção de Matthew Vaughn é excelente. Especialmente porque falamos de algo que tenta ser original sem o ser na realidade, mas também não posso classificar o dito como mau. É um argumento que até que é bom tendo em consideração o tipo de cinema que é. Este tem partes muito interessantes e outras enfadonhas. Especialmente quando o Realizador se lembrou de fazer a sua personagem “dar uma de James Bond”. Em suma, é um argumento que até que entretêm e se adequa - quase na perfeição - ao filme que é sem no entanto ser brilhante.

 

Relativamente ao elenco confesso que em custa um tudo ou nada escrever seja o que for.
Tirando a muito mediana prestação de Samuel L. Jackson, tudo o reste é banal. Perfeitamente banal e adequado a um filme que se centra mais no desempenho físico dos seus actores e actrizes do que propiamente na interpretação de um papel no verdadeiro sentido do termo.

 

Os cenários e banda sonora, embora nada originais, são a melhor parte deste Kingsman: Serviços Secretos- Especialmente a bandoa sonora que (a meu ver) está excelente e foi bem aplicada aos vários momentos da história. Só é mesmo pena a falta de originalidade de alguns cenários que remetem para a tristeza de espírito com que somos brindados em todos os filmes do James Bond.

Concluindo, Kingsman: Serviços Secretos tem a minha recomendação. Agora vamos a ver o que me reserva a sua sequela.

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publicado às 20:48

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"Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: Joachim Rønning, Espen Sandberg

Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Brenton Thwaites

 

Sinopse: Esta emocionante aventura encontra o Capitão Jack Sparrow numa maré de azar. Os ventos da má sorte começam a soprar ainda com mais força quando os fantasmas dos marinheiros mortos, liderados pelo terrível Capitão Salazar, escapam do Triângulo do Diabo, empenhados em matar todos os piratas - especialmente Jack. A única esperança de sobrevivência de Jack Sparrow, encontra-se no Tridente de Poseidon, mas para o encontrar tem de criar uma aliança com Carina Smyth...

 

Critica: Eu sempre disse que as sequelas são um problema. Especialmente quando alguém se aproveita de algo original para criar uma série interminável de mais do mesmo. “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” é, efectivamente, mais do mesmo. Perdeu a graça ver as aventuras do famoso Capitão Jack Sparrow porque estas já se parecem – em demasia – com as que teve de enfrentar num passado não muito distante. Para se fazer um filme apelativo não basta aproveitar as personagens, mudar o nome e estilo do “mau da fita”. Não é desta forma que se aproveitam os milhões da Disney meus caros Joachim Rønning e Espen Sandberg.

 

“Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” tem, (pasme-se) um argumento. Só que é um argumento um tudo ou nada parecido com os anteriores. E acreditem que estou a ser muito simpático quando afirmo tal coisa sobre o tal de “argumento”. É que aquilo que a dupla de Realizadores Joachim Rønning e Espen Sandberg conseguiu criar é - nada mais, nada menos - do que uma história onde um morto vivo quer vingar-se do Capitão Jack Sparrow. Onde é que eu já vi isto com uma espécie de crustáceo holandês gigante?

 

Passemos ao elenco. Quer dizer? Que Johnny Depp tem jeito para o disfarce. O homem até que interpreta bem o seu papel, mas voltamos ao problema do argumento: mais do mesmo Johnny? Citando Homer Simpson: boooooooring. O mesmo se aplica ao restante elenco e sua interpretação digna de um qualquer teatro infantil.

 

Os cenários, efeitos especiais e banda sonora até que não estão maus. Em muitos aspectos estes até que roçam o bom, mas padecem do mesmo problema do argumento. São chatos como tudo e contribuem para que “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” seja por mim considerado um filme chato e repetido.

 

Em suma; “Piratas das Caraíbas: Homens Mortos Não Contam Histórias” tem a minha recomendação somente para quem for um fã incondicional da saga e gostar de ver coisas repetidas até à exaustão.

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publicado às 23:53


Rei Artur: A Lenda da Espada

por Pedro Silva, em 30.07.17

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"King Arthur: Legend of the Sword"

AçcãoAventuraDrama - (2017)

Realizador: Guy Ritchie

Elenco: Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law

 

Sinopse: Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern, tio de Artur, usurpa a coroa. Privado do seu direito de berço e sem qualquer ideia de quem realmente é, Artur acaba por crescer da maneira mais dura nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado... quer ele queira, quer não.

 

Critica: Ousado sem no entanto ser nada de especial. Confesso que fiquei muito impressionado com a transformação radical que Guy Ritchie fez da história do Rei Artur, mas por outro lado um filme que se preze não pode – nunca - ser só pancadaria entres os “bonzinhos” e os “mauzões2. Conteúdo exige-se não obstante a técnica de filmagem ser excelente.

 

Pode até haver quem goste e eu não critico tal, mas paras mim o argumento de um filme tem de ter algum conteúdo. Algo que faça algum nexo. Algo que cative o interesse pela obra. Algo que vá para lá da pancadaria e da arte de bem bater no inimigo. Ora nada disto sucede neste “Rei Artur: A Lenda da Espada”. Tudo decorre a uma velocidade tal que só percebemos o argumento lá para o meio do filme. Até lá levamos com uma série de acontecimentos que parecem ter sido cortados aos bocadinhos para que sejam mais fáceis de se digerir (digo eu). Para além disto quando o argumento se torna percepctível ressalta a sua “infantilidade”. Ou seja, o dito parece ter sido escrito para criancinhas de 2 anos ou mais dado que é uma história onde de um lado temos os maus muito maus e do outro os bonzinhos que são um tudo ou nada rebeldes.

 

Quanto ao elenco, dentro da criancice que nos é apresentada, tenho de dizer que todos estiveram muito bem. Só é pena que não tenham sido verdadeiramente postos á prova num gilme digno deste nome. Mais valia terem “emprestado” a sua voz a um filme de animação dado que é a isto que se assemelha esta produção de Guy Ritchie.

 

Os cenários e banda sonora (juntamente com os efeitos especiais) é que estão muito bons em todos os aspectos. Os cenários foram superiorment6e filmados. De tal forma que nem se dá pela sua repetição. A juntar a isto temos uma banda sonora fantástica que é coadjuvada por um conjunto de efeitos especiais muito bem conseguidos.

 

Em suma, recomendo o “Rei Artur: A Lenda da Espada” somente pelos aspectos positivos e a quem não tenha outra cosia bem melhor para ver.

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publicado às 23:55


A Cidade Perdida de Z

por Pedro Silva, em 16.07.17

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"The Lost City of Z"

AcçãoAventuraFantasia - (2017)

Realizador: James Gray

Elenco: Robert Pattinson, Charlie Hunnam, Sienna Miller

 

Sinopse: A história verídica do explorador inglês Percy Fawcett, que viaja ate à Amazónia no início do século XX e descobre provas de uma avançada civilização até então desconhecida. Apesar de ridicularizado pela comunidade científica que encara a população indígena como selvagem, o explorador – apoiado pela sua mulher, pelo filho e pelo colega, ajudante de campo – regressa à selva numa tentativa de provar a sua teoria, mas desaparece misteriosamente em 1925...

 

Critica: Interessante sem no entanto ser brilhante. Trata-se de um filme algo “pesado” para o cidadão comum devido aos extensos e aborrecidos diálogos que são, quase sempre, autênticos recitais de poesia. Se lhe juntamos o facto de ter sido um tudo ou nada mal filmado, eis que temos a razão pela qual não considero esta produção de James Gray algo de brilhante embora o potencial para tal esteja lá.

 

O argumento de “A Cidade Perdida de Z” até que é interessante. Mas poderia estar melhor. Muito melhor se não tivéssemos de aturar autênticos recitais com diálogos quase que enfadonhos sobre temáticas super interessantes que marcaram a época onde a história se desenrola. Até que compreendo que seja necessário acrescentar alguma teatralidade e dramatismo a uma história verídica (senão tal não passa de um documentário), mas o que é demais é erro. Nem sei como podem classificar este argumento como algo de aventura, acção e fantasia dado que tais elementos são uma raridade. Para mais fica-se com a sensação de que a partir de determinada altura o Realizador promoveu um qualquer “corte” na história dado que esta por breves momentos deixa de fazer sentido.

 

Em termos de elenco “A Cidade Perdida de Z” brinda-nos com a pior coisinha que já alguma vez vi em cinema. Já vi actores e actrizes muito maus, mas os que fazem parte do elenco deste filme batem todos os recordes negativos no que ao desempenho numa produção cinematográfica diz respeito.

 

Os cenários são muito interessantes mas deveriam ter sido filmados como deve ser. Com um argumento “pesado” e um péssimo elenco bem que James Gray poderia ter-se preocupado em filmar – como deve ser - os belos cenários que tinha ao seu dispor, para desta forma cativar o interesse no seu filme, mas este não o fez e o resultado é uma espécie de barafunda que ninguém sabe muito bem o que é. Situar o espectador é algo de básico quando falamos em cinema. A banda sonora é, sem sombra de dúvida, a única coisa que se aproveita.

 

Em suma, “A Cidade Perdida de Z” de James Gray tem a minha recomendação somente por causa da curiosidade histórica.

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publicado às 20:04


Lego Batman: O Filme

por Pedro Silva, em 17.06.17

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Animação,AcçãoAventura - (2017) "The Lego Batman Movie"

Realizador: Chris McKay

Elenco: Will Arnett, Michael Cera, Rosario Dawson, Ralph Fiennes

 

Sinopse:  No spin-off de Uma Aventura Lego, Batman (Will Arnett) descobre que adotou acidentalmente um garoto órfão. Ele se torna ninguém menos que seu ajudante Robin (Michael Cera). A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o seu empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa (Zach Galifianakis).

 

Critica: Começo por dizer que filmes de animação da LEGO não desiludem. Não pelo grafismo apresentado (este já não surpreende), mas sim pelos argumentos extraordinários que fazem destes filmes algo de único. Lego Batman: O Filme é somente mais um bom exemplo disto mesmo.

 

Chris McKay não quis fugir á tradição e procurou um argumento para este seu Lego Batman: O Filme que fizesse jus ao seu antecessor. E conseguiu realizar tal tarefa com mérito e um brio execpcional pior este filme tem um argumento fantástico. O argumento de Lego Batman: O Filme tem um pouco de tudo apesar de ser, basicamente, uma paródia bastante divertida sobre o Batman. É impossível não se chegar ao fim com a sensação de que o nosso tempo foi muito bem empregue. Quem dera a muitas produções milionárias ter o argumento cativante deste “pequeno” filme de animação.

 

Já no resto Lego Batman: O Filme não encanta. È verdade que o seu grafismo sofreu um pequeno upgrade relativamente ao seu antecessor, mas para o espectador mais atento vai ser possível detectar aqui e acolá um ou outro erro. Contudo a adaptação do Mundo LEGO à sétima arte está no bom caminho. Só espero que com o tempo não se lembrem de retirar esta mesma adaptação do bom caminho que tem vindo a seguir no que ao grafismo diz respeito.

 

Quanto ao elenco, nada a dizer. Fizeram aquilo que lhes competia e ponto.

 

Em suma; Lego Batman: O Filme do Realizador Chris McKayte tem a minha recomendação. Vejam a divirtam-se pois o filme vala mesmo a pena!

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publicado às 23:20


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