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Lego Batman: O Filme

por Pedro Silva, em 17.06.17

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Animação,AcçãoAventura - (2017) "The Lego Batman Movie"

Realizador: Chris McKay

Elenco: Will Arnett, Michael Cera, Rosario Dawson, Ralph Fiennes

 

Sinopse:  No spin-off de Uma Aventura Lego, Batman (Will Arnett) descobre que adotou acidentalmente um garoto órfão. Ele se torna ninguém menos que seu ajudante Robin (Michael Cera). A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o seu empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa (Zach Galifianakis).

 

Critica: Começo por dizer que filmes de animação da LEGO não desiludem. Não pelo grafismo apresentado (este já não surpreende), mas sim pelos argumentos extraordinários que fazem destes filmes algo de único. Lego Batman: O Filme é somente mais um bom exemplo disto mesmo.

 

Chris McKay não quis fugir á tradição e procurou um argumento para este seu Lego Batman: O Filme que fizesse jus ao seu antecessor. E conseguiu realizar tal tarefa com mérito e um brio execpcional pior este filme tem um argumento fantástico. O argumento de Lego Batman: O Filme tem um pouco de tudo apesar de ser, basicamente, uma paródia bastante divertida sobre o Batman. É impossível não se chegar ao fim com a sensação de que o nosso tempo foi muito bem empregue. Quem dera a muitas produções milionárias ter o argumento cativante deste “pequeno” filme de animação.

 

Já no resto Lego Batman: O Filme não encanta. È verdade que o seu grafismo sofreu um pequeno upgrade relativamente ao seu antecessor, mas para o espectador mais atento vai ser possível detectar aqui e acolá um ou outro erro. Contudo a adaptação do Mundo LEGO à sétima arte está no bom caminho. Só espero que com o tempo não se lembrem de retirar esta mesma adaptação do bom caminho que tem vindo a seguir no que ao grafismo diz respeito.

 

Quanto ao elenco, nada a dizer. Fizeram aquilo que lhes competia e ponto.

 

Em suma; Lego Batman: O Filme do Realizador Chris McKayte tem a minha recomendação. Vejam a divirtam-se pois o filme vala mesmo a pena!

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publicado às 23:20


Underworld: Guerras de Sangue

por Pedro Silva, em 30.04.17

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AcçãoTerror - (2016) "Underworld: Blood Wars"

Realizador: Anna Foerster

Elenco: Kate Beckinsale, Theo James, Tobias Menzies, Lara Pulver

 

Sinopse:  O quinto filme da franquia Anjos da Noite vai acompanhar uma nova geração de vampiros e lobisomens disposta a lutar até o fim a histórica batalha interracial de seres sobrenaturais.

 

Critica: Sobre a saga Underworld já aqui tinha dito que a partir de determinada altura a história deixou de fazer sentido. Ora o antecessor deste Underworld: Guerras de Sangue foi aquilo que se pode apelidar de “um tiro completamente ao lado” dado que se desviou, em demasia, da história original. Este  Underworld: Guerras de Sangue é, então, uma tentativa (frustrada) de voltar ao que já nos foi contado no primeiro filme da saga. Só que desta vez tal é feito com alguns novos elementos para que a cousa não pareça muito má. Pelo meio temos uma série de cenas vitais onde é praticamente impossível ver-se o que se está a passar. A Sony e as suas “forretices” a cravar o último prego no caixão da saga Underworld.

 

Em termos de argumento este filme deixa muito a desejar. Se eu quisesse ver a primeira produção cinematográfica da saga ia ver o primeiro. Não necessitava desta coisa mais apetrechada. A forma como a saga termina é bem penada na perspectiva da personagem principal. Já na do espectador deixa muito a desejar.

 

Sobre o elenco eu bem que gostaria de escrever alguma coisa. Mas a escuridão com que somos brindados nos momentos chave não me deixa fazer isto. Contudo posso dizer com firmeza que este não foi o melhor desempenho da actriz Kate Beckinsale. Mais uma vez “obrigadinho por nada” Sony.

 

Por último os efeitos especiais. É algo que eu gostaria de poder emitir uma opinião segura, mas a Sony esqueceu-se de pagar a conta da luz e os efeitos especiais devem ter sido criados à luz da vela (tal como uma grande parte deste filme). Banda Sonora bem vê-la.

               

Em suma, Underworld: Guerras de Sangue não tem a minha recomendação, mas é compreensível que se veja o dito. Quanto mais não seja para se ficar a saber como a saga Underworld termina.

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publicado às 23:45


Underworld: A Revolta

por Pedro Silva, em 09.04.17

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FantasiaAventuraAcção - (2009) "Underworld: Rise of the Lycans"

Realizador: Patrick Tatopoulos

Elenco: Michael Sheen, Bill Nighy, Rhona Mitra, Steven Mackintosh

 

Sinopse:  Underworld: A Revolta traça as origens da batalha secular entre vampiros aristocratas e os seus escravos lobisomens. Na Idade das Trevas, um jovem chamado Lucian surge como o líder que incita os lobisomens à revolta contra Viktor, o cruel rei-vampiro que os subjugou. Com a ajuda da sua amante secreta, Sonja (a própria filha de Viktor), Lucian fará tudo para obter a tão desejada liberdade.

 

Critica: Apesar de ainda me faltar ver mais dois da saga Underworld, este Underworld: A Revolta do Realizador Patrick Tatopoulos é – para já – o melhor de todos. Muito bem produzido e, especialmente, muito bem pensado e elaborado.

 

O argumento está excelente. Como já aqui o disse, este filme está muito bem pensado pois aproveita uma deixa do primeiro da saga para nos oferecer uma excelente história que “cimenta” ainda mais a história da saga no global. Gostei mesmo muito do cativante e riquíssimo argumento deste Underworld – A Revolta. Para muito Realizador ver e aprender.

 

Quanto ao elenco. Penso que vai ser a primeira vez que fico deveras satisfeito com o trabalho de todo um elenco de um filme. Michael Sheen, Bill Nighy, Rhona Mitra, Steven Mackintosh estiveram muito bem no desempenho dos seus papéis. Contudo Michael Sheen e Rhona Mitra destacam-se um bocadinho assim dos demais por terem sido os protagonistas de um filme muito bom.

 

Com efeitos especiais cinco estrelas, Underworld – A Revolta poderia, e deveria, ter uma maior variedade de cenários. Bem sei que a história não exige muito mais do que aquilo que vamos vendo, mas mais alguns cenários não trariam mal algum ao mundo e até que teriam dado uma outra vida a esta produção de Patrick Tatopoulos.

 

Concluindo; Underworld – A Revolta é um filme que recomendo. O melhor que vi da saga (até ao momento).

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publicado às 23:55


Assassin's Creed

por Pedro Silva, em 12.03.17

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Acção, AventuraFantasia - (2016) "Assassin's Creed"

Realizador: Justin Kurzel

Elenco: Jeremy Irons, Michael Fassbender, Marion Cotillard, Brendan Gleeson

 

Sinopse: Através de uma tecnologia revolucionária que desvenda suas memórias genéticas, Callum Lynch revive as aventuras do seu antepassado, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e que reúne conhecimentos e habilidades extraordinárias para controlar a opressiva e poderosa organização Templários no presente.

 

Critica: Antes de ver este Assassin's Creed de Justin Kurzel tinha a ideia de que filmes de jogos de consola não costumam ser algo que se aproveite (Resident Evil é um bom exemplo disto mesmo). Depois de ter visto Assassin's Creed, mantenho a minha opinião de que filmes baseados em jogos de consola são uma tremenda porcaria. Confuso q.b., mal filmado e sem enredo, este Assassin's Creed de Justin Kurzel é um tremendo fiasco. O dito até que tem potencial para ser algo que se aproveite, mas este perde-se no meio de muita trapalhada desnecessária… Filme onde só exista pancadaria não é um filme. É uma pura perda de tempo.

 

Falar de argumento nesta produção de Justin Kurzel é um desafio que desafia a lógica de qualquer um dado que Assassin's Creed o filme não tem argumento algum. Já se quisermos dizer que o dito tem um argumento de jogo de consola a história é outra bem diferente. Como já aqui disse, este filme é altamente confuso, sem enredo e centrado essencialmente em cenas de pancadaria onde vemos uns bonecos a elaborar umas manobras humanamente impossíveis. Fosse isto um novo jogo para uma qualquer playstation (ou outra qualquer), a coisa até que teria piada, agora para cinema… Adiante.

 

Ora bem. Elenco… Eis outro desafio. É que dizer que o dito filme tem um elenco é fazer pouco de quem paga para ver cinema. Um tipo muito mau, uma tipa que é uma santa vingativa, um renegado, um mau que gosta de andar à porrada e um conjunto de tipos que não se sabe bem quem são e o que estão ali a fazer. É isto o elenco deste Assassin's Creed. Alguma coisa quê se aproveite? Não!

 

Quanto aos cenários e banda sonora. Nos cenários Justin Kurzel tem de perceber que não basta umas quantas coisinhas feitas no computador. E mesmo as coisas feitas no computador têm de ser visíveis e não a tremenda escuridão com que somos brindados em quase 99.99999999999% do filme. A banda sonora é, sem sombra de dúvida, a única coisa que se aproveita.

 

Concluindo; péssimo filme que não tem a minha recomendação: Especialmente para quem for fã do jogo.

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publicado às 22:11


Os Sete Magníficos

por Pedro Silva, em 22.01.17

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AcçãoAventuraWestern - (2016) "The Magnificent Seven"

Realizador: Antoine Fuqua

Elenco: Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D'Onofrio

 

Sinopse:  Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo de especialistas para contra-atacar os bandidos.

 

Critica: Ora aqui está um Western à moda antiga. Um bom filme sem no entanto deslumbrar. Claro que os Westerns de Tarantino metem esta produção de Antoine Fuqua “ao bolso” mas mesmo assim há que dizer que há muito que não via um filme deste género tão bem produzido.

 

Antoine Fuqua tentou ser algo arrojado no que ao argumento diz respeito e creio que em parte até que foi bem-sucedido. Conseguiu trazer alguma piada a um filme cuja maior parte do tempo é passada aos tiros, mas ao mesmo tempo não me pareceu que tal “manobra” tenha sido bem conseguida porque a maior parte do filme é dedicada a tiroteios sem fim. Para mais a história que nos vai sendo contada é algo para o “repetitiva”. No aspecto do argumento “Os Sete Magníficos” não está mal, mas bem que poderia estar melhor.

 

Ao entramos no elenco verifico que a “fasquia morna” deste filme se mantêm. Não que os actores e actriz não tenham feito o seu papel. Fizeram e em muitos momentos até o fizeram muito bem. Mas não se destacam. Não encantam. Não criam empatia não obstante a quantidade quase interminável de cenas onde tal é tentado (sem sucesso). Todo o elenco se resume a um mero satisfaz no desempenho dos seus papéis. A culpa de tal está – creio eu – no argumento deste filme que (repito) está mais virado para a troca de balas do que em contar a sua história.

 

Já os cenários e a banda sonora são dois dos aspectos onde a equipa do Realizador Antoine Fuqua se esmerou. A Banda Sonora é das melhores que já vi em cinema até à data e os cenários estão muito bem estudados, trabalhados e enquadrados. É notória a elevada aposta do Realizador nestes dois aspectos e foi muito por causa disto que este conseguiu captar a minha atenção e interesse na sua obra do princípio ao fim.

 

Em suma, Os Sete Magníficos de Antoine Fuqua tem a minha recomendação não obstante este ter alguns “furos” que lhe retiram algum interesse.

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publicado às 19:12


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