Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



AVP2: Aliens vs. Predador 2

por Pedro Silva, em 25.06.17

sad.jpg 

AcçãoTerrorFicção Científica - (2007) "Aliens vs Predator: Requiem"

Realizador: Colin Strause, Greg Strause

Elenco: Reiko Aylesworth, Steven Pasquale, Shareeka Epps

 

Sinopse: Gunnison, uma pequena cidade localizada nas montanhas da área central do Colorado. Uma nave dos predatores aterrisa no local, mas os aliens que estavam escondidos nela conseguem matar a todos, com exceção de um. Para sobreviver ele precisará destruir todos os aliens remanescentes. Mas em meio a esta guerra há os humanos, residentes da pequena Gunnison, que assistem a esta batalha como vítimas e espectadores.

 

Critica: Há filmes que tem um argumento fantástico e que embora sendo uma sequela, tem tudo para serem excelentes pois não desvirtuam em nada a história que lhes deu origem. Contudo por uma razão meramente economicista (presumo), pecam num importante aspecto: filmagem. Por causa disto perdem todo e qualquer tipo de interesse sendo, inclusive, um suplicio vê-los até ao fim.

 

AVP2: Aliens vs. Predador 2 de Colin Strause e Greg Strause tem um bom argumento. Não está excelente porque a sua história é algo de previsível e não foge muito ao estilo apocalíptico norte-americano de baixa qualidade, mas o facto de os realizadores terem procurado dar seguimento ao filme que deu origem a este AVP2: Aliens vs. Predador 2 faz com que o argumento tenha de ser considerado como, repito, bom. Podia era estar algo melhorado dado que a partir de determinada altura já todos percebemos como vai acabar. A apresentação das personagens também deixa muito a desejar, dado que se fica desde logo a saber qual vais ser o seu destino. O habitual nos filmes apocalípticos norte-americanos de baixa qualidade.

 

O elenco é muito fraquinho. Segue o guião típico dos filmes apocalípticos norte-americanos de baixa qualidade. Neste AVP2: Aliens vs. Predador 2 temos uma série de caras bonitas a contracenar com alguns “mastodontes” alienígenas. Um tremendo retrocesso quando comparado com o primeiro desta saga que (felizmente) é curta.

 

E agora entramos na parte que fere de morte esta produção cinematográfica. Eu bem que gostaria de dizer alguma coisa sobre os cenários e efeitos especiais, mas é-me de todo impossível fazer tal coisa dado que a dupla de Realizadores se esqueceu - presumo - de pagar a conta da luz. O filme começa escuro, mais tarde clareia um pouco para depois entrar numa espécie de noite ab eternum onde vamos tendo a sorte de só conseguir ver (e mal) as caras dos protagonistas. Tudo o resto são sombras e banda sonora. Mai demais…

 

Em suma, AVP2: Aliens vs. Predador 2 tem a minha recomendação para os fãs da curta saga. Para quem não o for aconselho a que veja o primeiro e fique por aí dado que não vale a pena o esforço.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:24


Lego Batman: O Filme

por Pedro Silva, em 17.06.17

226855.jpg-c_215_290_x-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg

Animação,AcçãoAventura - (2017) "The Lego Batman Movie"

Realizador: Chris McKay

Elenco: Will Arnett, Michael Cera, Rosario Dawson, Ralph Fiennes

 

Sinopse:  No spin-off de Uma Aventura Lego, Batman (Will Arnett) descobre que adotou acidentalmente um garoto órfão. Ele se torna ninguém menos que seu ajudante Robin (Michael Cera). A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o seu empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa (Zach Galifianakis).

 

Critica: Começo por dizer que filmes de animação da LEGO não desiludem. Não pelo grafismo apresentado (este já não surpreende), mas sim pelos argumentos extraordinários que fazem destes filmes algo de único. Lego Batman: O Filme é somente mais um bom exemplo disto mesmo.

 

Chris McKay não quis fugir á tradição e procurou um argumento para este seu Lego Batman: O Filme que fizesse jus ao seu antecessor. E conseguiu realizar tal tarefa com mérito e um brio execpcional pior este filme tem um argumento fantástico. O argumento de Lego Batman: O Filme tem um pouco de tudo apesar de ser, basicamente, uma paródia bastante divertida sobre o Batman. É impossível não se chegar ao fim com a sensação de que o nosso tempo foi muito bem empregue. Quem dera a muitas produções milionárias ter o argumento cativante deste “pequeno” filme de animação.

 

Já no resto Lego Batman: O Filme não encanta. È verdade que o seu grafismo sofreu um pequeno upgrade relativamente ao seu antecessor, mas para o espectador mais atento vai ser possível detectar aqui e acolá um ou outro erro. Contudo a adaptação do Mundo LEGO à sétima arte está no bom caminho. Só espero que com o tempo não se lembrem de retirar esta mesma adaptação do bom caminho que tem vindo a seguir no que ao grafismo diz respeito.

 

Quanto ao elenco, nada a dizer. Fizeram aquilo que lhes competia e ponto.

 

Em suma; Lego Batman: O Filme do Realizador Chris McKayte tem a minha recomendação. Vejam a divirtam-se pois o filme vala mesmo a pena!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:20


Logan

por Pedro Silva, em 07.05.17

filme_7557.jpg 

AcçãoDrama, Ficção Científica - (2017) "Logan"

Realizador: James Mangold

Elenco: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Dafne Keen

 

Sinopse:  Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.

 

Critica: Este Logan de James Mangold é a razão pela qual eu gosto tanto dos filmes do Wolferine. Especialmente quando estes são bem concebidos como é o caso deste Logan. Interessante, cativante e emotivo, Logan tem tudo para ser um filme que fica para todo o sempre gravado na nossa memória. Uma das melhores adaptações da saga X-Men que já vi até ao momento.

 

Confesso que gostei imenso do argumento de Logan. Embora diferente do habitual, o argumento deste filme não foge ao esperado. A componente dramática está sempre presente e é servida em doses bem estruturadas para que o nosso interesse pela história seja sempre constante. Este é um argumento ao estilo Wolferine que tem de tudo um pouco. Inclusive a forte e cerrada critica à intolerância humana. Uma mensagem muito importante nos tempos actuais.

 

No elenco o meu nível de elevada satisfação para com este Logan aumenta ainda mais. Isto porque Hugh Jackman é Logan. Uma interpretação perfeita de uma personagem famosa mas muito complexa. Contudo tenho de tirar o meu chapéu à interpretação de Patrick Stewart que leva a cabo um autêntico “papelaço” ao representar um Professor Xavier como nunca o tinha visto.

 

Nos cenários é que a coisa poderia estar um pouco mais bem composta. Não que os ditos estejam maus. Os cenários adequam-se perfeitamente aos vários locais onde tudo se desenrola, mas bem que poderiam estar um pouco mais bem filmados. Já a banda sonora está excelente embora esta seja quase uma raridade em Logan.

 

Em suma, Logan de James Mangold é um excelente filme que vale a pena ver e rever. Obviamente que tem a minha recomendação!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:49


Underworld: Guerras de Sangue

por Pedro Silva, em 30.04.17

poltrona-underworld_blood_wars-poster-30out16-6.jp 

AcçãoTerror - (2016) "Underworld: Blood Wars"

Realizador: Anna Foerster

Elenco: Kate Beckinsale, Theo James, Tobias Menzies, Lara Pulver

 

Sinopse:  O quinto filme da franquia Anjos da Noite vai acompanhar uma nova geração de vampiros e lobisomens disposta a lutar até o fim a histórica batalha interracial de seres sobrenaturais.

 

Critica: Sobre a saga Underworld já aqui tinha dito que a partir de determinada altura a história deixou de fazer sentido. Ora o antecessor deste Underworld: Guerras de Sangue foi aquilo que se pode apelidar de “um tiro completamente ao lado” dado que se desviou, em demasia, da história original. Este  Underworld: Guerras de Sangue é, então, uma tentativa (frustrada) de voltar ao que já nos foi contado no primeiro filme da saga. Só que desta vez tal é feito com alguns novos elementos para que a cousa não pareça muito má. Pelo meio temos uma série de cenas vitais onde é praticamente impossível ver-se o que se está a passar. A Sony e as suas “forretices” a cravar o último prego no caixão da saga Underworld.

 

Em termos de argumento este filme deixa muito a desejar. Se eu quisesse ver a primeira produção cinematográfica da saga ia ver o primeiro. Não necessitava desta coisa mais apetrechada. A forma como a saga termina é bem penada na perspectiva da personagem principal. Já na do espectador deixa muito a desejar.

 

Sobre o elenco eu bem que gostaria de escrever alguma coisa. Mas a escuridão com que somos brindados nos momentos chave não me deixa fazer isto. Contudo posso dizer com firmeza que este não foi o melhor desempenho da actriz Kate Beckinsale. Mais uma vez “obrigadinho por nada” Sony.

 

Por último os efeitos especiais. É algo que eu gostaria de poder emitir uma opinião segura, mas a Sony esqueceu-se de pagar a conta da luz e os efeitos especiais devem ter sido criados à luz da vela (tal como uma grande parte deste filme). Banda Sonora bem vê-la.

               

Em suma, Underworld: Guerras de Sangue não tem a minha recomendação, mas é compreensível que se veja o dito. Quanto mais não seja para se ficar a saber como a saga Underworld termina.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:45


Underworld: O Despertar

por Pedro Silva, em 22.04.17

405472.jpeg 

FantasiaTerror, Acção - (2012) "Underworld: Awakening"

Realizador: Måns Mårlind, Björn Stein

Elenco: Kate Beckinsale, Stephen Rea, Michael Ealy, Theo James

 

Sinopse: Quando as forças humanas descobrem a existência dos clãs dos Vampiros e dos Lycans, inicia-se uma guerra para erradicar ambas as espécies. A guerreira vampira Selene lidera a batalha contra a humanidade.

 

Critica: Um dos grandes problemas das sequelas (senão mesmo o maior) é que a partir de determinada altura surge a necessidade de se reinventara história porque a original já se esgotou. Basicamente é isto que sucede neste Underworld: O Despertar de Måns Mårlind e Björn Stein. A introdução de um novo elemento na história e o repentino aumento de importância da humanidade são disto bons exemplos. Não que o filme não seja interessante, mas penso que era desnecessário tal manobra até porque a saga termina de uma forma que quase que ignora o que se passou neste Underworld: O Despertar.

 

Já aqui o disse e repito, o filme está interessante. Isto porque o seu argumento está bom para o tipo de cinema que se nos é apresentado. Só não percebi muito bem a “viragem” que nos é apresentada. Não estamos perante um corte radical com o passado, mas acredito que não era necessário algo de tão original dado que a história de base ainda tinha muito que se aproveitasse.

 

Quanto ao elenco tenho de dizer que não fiquei desagradado com o desempenho do mesmo. Mas também não fiquei impressionado com o que vi. Este tipo de filmes não exige muito do elenco em termos de representação e é muito neste sentido que afirmo que Kate Beckinsale se destaca (pela positiva) dos demais. De resto nada de especial. O normal para um filme onde o tiroteio, perseguição, explosões e demais efeitos especiais se impõem a tudo resto.

 

Já quanto à banda sonora, bem que esta poderia estar bem melhor. Um filme sem banda sonora é um tudo ou nada aborrecido e este Underworld: O Despertar bem que poderia ter investido um pouco mais neste pequeno, mas importante, aspecto. Já os efeitos especiais estão excelentes.

 

Em suma, Underworld: O Despertar é um filme que recomendo embora este seja um claro sinal de que a saga Underworld esteja a perder alguma qualidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:55


Mais sobre mim

foto do autor


gatos no telhado


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Calendário

Junho 2017

D S T Q Q S S
123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930

Mandela 1918 - 2013


Frase do Ano


Fechar Almaraz!


Portugal é uma Democracia

13769388_930276537084514_2206584325834026150_n

CR7 (Bola de Ouro 2016)


Publicidade



subscrever feeds


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D