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imagem retirada de zerozero

 

É muito por causa destas coisas que o futebol é um desporto deveras engraçado.

 

Evidentemente que a vitória do Futebol Clube do Porto me agradou. Assim como também gostei de ver a vontade em deixar tudo em campo da parte dos atletas do FC Porto. Mas o futebol que a equipa azul e branca hoje praticou deixou muito a desejar. E há que dizer que do outro lado do campo esteve uma equipa que não desperdiçou a “oferta” e com jeitinho a coisa ia acabando mal para os dragões. Se a partida de hoje tivesse terminado empatada teria sido um resultado mais do que justo tendo em consideração aquilo que FC Porto e Rio Ave fizeram em campo.

 

Ao contrário do habitual a linha defensiva dos azuis e brancos esteve muito mal. Trapalhada atrás de trapalhada onde sobressaiu um Miguel Layún pela negativa. Podemos - e devemos – culpabilizar Iker Casillas pelo “frango” dado no golo do empate dos vila-condenses, mas há que dizer que Layún e toda a restante linha defensiva “estava a tirar uma tremenda soneca” neste lance. E nem vale a pena aqui falar do tremendo disparate de Leyún no lance da grande penalidade… Mau demais, se bem há que dizer que o mesmo tipo de lance não é nunca marcado quando algo de igual sucede na grande área do SL Benfica.

 

Confesso que não sei bem o que se passou no meio campo portista. Oliver não fez um jogo muito bem conseguido e tal reflectiu-se - pela negativa -na produção de uma equipa portista que na primeira parte foi sempre incapaz de controlar o seu meio campo. O Rio Ave deveria ter sido “empurrado” para o seu meio campo, mas tal só começou a ser uma realidade (muito ténue) na segunda parte… Felizmente hoje a vontade, o querer e a Deusa da Fortuna estiveram do lado portista senão… Bem foi tudo isto e um Héctor Herrera a jogar razoavelmente bem! Não tivesse havido um fiscal de linha muito interessado em prejudicar os dragões e Herrera teria feito uma magnífica assistência a Jesús Corona que se isolava para marcar o seu golo. Já há uns jogso que Herrera vem jogando a um bom nível, sinal de que Nuno Espírito Santo (NES) não percebe mesmo nada daquilo.

 

E por falar aqui em NES, se o FC Porto venceu hoje foi muito por sua causa, dado que este “mexeu” bem na equipa. Tirou de campo um desastrado Layún e no seu lugar colocou o ponta de lança que acabou por resolver a partida depois de o Rio Ave ter falhado o golo do empate. Repito; sinal de que Nuno Espírito Santo (NES) não percebe mesmo nada daquilo.

 

Já agora um ponto muito, mas mesmo muito, importante. A equipa portista começa a servir-se da melhor maneira possível dos lances de bola parada! Foi difícil, mas aquilo que se perdeu com Julen Lopetegui parece estar a ser recuperado com NES. A ver se a coisa se mantêm pois hoje ficou bem demonstrado o quão importante são os lances de bola parada.

 

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. A melhor resposta que o brasileiro poderia ter dado ao seu último mau jogo. Defendeu bem, “fechou” o seu corredor e dos seus pés saíram três assistências para golo. Sem sombra de dúvida o melhor jogador em campo do lado dos azuis e brancos.

 

Chave do Jogo: Num jogo tremendamente emotivo e com muito “sal” (golos) o lance que resolveu a contenda a favor de uma das equipas veio tarde. Só no minuto 88´ é que foi possível dizer-se que o jogo ficou resolvido a favor de uma das equipas. No caso a favor do FC Porto dado que o Rio Ave poderia ter feito o golo do empate a três bolas antes de Rui Pedro ter marcado no minuto 88´ e resolvido a contenda a favor dos portistas.

 

Arbitragem: Penso que não se pode dizer que Jorge Sousa tenha procurado prejudicar/beneficiar qualquer uma das equipas. O árbitro ajuizou bem o lance da grande penalidade provocada por Layún. E também geriu bem uma partida bastante “mexida”. Só é pena que não tenha sido bem auxiliado dado que Felipe se encontrava ligeiramente adiantado na altura do seu golo e muitos fora de jogo mal assinalados aos portistas.

 

Positivo: Nuno Espírito Santo (NES). Não tomou a melhor das decisões ao ter colocado no onze inicial um Miguel Layún recuperado de uma lesão prolongada, mas “mexeu ” bem quando a equipa mais precisou e teve a devida recompensa.

 

Negativo: Linha defensiva do FC Porto (mais uma vez). A desconcentração e nervosismo em momentos cruciais revelaram-se fatais. Felizmente tal não comprometeu o resultado final, mas se não tivesse aparecido aquela “estrelinha” na altura certa…

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publicado às 19:48



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