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A Comunicação Social e os Políticos

por Pedro Silva, em 31.07.17

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Quando se fala em Comunicação Social e Políticos parte-se do princípio de que a primeira existe para evitar que os segundos abusem da arte da política, contudo no actual estado de coisas em Portugal tal não é bem assim. E não é bem assim porque de há uns bons anos para cá, a nossa Comunicação Social percebeu que o “dito por não dito e o meio dito” é muito mais proveitoso do que informar. A nossa classe política – obviamente - agradece tal gesto. Veja-se, por exemplo, o caso de Marques Mendes (conhecido fracasso político da nossa Praça de comentadores) que todas as semanas debita um tremendo chorrilho de disparates em directo na televisão. Disparates estes que são ecoados vezes sem conta pela nossa Comunicação Social porque há quem compre tal coisa.

 

Mas se a Marques Mendes - e a outros do mesmo triste calibre - podemos “dar um desconto” (como diz o Povo na sua imensa sabedoria), mas o mesmo não pode, nem deve, suceder de forma alguma a quem tem responsabilidades acrescidas na vida política portuguesa. Refiro-me, ora pois, a Pedro Passos Coelho e Assunção Cristas. Tanto um como o outro lideram partidos que tem hoje o importante papel de fazer oposição ao actual elenco governativo e respectiva plataforma de política de entendimento na Assembleia da República (a tal de “Geringonça”).

 

Dito de outra forma, cabe a Passos e Cristas analisar ao pormenor todo o tipo de informação que lhes entra pelo gabinete adentro antes de vir para a Praça Pública dar uma de Marques Mendes. Se não o fizerem correm o sério risco de perder credibilidade e, consequentemente, votos. Isto porque ao contrário do citado comentador a responsabilidade de Passos e Cristas é para com o país e não para com as audiências do seu programa de falar para um cenário animado.

 

Isto tudo para se chegar ao cerne da questão. Pedro Passos Coelho e Assunção Cristas bem que poderiam achar-se no cabal direito de exigir da parte do Governo liderado por António Costa todo e qualquer tipo de satisfações sobre o que aconteceu, e acontece, nos incêndios em Portugal. Esta é a função principal da nossa Comunicação Social, mas tanto a esta como Passos Coelho e Assunção Cristas preferiram ir atrás daquilo que se denomina de circo mediático. Só assim se explica a triste figura destas personagens face a uma suposta lista de mortos da tragédia de Pedrógão Grande que uma Empresária resolveu colocar a circular. Lista esta cujo conteúdo está completamente desfasado da realidade como comprovou a Procuradoria-Geral da República.

 

Estivéssemos nós (por exemplo) nos Estados Unidos da América onde a Comunicação Social faz o seu papel de busca da verdade para evitar os disparates políticos que a “caça ao voto” muitas vezes produz, e tanto Pedro Passos Coelho como Assunção Cristas teriam tido outro tipo de comportamento face à tal “lista da empresária”. Mas como estamos num país onde reina a lei do “rei nem roque” na Comunicação Social é, portanto, natural que a oposição à Geringonça seja a Direitola que promove todo e qualquer tipo de disparate. Mesmo que tal lhe custe votos, dignidade e credibilidade.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (31/07/2017)

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publicado às 21:30


Rei Artur: A Lenda da Espada

por Pedro Silva, em 30.07.17

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"King Arthur: Legend of the Sword"

AçcãoAventuraDrama - (2017)

Realizador: Guy Ritchie

Elenco: Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law

 

Sinopse: Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern, tio de Artur, usurpa a coroa. Privado do seu direito de berço e sem qualquer ideia de quem realmente é, Artur acaba por crescer da maneira mais dura nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado... quer ele queira, quer não.

 

Critica: Ousado sem no entanto ser nada de especial. Confesso que fiquei muito impressionado com a transformação radical que Guy Ritchie fez da história do Rei Artur, mas por outro lado um filme que se preze não pode – nunca - ser só pancadaria entres os “bonzinhos” e os “mauzões2. Conteúdo exige-se não obstante a técnica de filmagem ser excelente.

 

Pode até haver quem goste e eu não critico tal, mas paras mim o argumento de um filme tem de ter algum conteúdo. Algo que faça algum nexo. Algo que cative o interesse pela obra. Algo que vá para lá da pancadaria e da arte de bem bater no inimigo. Ora nada disto sucede neste “Rei Artur: A Lenda da Espada”. Tudo decorre a uma velocidade tal que só percebemos o argumento lá para o meio do filme. Até lá levamos com uma série de acontecimentos que parecem ter sido cortados aos bocadinhos para que sejam mais fáceis de se digerir (digo eu). Para além disto quando o argumento se torna percepctível ressalta a sua “infantilidade”. Ou seja, o dito parece ter sido escrito para criancinhas de 2 anos ou mais dado que é uma história onde de um lado temos os maus muito maus e do outro os bonzinhos que são um tudo ou nada rebeldes.

 

Quanto ao elenco, dentro da criancice que nos é apresentada, tenho de dizer que todos estiveram muito bem. Só é pena que não tenham sido verdadeiramente postos á prova num gilme digno deste nome. Mais valia terem “emprestado” a sua voz a um filme de animação dado que é a isto que se assemelha esta produção de Guy Ritchie.

 

Os cenários e banda sonora (juntamente com os efeitos especiais) é que estão muito bons em todos os aspectos. Os cenários foram superiorment6e filmados. De tal forma que nem se dá pela sua repetição. A juntar a isto temos uma banda sonora fantástica que é coadjuvada por um conjunto de efeitos especiais muito bem conseguidos.

 

Em suma, recomendo o “Rei Artur: A Lenda da Espada” somente pelos aspectos positivos e a quem não tenha outra cosia bem melhor para ver.

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publicado às 23:55

 

Banda: Nirvana

Álbum: MTV Unplugged in New York

Ano: 1994

LetraJesus Doesn't Want Me For A Sunbeam

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publicado às 22:29


O meu Animé (CLXXXVIII)

por Pedro Silva, em 27.07.17

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Ririka

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publicado às 22:59


Hora Garfield (99)

por Pedro Silva, em 26.07.17

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publicado às 22:11

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