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Moon - O Outro Lado da Lua

por Pedro Silva, em 31.10.13

Drama, Ficção Científica (2009) - "Moon"

Realizador: Duncan Jones 

Elenco: Sam Rockwell, Kevin Spacey, Dominique McElligott

 

Sinopse: Num futuro próximo, o Astronauta Sam Bell é enviado numa missão de três anos para o outro lado da Lua com o objectivo de vigiar uma mina de Helium-3, um químico que se tornou a principal fonte de energia no planeta Terra. A sua base lunar perdeu a comunicação com a Terra, deixando-o completamente isolado. Felizmente, o seu contrato está quase a acabar e em breve regressará a casa para junto da sua amada mulher Tess e da pequena filha Eve. Mas, Sam sofre um estranho acidente e descobre um segredo que coloca o futuro em questão.

 

Aqui está um bom exemplo de um filme perfeito que não precisou de “toneladas de parra para poder dar uva”.

 

Grande desempenho dos Actores e Actrizes e enorme o trabalho do Realizador Duncan Jones que neste filme consegue passar uma mensagem sem ter de se esforçar muito para isto.

 

È um filme que aconselho a que vejam e revejam porque vale mesmo a pena.  

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Não os aturo mais!

por Pedro Silva, em 30.10.13

No passado dia 28 de Novembro do corrente ano cível a Direcção do Sporting Clube de Portugal emitiu um comunicado que entre outras coisas diz o seguinte:

 

«Nas bancadas foram colocados vários cartazes (com acabamento gráfico profissional e por isso de acesso altamente questionável) exibidos por adeptos da equipa da casa, com frases provocatórias dirigidas ao Rui Patrício enquanto guarda-redes da Selecção Nacional. Sabendo-se que há proximamente um play-off importante para a nossa Selecção, esta atitude demonstra uma mesquinhez regional, não compatível com o Seculo XXI em que vivemos, e como tal um desrespeito por Portugal;»

 

Os cartazes em questão são estes: 

Ora sucede porém que no Sporting CP x V. Setúbal que se disputou em Alvalade e que antecéu a visita dos Sportinguistas ao Dragão a Torcida Verde (umas das Claques oficiais da equipa dos Viscondes) exibiu a seguinte faixa:

Agora que cada um retire daqui as suas conclusões.

 

Da minha parte tudo o que diga respeito ao Sporting e á sua Direcção passará a ser completamente ignorado e posto de lado porque já estou farto de aturar este tipo de gente.

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publicado às 18:00

Desde que os pesados sacrifícios do Orçamento de Estado de 2014 se tornaram notícia que surgiu um conjunto de pensadores (conhecidos também por Opinion Makers) que pretendem tomar as rédeas da opinião pública portuguesa no sentido de a conduzir para o tem de ser porque tem de ser.

 

È neste contexto que analiso esta opinião de Henrique Monteiro, Jornalista e cronista do Jornal Expresso.

 

Quem como eu costuma ler as crónicas do Henrique Monteiro cedo se apercebeu que o cronista é um adepto incondicional da extinção do Estado Social. Ou melhor, é adepto não da extinção deste Estado mas sim do dito Estado Minimalista que apenas vela pela nossa segurança e pouco mais.

 

Sucede porém que na defesa desta sua tese por vezes Henrique Monteiro cria becos onde este pensa que somente a sua saída é a mais correcta. Parece uma contradicção bem sei, mas basta que leiamos esta sua última opinião a que já aqui fiz referência para que percebam onde quero chegar.

 

Para Henrique Monteiro isto está mau porque se gastou demais. Para Henrique Monteiro se um País rico como a Holanda onde o ordenado mínimo se cifra seguramente bem acima dos 1500€ começa a sentir necessidade de reduzir as suas Prestações Sociais, então nós pobres Lusitanos também temos de fazer o mesmo porque somos o parente pobre da Europa.

 

Para mais Henrique Monteiro parece não conseguir ver para além do seu próprio umbigo e quem está com ele merece um BRAVO e quem está contra é porque imagina coisas.

 

Esquece-se o ilustre Jornalista que o aumento do desemprego tem como principal consequência o aumento dos gastos da Segurança Social e uma drástica diminuição das receitas porque quem não trabalha não desconta nem pode pagar os seus impostos.

 

Mas devo ser eu que estou a imaginar coisas até porque se o Estado despede pessoal sob o pretexto de querer cortar nas gorduras servindo-se de um radicalismo ideológico muito próprio que o leva a cortar um osso seu, então torna-se realmente complicado manter o Estado Social num contexto em que a população cada vez mais envelhece.

 

Quer-me então parecer que o Jornalista e cronista Henrique Monteiro sofre de uma suposta preguiça mental no que a este assunto diz respeito, mas para o Henrique eu acredito no Menino Jesus.

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O irritante pessimismo Lusitano

por Pedro Silva, em 28.10.13

Os Portugueses são conhecidos por serem pessimistas por natureza. Por um lado tal maneira de ver as coisas não é de todo censurável porque em Portugal as coisas estão sempre de tal forma que hoje em dia é raro encontrar quem encare o seu dia-a-dia com algum optimismo. Aceito até que exista um optimismo moderado mas está longe de ser um sentimento generalizado entre nós.

 

Por outro lado este pessimismo não tem razão de existir. Ou melhor a razão da sua existência centra-se somente na sua existência. Passo a explicar.

 

Toda a gente se queixa que em Portugal as coisas estão más, que os políticos são corruptos, que existem job for the boys que são eternamente sustentados pelos contribuintes, que a Democracia não funciona, que o sistema eleitoral é obsoleto, etc., mas no meio de tantas queixas ninguém faz absolutamente nada para que tudo tome outro rumo. 

 

É necessário que se tome de uma vez por todas uma posição. Algo tem de ser feito porque existe Vida para além do batido discurso do “são todos os mesmos, para quê chatear-me com isto”. A Democracia deu ao cidadão uma arma poderosa que pode e deve ser usada quando este entenda que as coisas não vão de encontro ao que pretende para o seu País.

 

O voto é sem sombra de dúvida a forma mais eficaz que este Povo plantado à beira mar tem de acabar com o seu irritante pessimismo. E quando falo em voto não estou a dizer para o fazerem votando no candidato A, B ou C mas sim para se acabar de vez com esta coisa da “clubite” partidária apostando em força no voto em branco quando não nos agrade o que nos é proposto no boletim de voto. Se o n.º de votos em branco for elevado nenhuma eleição se decide e desta forma os Portugueses mostram um cartão vermelho à classe política vigente.

 

Temos portanto nas nossas mãos a possibilidade de acabar de vez com o mais que irritante pessimismo Luso. Haja agora vontade de fazer alguma coisa em vez de passarmos a maior parte do tempo a lamentar-nos.

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Clássicos (Parte 2)

por Pedro Silva, em 27.10.13

El Clásico acabou por correr mal. Eu bem tinha dito que não estrava muito confiante porque esta temporada o Real Madrid CF resolveu apostar não num Treinador mas sim num tipo que mais depressa percebe de vacas do que de futebol e depois ainda se meteu a dar cem milhões pelo passe de um barrete Galês….

 

Bem adiante. Não vale a pena chorar sobre o leite derramado e hoje temos outros Clássico. E para o de hoje a minha confiança é plena apesar de do outro lado da barricada estar um Sporting CP bem organizado e sobretudo bem treinado.

 

Não espero outra coisa senão uma vitória do FC Porto. E espero que seja uma vitória gorda e saborosa porque me irrita uma certa personagem que julga que dirigir um Clube de Futebol é o mesmo que dirigir um conjunto de mecos de uma claque.

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