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Hora Garfield (72)

por Pedro Silva, em 18.01.17

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publicado às 15:02


Momento Mafalda (122)

por Pedro Silva, em 17.01.17

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publicado às 15:39

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Quando se olha para o recente incidente diplomático que ocorreu entre Portugal e Espanha por causa da central nuclear de Almaraz salta à vista de todos que o que está realmente por detrás de tudo isto é política. Não estou com isto a passar para segundo plano as preocupações de segurança e ambientais (elas existem e devem ser levadas a sério), mas eu “aposto as fichas todas” em como nunca nada disto teria sucedido se porventura o actual Governo português fosse da mesma cor política do actual Governo espanhol.

 

Efectivamente nós - Sociedade civil e política - perdemos demasiado tempo a debater o óbvio e desviamo-nos daquilo que realmente interessa. Por esta altura já há quem se contradiga e lá com isto e o problema mantem-se.

 

O problema Almaraz começou por Espanha ter dado uma de “eu quero, posso e mando”- Portugal respondeu e solicitou esclarecimentos à sua única vizinha. Os ditos esclarecimentos foram surgindo na nossa Comunicação Social a conta-gotas e rapidamente se desviou o foco central da questão. Neste momento já temos ambientalistas e partidos políticos a dizer que o problema até nem é o aterro nuclear que Espanha pretende construir em Almaraz, mas sim a manutenção em funcionamento de uma central nuclear completamente caduca que ainda não arrebentou porque não calhou.

 

Repito, o cerne da questão Almaraz é político.

 

Muito pouca gente conhece a história da dita central nuclear e do seu futuro aterro, mas o encerramento da dita já anda a ser falado desde 2010. O encerramento da dita central ia ser mesmo levado a cabo pelas autoridades espanholas e o projecto do aterro tinha sido arquivado. Contudo em Portugal deu-se uma reviravolta política inesperada e Pedro Passos Coelho teve de ceder o seu lugar a António Costa que lidera hoje um Governo apoiado numa maioria parlamentar de esquerda. Em Espanha, depois de várias eleições e após um golpe palaciano levado a cabo pelos barões do PSOE, Mariano Rajoy conseguiu formar um Governo de Direita ultra conservador. É neste cenário que o assunto Almaraz volta à agenda em Espanha com o Executivo de Rajoy a reforçar a manutenção da obsoleta central nuclear de Almaraz e retoma da intenção de construção de um aterro nuclear.

 

Ora se o exposto em cima não é sinónimo de guerra política então não sei o que será. E era sobre isto que todos nós – portugueses e espanhóis – nos deveríamos preocupar não descurando nunca a bomba relógio que é Almaraz. Mais importante do que o conflito ideológico é o bem-estar de duas nações que partilham uma Península. Só Rajoy é que parece ter uma certa dificuldade em ver isto e é aqui que chegamos segundo ponto da questão.

 

Não me parece que Rajoy iniciasse esta “guerra” com Portugal sem ter a certeza de que haverá alguém a proteger os seus interesses políticos. Dito de outra forma; não creio que a actual Espanha ultra conservadora enveredasse pelo caminho da provocação do seu vizinho mais pequeno sem ter a certeza de ter quem a apoie nesta sua demanda.

 

Agora vamos ver o que fará a Europa do Partido Popular Europeu (PPE). Convêm recordar que em Bruxelas há muita gente desejosa de se vingar da vergonha que António Costa os fez passar num passado muito recente por causa de umas supostas sanções.

 

Artigo publicado no site Repórter Sombra (16/01/2017)

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publicado às 21:24


O que foi diferente?

por Pedro Silva, em 15.01.17

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imagem retirada de zerozero

 

Nada como começar a analise do FC Porto 3 x Moreirense FC 0 com uma simples mas pertinente questão.

 

O que foi diferente? O que foi diferente neste FC Porto para o FC Porto que perdeu em Moreira de Cónegos e empatou em Paços de Ferreira?

 

A resposta é mais do que óbvia: marcou golo. O estilo de jogo que a equipa de Nuno Espírito Santo (NES) apresentou hoje foi o mesmo que vimos nos dois jogos já aqui referidos. O onze inicial é pouco - ou nada – diferente daquele que foi apresentado nos dois maus resultados anteriores. Até a habitual lentidão de processos marcou presença. A única diferença é que desta vez a bolas foram à baliza de Giorgi Makaridze e entraram.

 

E claro. A arbitragem. Quando uma equipa de arbitragem pretende única e exclusivamente fazer o seu trabalho é natural que a equipa mais forte consiga derrotar, com maior ou menor dificuldade, a equipa mais fraca. E foi isto que aconteceu hoje no Estádio do Dragão. Que tal atitude da parte das equipas de arbitragem tenha vindo para ficar não obstante os ventos da Luz estarem agora a fazer o seu joguinho para que tudo volte ao antigamente… Como se o facto de o SL Benfica te empatado com o Boavista na Luz não ter sido por obra e graça do cavalheiro do apito. Adiante.

 

Parece haver uma ligeira melhoria no aproveitamento das bolas paradas por parte dos azuis e brancos. O golo inaugural dos portistas nasce de um canto que parece ter sido trabalhado nos treinos. Hoje os cantos e livres foram muito mais bem aproveitados do que em jogos anteriores. Espero que tal tenha vindo para ficar NES.

 

Assim como pode também haver uma ligeira melhoria na questão das substituições. NES não pode (nem deve) deixar a batuta de jogo entregue a Héctor Herrera. E muito menos tal tarefa deve ser entregue a André André. Isto porque falamos de dois jogadores combativos que tem sempre uma maior apetência para recuperar a bola e seguir em direcção à baliza (André André) e porque Herrera não um jogador que lide muito bem com a pressão da construção de jogo. Bem sei que o resultado dava para fazer algumas experiências, dar algum tempo de jogo a certos atletas e que Danilo Pereira estava a levar a cabo um jogão, mas penso que não teria sido nada má ideia ter-se colocado João Carlos Teixeira no lugar de Òliver Torres. A boa qualidade de jogo agradecia e os adeptos presentes no Estádio do Dragão também.

 

Agora há que continuar em frente e há sobretudo que apoiar esta equipa e o seu treinador. A primeira volta do campeonato chegou ao seu fim com a clara demonstração de que quando não há #colinho e a falta de sorte não marca presença o Futebol Clube do Porto vence enquanto o Benfica “empana”.

 

MVP (Most Valuable Player): Danilo Pereira. Confesso que estive para dar este “título” a Herrera que até vem fazendo alguns jogos a um bom nível (hoje não foi excepção) mas a verdade seja dita que Danilo Pereira foi muito mais consistente do que o mexicano durante toda a partida. Danilo foi um patrão no verdadeiro sentido do termo, o que possibilitou a que Óliver Torres pudesse explanar todo o seu fantástico futebol (factor que acabou por conduzir o FC Porto à vitória na partida de hoje).

 

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 45' para resolver a contenda a favor dos dragões. Se até aqui o Moreirense ainda tinha esperanças de fazer face ao forte ascendente do FC Porto, a partir desta altura com a expulsão de Geraldes tudo terminou para a equipa de Augusto Inácio.

 

Arbitragem: Fábio Veríssimo esteve hoje mais interessado em arbitrar do que em ser protagonista ou serviçal de um certo clube. Bem na expulsão de Geraldes mas mal no lance em que Felipe faz falta sobre um jogador do Moreirense quando este seguia isolado para a baliza do FC Porto. Felipe deveria ter sido expulso por acumulação de amarelos. Arbitragem razoável sem interferência no resultado final.

 

Positivo: O bom futebol do FC Porto. Domínio total do jogo, posse da bola, pressão sobre o adversário, jogadas colectivas, procura de espaços, etc. O mínimo que se pode exigir a uma equipa que luta pelo título.

 

Negativo: Linha defensiva do FC Porto. Alex Telles esteve bem no ataque mas a defender foi fraco e mostrou alguma desconcentração em momentos cruciais. O mesmo se pode dizer da dupla de centrais.

 

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publicado às 21:30


Caixa de Música: La Isla Bonita

por Pedro Silva, em 14.01.17

 

Banda: Madonna

Álbum: True Blue

Ano: 1986

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publicado às 15:09


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