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Hora Garfield (107)

por Pedro Silva, em 19.09.17

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publicado às 11:45


Momento Mafalda (157)

por Pedro Silva, em 18.09.17

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publicado às 16:23


A história da eficácia

por Pedro Silva, em 17.09.17

imgS620I205477T20170917192640.jpg imagem retirada de zerozero

 

Admito que sou dos que acha que muito mais importante do que jogar bem, é vencer a partida contudo existe um pequeno – mas muito importante – pormenor que faz com que eu olhe para o jogo de Vila do conde e não afirme tal com a mesma convicção de outros tempos. É que uma coisa é ver o Futebol Clube do Porto a jogar feio mas a vencer porque apesar de tudo o seu adversário também não jogou nada (ou não fez bada por isto). Outra coisa bem diferente é ver o Futebol Clube do Porto a jogar mal e vencer o desafio diante de uma equipa que jogou bem, porque teve aquela pontinha de “eficácia” (entenda-se sorte) num determinado lance.

 

Ora o FC Porto que eu vi hoje foi, precisamente, o que jogou mal mas que acabou por vencer por causa da tal de “eficácia”. E quando tal sucede tenho de confessar que não me agrada porque já começam a ser vezes a mais em que tal sucede. Depois já quem fique muito indignado com a derrota caseira desta semana diante do “poderoso” Beşiktaş JK. Efectivamente assim não pode ser. Estamos ainda em Setembro é um facto, mas o calendário competitivo do FC Porto está a avançar e os jogos decisivos começam a aproximar-se sem que a equipa liderada por Sérgio Conceição mostre outra coisa senão correr até cair para o lado e o famoso chutão para a frente e Marega que resolva. E nem vou aqui falar no golo sofrido… Defesa azul e branca a dormir na forma. E de nada serve a desculpa esfarrapada de que na altura esta se estava organizar após a lesão de Alex Telles.

 

Já são duas as ocasiões em que no futebol interno (Liga NOS) o Futebol Clube do Porto de Sérgio Conceição tem imensas dificuldades para levar de vencida uma equipa organizada que não jogue para o - famoso - “pontinho”. Foi assim com o Chaves no Estádio do Dragão e agora com o Rio Ave no Estádio dos Arcos. Espero que na próxima Sexta-feira diante do Portimonense tal não se repita. O que eu também não quero que se repita é a aposta em Héctor Herrera no meio campo portista. Bem sei que as opções são escassas, mas com Danilo Pereira em baixo de forma, Brahimi à procura do seu futebol e Otávio/Corona a passar por uma espécie de “montanha russa exibicional”, mas é mesmo preciso apostar num tipo que nem uma bola sabe dominar para de seguida correr para a baliza adversária e tentar fazer o golo?

 

Venha de lá a equipa de Portimão e, de preferência, uma evolução da parte do Futebol Clube do Porto no que ao futebol diz respeito. A “eficácia” não vai estar sempre por perto Sérgio.

 

MVP (Most Valuable Player): Otávio. Embora o brasileiro tenha (mais uma vez) andado entre o mau e o bom, sou da opinião de que este foi o melhor em campo. Creio que na posição onde Otávio jogou hoje se aproveita melhor o seu futebol e capacidade de colocação de bola, mas tal necessita de confirmação.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 54´ do jogo para resolver a contenda a favor do FC Porto. Isto porque foi nesta altura em que Danilo Pereira marcou o golo inaugural da partida na marcação de um pontapé de canto. Este golo forçou a equipa da casa a adiantar-se no terreno de jogo expondo-se, desta forma, ao ataque portista e tal acabou por redundar no segundo golo do FC Porto que colocou um ponto final no jogo.

Arbitragem: Jorge Sousa e a sua equipa tiveram um desempenho que podemos apelidar de “normal”. Permitiram que os atletas do Rio Ave FC “distribuíssem” a pancadaria que lhe apeteceu até ao limite. Quando um destes u8ltrpassou o dito limite, Jorge Sousa expulsou-o (bem). Por perceber fica o não recurso ao VAR nas ocasiões em que os jogadores do Futebol Clube do Porto viram os seus lances anulados por suposto fora de jogo.

Positivo: Moussa Marega, Nem sempre vem, Marega consegue deixar sempre tudo em campo. Viu todo o seu esforço ser “coroado” com um golo. Fazem falta jogadores destes em qualquer equipa do Mundo, mas há que melhorar esta técnica.

Negativo: Héctor Herrera. Não percebo como é que um jogador que ao serviço da selecção do México faz maravilhas e ao serviço do Futebol Clube do Porto nem uma bola sabe dominar? Será que tal se deve à cor da camisola ou será que foram os ares outonais de Vila do Conde?

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publicado às 23:55


O Muro

por Pedro Silva, em 16.09.17

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"The Wall"

DramaThriller , Guerra - (2017)

Realizador: Doug Liman

Elenco: Aaron Taylor-Johnson, John Cena, Laith Nakli

 

Sinopse: “O MURO” é um thriller psicológico que acompanha dois soldados americanos encurralados por um sniper iraquiano, com apenas um muro desmoronado a separá-los. O combate transforma-se numa guerra de vontades, inteligência e precisão letal.

 

Critica: Muito bom em todos os aspectos. “O Muro” de Doug Liman é, mais uma, clara demonstração de que um filme para ser interessante e de qualidade não necessita de muitos cenários, efeitos especiais e de grandes estrelas. Basta, tão-somente, uma boa base de trabalho e actores que saibam o que tem de fazer.

 

Gostei muito do argumento deste “O Mouro”. Baseado em factos reais, o argumento desta produção de Doug Liman tem como ponto precioso o não ser mais uma “americanice” com todas as mariquices que o amante dos USA tanto gosta. O que está em ciam da mesa no argumento deste “O Muro” é a história, faccionada aqui e acolá (obviamente), de uma parte da guerra do Iraque da qual quase ninguém ousa falar porque esta coloca a nu as razões pelas quais os Estados Unidos da América se acham no direito de impor a forma de estar ao Mundo. Tal por si só faz, a meu ver, do argumento deste filme algo de super interessante.

 

No elenco o meu destaque pela positiva (e que destaque!) vai para o trabalho desenvolvido por Aaron Taylor-Johnson. Isto porque não creio que seja nada fácil e um actor fazer o que este fez tendo contracenar o filme todo com uma “voz”. Para mais Aaron Taylor-Johnson demonstrou que estudou bem a fundo a sua personagem. Só desta forma se pode explicar o seu enorme desempenho que este levou a cabo. Já John Cena fez o que costuma fazer no mundo do Wrestling… E sobre Laith Nakli gostaria de dizer mais alguma coisa senão que tem uma voz.

 

Os cenários são a outra “pérola” deste “O Muro”. Os ditos são escassos, mas estão muito bem trabalhados. Quase que se me atrevo a dizer que os ditos estão perfeitos para a história que o Realizador Doug Liman nos quer contar. O pormenor dos cenários é simplesmente bestial! É muito por causa destes que o interesse do espectador não termina nunca. Fantástico!

 

Em suma, “O Muro” de Doug Liman tem a minha recomendação. Um dos melhores filmes do género que vi até à data.

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publicado às 23:55


Caixa de Música: In Bloom

por Pedro Silva, em 15.09.17

 

Banda: Nirvana

Álbum: Nevermind

Ano: 1991

LetraIn Bloom

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publicado às 16:00


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