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Resident Evil: Capítulo Final

por Pedro Silva, em 26.03.17

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AcçãoTerrorFicção Científica - (2016) "Resident Evil: The Final Chapter"

Realizador: Paul W.S. Anderson

Elenco: Milla Jovovich, Iain Glen, Ali Larter, Shawn Roberts

 

Sinopse: Começando imediatamente após os acontecimentos de Resident Evil: Retaliação, Alice é a única sobrevivente do que era suposto ser o final da Humanidade perante os mortos-vivos. Agora, ela vai regressar ao local onde começou o pesadelo – A Colmeia, em Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está a reunir forças para um ataque final contra os últimos sobreviventes do Apocalipse.

 

Critica: Longe de estar bom, Resident Evil: Capítulo Final é sem sombra de qualquer dúvida a melhor forma de terminar uma saga que já se e4stava a “esticar” por tempo a mais. Especialmente se tivermos em linha de conta que este tipo de cinema já evoluiu para outros patamares bem mais modernos. O filme até que nem está mau mas tem falhas graves que lhe retiram qualidade e interesse. Vamos a elas.

 

Tendo em consideração o historial desta saga que tem muitos dos aspectos dos famosos jogos Resident Evil, posso dizer que em termos de argumento até que está razoável. Aliás, tendo em consideração o que foi sendo contado em produções anteriores não seria de esperar outra coisa. Basicamente o que cativa a atenção do espectador são as lutas constantes entre a protagonista e seus aliados e os monstros que vão aparecendo. Dito de outra forma; argumento é coisa que quase não existe neste Resident Evil: Capítulo Final, mas tal não impede que o seu final seja muito bem elaborado. Mas atenção, para se perceber este filme é necessário ver todos os anteriores.

 

Se a produção em termos de argumento é bastante satisfatória, o mesmo se pode dizer do elenco. Milla Jovovich demonstrou – mais uma vez – que tem um jeitinho especial para este tipo de filmes, mas está longe (mesmo muito longe) de ter levado a cabo um trabalho fora de série. Já o resto do elenco poderia e deveria ser merecedor da minha análise caso o filme tivesse sido filmado para que pudesse ser visto.

 

É nos cenários que o Realizador Paul W.S. Anderson “mete água”. Isto porque não se consegue mesmo ver com quem está a personagem principal a travar as suas batalhas. Acredito que a ideia fosse a de poupar dinheiro em cenários, figurantes e efeitos especiais, mas o resultado de tais opções é algo de tão fraquinho que acaba por retirar qualidade e interesse ao filme. E já agora, bem que poderiam ter criado uma banda sonora não?

 

Concluindo; Resident Evil: Capítulo Final tem a minha recomendação se bem que poderia, e deveria, estar muito mais bem produzido.

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publicado às 19:13


Crónica da normalidade

por Pedro Silva, em 25.03.17

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Se me pedirem para descrever o Portugal 3 x Hungria 0 numa frase, eu diria de imediato “crónica da normalidade”. Não que a nossa selecção não tenha tido as suas dificuldades em levar de vencida uma equipa húngara que tanto deu que fazer no último Europeu de selecções, mas a verdade seja dita que hoje Portugal foi muito mais competente do que na altura e, desta forma, evitou os dissabores que já tinha sentido no já aqui citado passado recente.

 

Mas não se pense que a equipa de Todos Nós teve pela frente uma partida fácil. A Hungria veio a Portugal com um único objectivo: empatar! E para tal o seu seleccionador montou uma equipa que durante muito tempo pareceu a selecção da Bolívia.

 

A Hungria começou o jogo com uma linha defensiva de cinco defesas (3 centrais e dois laterais), um meio campo densamente povoado e na frente apresentou um ponta de lança que mais parecia um “tanque humano”. Era tremendamente difícil à linha avançada de Portugal criar perigo na baliza húngara. Para mais no meio campo luso coabitavam duas “moscas mortas” de nome William Carvalho e André Gomes que não sabem o que é velocidade de execução. Durante muito tempo o futebol ofensivo de Portugal era quase que exclusivamente lateralizado.

 

Felizmente nas zonas laterais estava um Ricardo Quaresma, um João Mário e um Raphael Guerreiro que, por força da insistência, ajudaram André Silva a abrir uma brecha no tremendo “muro” húngaro. Cristiano Ronaldo aproveitou esta mesma brecha para derrubar, de vez, o dito muro mas os problemas da nossa selecção continuavam a ser os mesmos por força da estratégia húngara e da insistência de Fernando Santos em manter as duas “moscas mortas” em campo.

 

Com a chegada da segunda parte e a perder por duas bolas a zero a Hungria mudou o seu sistema de jogo, procurou pressionar os defesas de Portugal e a partir daí as tais “moscas mortas” começaram a jogar melhor. Mas mesmo assim não se pode dizer que Portugal tenha tomado conta do jogo, não obstante a vantagem no marcador e a mediana qualidade do adversário assim o permitir. A tal tranquilidade só apareceu após Cristiano Ronaldo ter marcado um grande golo de livre.

 

Mas pronto, o importante é que Portugal ganhou e continua a perseguir uma Suíça que teima em não vacilar nesta longa corrida para o Mundial da Rússia.

 

MVP (Most Valuable Player): João Mário. O médio do Inter jogou e fez jogar. Foi muito por causa do excelente trabalho ofensivo de João Mário que a nossa selecção levou de vencida uma “chatinha” Hungria. Apenas faltou o golo para “coroar” a enorme exibição do médio.

 

Chave do Jogo: Veio tarde. E veio para resolver a contenda a nosso favor. Apareceu no minuto 65´, altura em que Cristiano Ronaldo marcou o terceiro golo de Portugal. Só neste momento é que acabou a resistência húngara.

 

Arbitragem: Não há nada a apontar ao trabalho da equipa de arbitragem. A partida foi tranquila e ambas as equipas procuraram - quase sempre - levar a cabo um jogo limpo não obstante aqui e acolá os húngaros terem abusado um pouco do físico. O Sr. Szymon Marciniak e restante equipa estiveram bem neste jogo de selecções que se realizou no Estádio da Luz.

 

Positivo: André Silva/Cristiano Ronaldo. Qualquer equipa do mundo daria tudo para ter uma frente de ataque composta por Cristiano Ronaldo e André Silva. O entendimento quase perfeito entre ambos permite a Portugal ter uma frente de ataque temível que tem sido o “abono de família” da equipa das Quinas neste apuramento.

 

Negativo: André Gomes. Agora percebo porquê razão este é tão criticado no FC Barcelona. Lento a executar, lento a ler o jogo e muito lento com a bola nos pés. Pior do que ele na sua posição só mesmo o Héctor Herrera do Futebol Clube do Porto.

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publicado às 23:00


Caixa de Música: Vogue

por Pedro Silva, em 24.03.17

 

Banda: Madonna

Álbum: I'm Breathless

Ano: 1990

LetraVogue

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publicado às 22:04


O meu Animé (CLXXII)

por Pedro Silva, em 23.03.17

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Arlong (アーロン) – One Piece

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publicado às 15:54


Hora Garfield (81)

por Pedro Silva, em 22.03.17

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publicado às 22:06


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